domingo, 4 de dezembro de 2011

O penta do Corinthians



O primeiro título brasileiro do Corinthians só aconteceu em 1990, mas depois de 21 anos, o clube já conquista o seu quinto troféu da competição. Neste período, de 1990 para cá, ninguém ganhou tanto. Se bateu na trave no ano passado, dessa vez, o alvinegro não vacilou. Abriu vantagem na liderança no início do campeonato, depois caiu de produção. Pareceu que poderia patinar de vez, mas retomou a direção e chegou ao troféu depois de vários jogos dramáticos.
O Corinthians ganhou um título merecido. O Vasco também teve méritos para chegar à rodada final com chances de ser campeão, mas o alvinegro paulista foi o melhor. A campanha do Vasco teve um enorme ponto positivo para o futebol brasileiro: o fato de que, mesmo após a conquista da vaga na Libertadores, o time lutou até o fim pelo título brasileiro. Serviu para mostrar que é possível ganhar a Copa do Brasil e o Brasileiro e que o Brasileirão não é uma mera seletiva para a Libertadores, mas a competição mais importante no País.

A rodada final era cercada de muita expectativa. Líder, o Corinthians precisava apenas de um empate contra o rival Palmeiras para levantar o troféu. Caso falhasse, ainda tinha a chance de ser campeão caso o Vasco não vencesse o rival Flamengo. O alvinegro paulista nem necessitou de ajuda, pois empatou, sem gol, com o Palmeiras, em partida dramática. Mas a ajuda foi bem vinda e a comemoração pelo título começou antes do apito final do árbitro, quando, no Rio de Janeiro, a partida entre Flamengo e Vasco acabou com um empate de 1 a 1.

Quando o Vasco chegou ao primeiro gol, no Rio de Janeiro, chegou a assustar ao Corinthians, que levava pressão do Palmeiras, mas Renato Abreu, que foi vice-campeão brasileiro pelo Corinthians em 2002, fez um golaço e ajudou ao Timão. 


Doutor - O dia só não foi só de festa para a torcida do Corinthians porque marcou o falecimento de um dos maiores ídolos da história do clube: o Doutor Sócrates. Foi um dos maiores craques que vi jogar. Infelizmente, pouco e não o vi no auge. Um dos maiores ídolos de meu pai, Sócrates se destacava também pelo carisma e por ser um dos maiores pensadores do futebol brasileiro. Fica a tristeza.

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