Leandro Silva Blog

Sábado, Junho 13, 2009

Apenas três sobreviventes na Série B

Leandro Silva

Mudança de treinador não é novidade para ninguém no futebol brasileiro, mas esse ano até que os times da elite estão segurando os seus comandantes. Na Série A, metade dos times continuam com o técnico do início da temporada: Avaí (Silas), Botafogo (Ney Franco), Corinthians (Mano Menezes),Cruzeiro (Adilson Batista), Flamengo (Cuca), Goiás (Hélio dos Anjos), Internacional (Tite), Palmeiras (Vanderlei Luxemburgo) Santo André (Sérgio Guedes) e São Paulo (Muricy Ramalho).

No Vitória, Paulo César Carpegiani já é o quarto treinador do ano. Antes dele, comandaram o Leão: Vagner Mancini, Mauro Fernandes e Ricardo Silva.

Se na Série A, metade dos times ainda conta com o treinador que iniciou o ano, na Série B, são apenas três sobreviventes no cargo: Alexandre Gallo, no Bahia, Dorival Júnior, no Vasco, e Marcelo Veiga, no Bragantino.

Nesta temporada, Gallo tem um aproveitamento de 63,88% dos pontos disputados no comando do Bahia. Em 36 partidas, o tricolor venceu 20, empatou nove e perdeu sete.

Ex-rubro-negro é artilheiro do Campeonato Japonês

Leandro Silva

O atacante Davi, contratado pelo Vitória junto ao Ipitanga, junto com jogadores como Bida, Índio, Garrinchinha e Marquinhos, está se destacando do outro lado do Mundo. Depois de 13 rodadas completas, ele é o artilheiro do Campeonato Japonês, com 9 gols marcados, pelo Nagoya Grampus, clube que já teve o baiano Uéslei como um de seus grandes ídolos. Davi começou no Ceará, depois passou por Maranguape, Ipitanga, Vitória e Consadole Sapporo, do próprio Japão.


Por falar em Uéslei. Ele está no Oita Trinita e amarga a lanterna da competição, com apenas 4 pontos ganhos em 39 disputados. O Pitbull fez três gols, um terço dos tentos marcados pelo seu time. Na liderança da competição, está o Kashima Antlers, com 29 pontos. O clube é treinado por Oswaldo Oliveira, que também já trabalhou no Vitória, e conta com dois brasileiros: o meia Danilo, ex-São Paulo, e o atacante Marquinhos Cambalhota, ex-Coritiba. O Nagoya, de Davi, é apenas o sétimo colocado, com 10 pontos a menos.

Entre os sete primeiros artilheiros, seis são brasileiros, incluindo os baianos Juninho e Edmilson, com seis gols:

1 Davi | Nagoya Grampus | 9 gols

2 Leandro | Gamba Osaka | 8

3 Pedro Junior | Albirex Niigata | 7

3 Gilsinho | Jubilo Iwata | 7

3 Cho Jae Jin | Gamba Osaka | 7

6 Edmilson | Urawa Reds | 6

6 Juninho | Kawasaki Frontale | 6

Brasileiros na J-League

Leandro Silva

Sete dos 38 brasileiros da primeira divisão japonesa já passaram pelo futebol baiano. Isso sem falar no volante Alan Bahia, do Vissel Kobe, e do atacante Edmilson, do Urawa Reds, que são baianos.

Aqueles que jogaram na Bahia são: o atacante Uéslei, que jogou na dupla Ba-Vi e defende o Oita Trinita; o atacante Juninho, irmão de Zé Carlos, revelado pelo Bahia, que defende o Kawasaki Frontale; o atacante Caboré, ex-Ipitanga, do F.C. Tokyo; o atacante Davi, que jogou no Ipitanga e Vitória e o meia Magnum, que passou apenas pelo Vitória, que jogam juntos no Nagoya Grampus; além do volante André Silva, que passou pelo Vitória e está no Montedio Yamagata, junto com o atacante Jajá, que defendeu Bahia e Vitória.

Confira a lista completa dos brasileiros na primeira divisão japonesa:

Kashima

11 Danilo – meia (São Paulo)

18 Marquinhos Cambalhota – atacante (Coritiba)

Montedio Yamagata

3 Leonardo – zagueiro (Guarani)

8 André Silva – volante (Vitória)

32 Jajá – atacante (Bahia e Vitória)

Oita Trinita

3 Roberto – volante (Ponte Preta)

5 Edmilson – volante (Fortaleza)

10 Uéslei – atacante (Bahia)

Urawa Reds

4 Marcus Túlio Tanaka – zagueiro

8 Alex Santos – lateral-esquerdo

10 Robson Ponte – atacante (Guarani)

17 Edmilson – atacante (Palmeiras)

Omyia Ardija

10 Dênis Marques – atacante (Atlético/PR)

Ichihara Jef United

5 Alex – meia (Cruzeiro)

19 Michael – meia (Coritiba)

Kashiwa Reysol

10 França – atacante (São Paulo)

11 Popó – meia (ADAP)

F.C. Tokyo

4 Bruno Quadros – volante (Flamengo)

9 Caboré – atacante (Ipitanga)

Kawasaki Frontale

10 Juninho – atacante (Bahia)

11 Vitor Junior – meia (Sport)

34 Renatinho – atacante (Santos)

Yokohama Marinos

Não tem brasileiros

Albirex Niigata

9 Pedro Junior – atacante (Grêmio)

10 Marcio Richardes – meia (São Caetano)

27 Bruno Castanheira – atacante

29 Gilton – zagueiro

Shimizu S-Pulse

6 Marcos Paulo – volante (Cruzeiro)

Júbilo Iwata

8 Gilsinho – atacante (Paulista)

16 Ferrugem – volante (Palmeiras)

Nagoya Grampus

8 Magnum – meia (Vitória)

9 Davi – atacante (Vitória)

Kyoto Sanga

3 Sidiclei – zagueiro (Matsubara)

10 Diego Souza –meia (Palmeiras)

20 Paulinho – atacante (Atlético Mineiro)

Gamba Osaka

9 Lucas – atacante (Atlético/PR)

23 Leandro – atacante

Vissel Kobe

8 Alan Bahia – volante (Atlético/PR)

10 Botti – meia (Vasco)

Sanfrecce Hiroshima

Não tem brasileiros

Segunda-feira, Junho 08, 2009

Seleção da quinta rodada da Série A

Leandro Silva

  • Marcos (Palmeiras): fez várias defesas difíceis e garantiu os três pontos para o Palmeiras
  • Apodi (Vitória): fez um gol e levou muito perigo ao Palmeiras
  • Maurício Ramos (Palmeiras): jogou bem e foi decisivo para o triunfo do Palmeiras sobre o Vitória por 2 a 1. Além de fazer o gol da vitória nos descontos, salvou o rebote do gol legítimo anulado do Vitória.
  • Durval (Sport): Sempre seguro, ainda fez um gol contra o Flamengo.
  • Junior (Atlético Mineiro): fez um gol contra o Furacão
  • Pierre (Palmeiras): como sempre, marcou demais e ajudou na vitória palmeirense.
  • Magrão (Internacional): foi fundamental para a manutenção da invencibilidade colorada no 1 a 1 contra o Cruzeiro, marcando e fazendo um gol.
  • Luciano Henrique (Sport): jogou demais na goleada rubro-negra
  • Douglas (Corinthians): fez uma grande apresentação contra o Coritiba e ainda fez um gol.
  • Éder Luís (Atlético Mineiro): está jogando muito no Brasileirão. Contra o Atlético Paranaense, fez dois.
  • Weldon (Sport): Quem queria ver Adriano viu Weldon, que fez três gols na vitória sobre o Flamengo, por 4 a 2.

Seleção da quinta rodada da Série B

Leandro Silva

  • Marcelo (Bahia): já está parecendo repetitivo, mas o arqueiro tricolor, há 304 minutos sem levar gol, foi muito bem na goleada sobre o ABC por 4 a 0.
  • Edilson (Ponte Preta): uma boa atuação do ex-lateral rubro-negro.
  • Rogério (Bahia): fez uma grande partida, mesmo com a zaga reserva
  • Bruno Aguiar (Guarani): fez o gol do triunfo do líder sobre o Figueirense, por 1 a 0
  • Pirão (Ponte Preta): fez um gol e jogou bem na goleada sobre a Portuguesa, por 5 a 2.
  • Leandro (Bahia): incansável, conseguiu neutralizar o ofensivo time do ABC
  • Hernani (Bahia): jogou muito bem, invertendo o jogo, marcando bem e ainda cruzou para o quarto gol.
  • Elton (Bahia): o gol foi o de menos na atuação de Elton. O camisa 8 voltou a apresentar o futebol do seu início no clube.
  • Roberto (Bahia): roubou a cena, fazendo dois gols e jogando muito, na primeira partida que começou no ano.
  • Souza (América): jogou muito na vitória sobre o Brasiliense, por 2 a 1.
  • Márcio Mixirica (Ponte Preta): Está aí pelos dois gols marcados contra a Lusa.

Segunda-feira, Junho 01, 2009

Seleção da quarta rodada da Série A

Leandro Silva

  • Lauro (Internacional): O goleiro vive ótima fase e garantiu o triunfo do time reserva do Colorado sobre o Avaí por 2 a 1 com grandes defesas.
  • Moacir (Sport): foi importante no empate fora de casa com o Botafogo. Cruzou para o gol de Weldon.
  • Miranda (São Paulo): conseguiu segurar o atacante Kléber e o Cruzeiro no triunfo por 3 a 0.
  • Renato Silva (São Paulo): também foi muito importante para o triunfo.
  • Eduardo (Botafogo): foi bem e iniciou a reação do Botafogo no empate com o Sport por 2 a 2 ao cruzar para o gol de Tony.
  • Fernando (Santo André): interminável, foi fundamental no empate com o Atlético Mineiro.
  • Willians (Flamengo): fez mais uma grande partida contra o Atlético Paranaense.
  • Leandro Domingues (Vitória): jogou bem e fez o gol mais bonito da rodada, no último minuto, garantindo o triunfo sobre o Grêmio.
  • Paulo Henrique (Santos): roubou a cena na vitória de 3 a 1 sobre o Corinthians e fez 2 gols.
  • Adriano (Flamengo): Na estreia, fez um gol, jogou os 90 minutos, e ajudou o Flamengo a vencer o Atlético Paranaense por 2 a 1.
  • Pedrão (Barueri): Fez 2 gols que garantiram o empate em 2 a 2 com o Palmeiras depois de estar sofrendo 2 a 0.

Seleção da quarta rodada da Série B

Leandro Silva

  • Marcelo (Bahia): Foi menos exigido do que nas rodadas anteriores, mas voltou a ser fundamental para o tricolor.
  • Marcos (Bahia): o menino, na sua segunda partida pelo clube, foi decisivo para garantir um ponto fora de casa, pela grande atuação e por ter conseguido a expulsão de Anderson Paim, da Portuguesa, no empate por 0 a 0
  • Rogério (Bahia): O coringa jogou na cabeça-de-área, fez grande partida e ajudou a segurar o ímpeto da Lusa. Ainda foi bem na zaga no momento mais crítico do jogo para o Bahia, após a expulsão de Evaldo.
  • César Gaúcho (Brasiliense): Fez um gol contra o Juventude e ainda ajudou a defender o placar por 2 a 0.
  • Canindé (Vila Nova): Foi mais por falta de opção na posição, mas ajudou o Vila a vencer o Duque de Caxias por 2 a 1.
  • Arcleisson (Portuguesa): Com sua marcação e seus chutes fortes, foi um dos jogadores que mais se destacou na Lusa.
  • Hernani (Bahia): Experiente, ele foi fundamental para organizar o time do Bahia, manter a posse de bola e "só ir na boa".
  • Marco Antônio (Portuguesa): teve dificuldades para criar grandes chances de gol, pois a Lusa passou a maior parte do jogo com um a menos, mas, com seu toque refinado, ajudou a, pelo menos, segurar o empate.
  • Walter Minhoca (Guarani): Foi fundamental para a vitória do Bugre frente ao Bragantino por 3 a 2, ainda fez um gol.
  • Amilton (Ipatinga): Na ausência de Marcelo Ramos, foi o principal nome da goleada do Ipatinga frente ao Campinense por 5 a 1, e ainda fez dois gols.
  • Preto (Ceará): Fez 2 gols e garantiu o empate por 2 a 2 com o Figueirense.

Sexta-feira, Maio 29, 2009

A volta do chuchu?

Leandro Silva

O Bahia segue buscando um maestro para comandar o seu meio-de-campo. O boliviano Campos pode até ser esse homem, mas só deve jogar a partir de agosto. Por isso a cada momento surgem novas especulações na imprensa baiana. A última investida, no entanto, foi levantada pelo noticiário candango. Foi divulgado o interesse do tricolor em um antigo camisa 10, o meia Iranildo, que disputou o Campeonato Brasileiro de 2000 pelo clube.

O ídolo do Brasiliense abandonou um treino nesta semana, inconformado com a reserva. O conflito com o treinador Roberval Davino facilitaria que o clube aceitasse a suposta proposta tricolor ou de um clube do Oriente Médio, mas já foi contornado e o meio-campista inclusive já treinou entre os titulares, diminuindo as suas chances de deixar o Jacaré. Lógico que tais propostas podem ter sido citadas apenas para a valorização do jogador.

Não vem

Já o atacante Márcio Barros, que segundo o próprio empresário, estava muito próximo do Bahia, acabou acertando com o Náutico. O empresário Gilson Marcos alegou que a escolha foi baseada na maior visibilidade do Timbu neste momento, por estar disputando a primeira divisão. O centroavante fez apenas 7 gols no campeonato pernambucano deste ano, atuando pelo Santa Cruz, contra 18 do antigo companheiro, e ídolo da torcida do Bahia, Marcelo Ramos, artilheiro do estadual.

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Quinta-feira, Maio 28, 2009

Triunfo do futebol bem jogado: Barcelona

Leandro Silva

Sou daqueles que acredita que o bom futebol não é apenas aquele bonito, cheio de dribles e lances geniais. Valorizo muito a garra, vontade e objetividade, mas é inegável que atuações como a do atual Barcelona, que consegue aliar as duas coisas, dão gosto de ver.

E o título de ontem da Liga dos Campeões, frente ao Manchester United, não foi apenas do futebol bonito, mas do bem jogado. A entrega de um Puyol ou de um Yaya Touré complementam a arte de Messi, Henry e Eto´o e a eficiência de Daniel Alves (desfalque ontem), Iniesta e Xavi. Os dois espanhóis parecem gêmeos no futebol e são fundamentais para o bom funcionamento deste Barcelona.

Por fim, Lionel Messi superou o português Cristiano Ronaldo no duelo que deve definir melhor do mundo neste ano.

Terça-feira, Maio 26, 2009

A legião tricolor no Frasqueirão

Leandro Silva

No mês passado, minha namorada me ligou de Natal: "Quer que eu leve pra você uma camisa do ABC ou do América?". Respondi, sem pestanejar: do ABC. Quando ela me deu a camisa número 10, eu expliquei minha escolha, baseada na ajuda prestada pelo alvinegro, contra o Rio Branco. E a minha identificação com o time potiguar vem aumentando desde a contratação do técnico Arturzinho.

Ele era o comandante da nau tricolor no período em que cobri o clube diariamente. Desde a sua chegada, o clube já contratou cinco jogadores com passagem pelo clube baiano. O primeiro foi o volante Fausto, depois chegaram o goleiro Paulo Musse, os meias Rafael e Alex Oliveira e, por último, o clube anunciou o atacante Fabio Saci, que estava no Bangu. Gosto muito de Fausto, Rafael e Alex Oliveira. Os dois primeiros, inclusive, acredito que fossem muito úteis ao atual elenco do Esquadrão.

Dos contratados, apenas Alex Oliveira não foi treinado por Artur nas suas passagens pelo Bahia, pois jogou apenas em 2001, quando conquistou o Campeonato do Nordeste. Paulo Musse, Saci e Fausto jogaram juntos em 2007 e apenas o último permaneceu em 2008, quando jogou com o meia Rafael.

Para ganhar mais ainda a minha simpatia, só falta confirmar os rumores que apontam o meu ídolo Nonato como o próximo a reforçar a legião tricolor no Frasqueirão.

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Obina no Palmeiras

Leandro Silva

Sou sempre a favor da permanência de um jogador durante muito tempo em um time, pela identificação criada com torcida e clube, mas, assim como falei quando Adriano deixou a Internazionale, digo que a mudança de ares deve fazer bem a Obina. Nos últimos tempos, só estavam fazendo piada com um atacante que já mostrou em diversas oportunidades que tem qualidades que insistem em ofuscar com o folclore que há em torno de si.

Se a torcida do Palmeiras não pegar no pé dele, há boas chances de Obina voltar aos seus melhores momentos, servindo à sua melhor maneira, saindo do banco para resolver os jogos em que o Palmeiras precisar de uma força física que Keirrison não tem.

Por outro lado, se os palmeirenses entrarem na onda de apenas criticar o atacante baiano, vai ser difícil que ele consiga emplacar. Basta lembrar que ele só foi bem no Flamengo e no Vitória quando se sentia querido. Obina precisa jogar com alegria.

Deixa Obina jogar, ô iaiá!!!

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Seleção da terceira rodada da Série B

  • Marcelo (Bahia): pela segunda rodada consecutiva, o arqueiro foi um verdadeiro paredão. Contra o São caetano, não deu para evitar a virada, mas contra o Ceará conseguiu segurar o 1 a 0.
  • Boiadeiro (Ceará): tentou de tudo contra o Bahia, mas não conseguiu ajudar a empatar.
  • Evaldo (Bahia): Foi bem na defesa, mas seu principal mérito foi o gol de cabeça.
  • Nen (Bahia): Evaldo foi quem fez o gol, mas lá atrás, como sempre, o capitão foi o cara.
  • Anderson Paim (Portuguesa): Fez uma grande partida e ainda fez gol no triunfo sobre o Figueirense.
  • Nilton (Vasco): vem jogando muito bem e não foi diferente no triunfo por 3 a 0 contra o Atlético Goianiense.
  • Léo Dias (Juventude): péssimo no Bahia, Léo Dias vem se destacando no alviverde e marcou um gol contra o ABC, no triunfo, por 2 a 0.
  • Márcio Diogo (Ipatinga): dessa vez, não foi Amilton ou Marcelo Ramos a brilhar, mas sim o meia que fez os dois gols contra a Ponte.
  • Geraldo (Ceará): não conseguiu ajudar o Ceará a empatar com o Bahia, mas deu muita dor de cabeça aos tricolores.
  • Fellype Gabryel (Portuguesa): foi bem e ainda fez um contra o Figueirense.
  • Élton (Vasco): O baiano vem deixando sua marca sempre, garantindo seu destaque. Dessa vez, fez um contra o Atlético Goianiense.

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Seleção da terceira rodada da Série A

  • Marcos (Palmeiras): O goleiro campeão mundial mostrou mais uma vez sua extrema qualidade com grandes defesas no clássico contra o São Paulo. Dênis, do São Paulo, teria sido o melhor, não fosse o Palmeiras. O 0 a 0 teve a assinatura dos dois.
  • Everton Silva (Flamengo): Com muita velocidade e entrega, jogou mais do que o titular, Leonardo Moura, vem jogando, e foi fundamental para a vitória do Flamengo sobre o Santo André, por 2 a 1, fora de casa.
  • Gladstone (Náutico): Teve destaque na virada histórica do Timbu sobre o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, por 3 a 2. Marcou o primeiro dos pernambucanos com muita categoria.
  • Jean (Corinthians): Fez o gol da vitória sobre o Barueri. Importante para ganhar moral.
  • Armero (Palmeiras): Deu dor de cabeça aos são-paulinos, pela esquerda no clássico.
  • Eduardo Costa (São Paulo): Marcou muito bem no clássico.
  • Ibson (Flamengo): voltou a jogar muito bem contra o Santo André e foi importante para o triunfo.
  • Anderson Lessa (Náutico): saiu do banco para fazer dois gols na virada do Timbu. Vem sendo muito importante.
  • Éder Luís (Atlético Mineiro): acabou com o Sport, com o golaço, na vitória por 3 a 2.
  • Kleber (Cruzeiro): Matou o jogo contra o Vitória, por 2 a 0, logo no primeiro tempo, com seus dois bonitos gols.
  • Josiel (Flamengo): Muito criticado, o atacante fez os dois gols da vitória do Flamengo. O segundo, golaço, de cobertura.

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Quinta-feira, Maio 21, 2009

Minha Seleção

Leandro Silva

Hoje tem convocação da Seleção e resolvi postar aqui os jogadores que eu gostaria de ver (não nessa convocação) na próxima Copa. Se estiverem em condições. Sei que Adriano, Thiago Silva e Juan não estão atuando, mas acho que o trio tem todas as condições de estar na próxima Copa.

Goleiros

Julio César – Internazionale/ITA

Bruno – Flamengo

Felipe – Corinthians

Zagueiros –

Juan – Roma/ITA

Lúcio – Bayern/ALE

Alex – Chelsea/ING

Thiago Silva – Milan/ITA

Laterais-direitos

Daniel Alves – Barcelona/ESP

Maicon – Internazionale/ITA

Laterais-esquerdos

André Santos – Corinthians

Marcelo – Real Madrid/ESP

Volantes

Cristhian – Corinthians

Pierre – Palmeiras

Elias – Corinthians

Elano –Manchester City/ING

Meias

Ronaldinho – Milan/ITA

Kaká – Milan/ITA

Diego – Werder Bremen/ALE

Atacantes

Robinho – Manchester City/ING

Luis Fabiano – Sevilla/ESP

Alexandre Pato – Milan/ITA

Nilmar – Internacional

Adriano – Flamengo

Terça-feira, Maio 19, 2009

Seleção da segunda rodada da Série A

  • Eduardo Martini (Avaí): contou com a falta de pontaria dos atacantes do Flamengo, mas também teve a sua participação fundamental para garantir o 0 a 0 no Maracanã
  • Luizinho (Santos): Atuou bem contra o Goiás e foi responsável direto pelo primeiro gol do jogo, após chute cruzado, que Kléber Pereira empurrou para as redes.
  • Rafael Santos (Atlético-PR): Na sua função, não foi muito feliz, pois o Furacão sofreu dois gols do São Paulo, mas lá na frente, marcou dois e garantiu um empate fora de casa.
  • Edcarlos (Fluminense): O beque baiano vem se destacando pelo Flu. Foi bem, no empate com o Barueri.
  • Gustavo Nery (Santo André): Se permanecer assim, pode voltar a ser considerado o grande lateral que já foi
  • Derley (Náutico): O volante emprestado pelo Inter teve grande atuação e marcou um golaço que abriu o caminho para a vitória por 2 a 0 sobre a Raposa
  • Rodrigo Souto (Santos): Jogou bem e fez dois gols no empate de 3 a 3, contra o Goiás.
  • Marcelinho Carioca (Santo André): O craque foi destaque e ainda fez um gol na goleada, fora de casa, por 4 a 2, contra o Coritiba
  • Carlinhos Bala (Náutico): além do golaço que fez, encobrindo o goleiro Fábio, Bala teve uma atuação destacada e ajudou o Timbu a vencer um adversário difícil como o Cruzeiro
  • Pablo Escobar (Santo André): Fez um gol, participou diretamente de outro e voltou a se destacar pelo Ramalhão.
  • Iarley (Goiás): ajudou o Goiás a conseguir o empate em 3 a 3 com o Santos.

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Seleção da segunda rodada da Série B

  • Marcelo (Bahia): Fez defesas espetaculares, mas não conseguiu evitar a derrota, por 2 a 1, para o São Caetano.
  • Marco Aurélio (ABC): O sósia de Robinho fez um gol, mas não conseguiu evitar a derrota para o Figueirense, por 3 a 1, em casa
  • Marcelo Batatais (São Caetano): O veterano beque deu conta do recado e conseguiu ajudar na vitória sobre o Bahia.
  • Santiago (Duque de Caxias): O ex-beque do Bahia fez, de cabeça, um dos gols da vitória sobre o Juventude, por 4 a 2.
  • Everton Ribeiro (São Caetano): Rápido e driblador, o lateral da seleção sub-20 deu a maior dor de cabeça para a defesa do Bahia na vitória por 2 a 1.
  • Lucas (Ipatinga): Fez um gol e teve atuação destacada na goleada do Ipatinga sbre o Vila Nova.
  • Léo Lima (Vasco): Vai começando a se destacar no Vasco. Fez um gol.
  • Geraldo (Ceará): O alvinegro perdeu para o Vasco, mas o veterano meia conseguiu fazer uma grande partida.
  • Rafael Coelho (Figueirense): Já tinha marcado dois na estreia, em casa. E repetiu a dose, fora, contra o ABC, no triunfo por 3 a 1.
  • Marcelo Ramos (Ipatinga): Ele é o cara. Em sua segunda partida pelo time mineiro, já fez dois na goleada de 4 a 0, sobre o Vila Nova
  • Fabio Junior (Brasiliense): O veterano já vinha sendo criticado pelo jejum de gols, mas marcou dois na virada sobre o Campinense, por 2 a 1.

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Terça-feira, Maio 12, 2009

Seleção da primeira rodada da Série A

  • Fábio (Cruzeiro) - A Raposa venceu o Flamengo por 2 a 0, mas poderia até ter perdido o jogo, não fossem as defesas do seu camisa 1, que compensou o fato de jogar com um jogador a menos, defendendo até um pênalti.
  • Carlos Alberto (Atlético-MG) - o volante do Galo entrou na lateral e conseguiu levar o alvinegro ao empate contra o Avaí, na Ressacada.
  • Réver (Grêmio) - Regular, como sempre, o beque quase deu a vitória ao Grêmio contra o Santos ao fazer um bonito gol. Acabou sofrendo o gol de empate, mas não manchou a sua atuação
  • Leonardo Silva (Cruzeiro) - além do goleiro, foi outro que teve papel fundamental no triunfo cruzeirense
  • Julio César (Goiás) - Sua velocidade, cruzamentos e chutes seguem fazendo estragos. Não conseguiu levar o seu time à vitória frente ao Náutico, mas fezum gol e ajudou no empate em 3 a 3.
  • Maurício (Fluminense) - Pelo golaço que fez contra o São Paulo, garantiu uma vaguinha na Seleção
  • Bida (Vitória) - Como sempre, foi fundamental para o time rubro-negro, que venceu o Atlético Paranaense, por 2 a 0
  • Carlinhos Bala (Náutico) - Fez um gol, deu assistência para outro e foi fundamental para o empate do Náutico
  • Madson (Santos) - O baixinho apanhou bastante em campo e deu muito trabalho ao Grêmio
  • Nilmar (Internacional) - Contra o Corinthians, seu ex-clube pelo qual foi campeão brasileiro em 2005, o atacante fez um golaço, driblando seis adversários, em fila.
  • Felipe (Goiás) - Artilheiro do estadual, Felipe manteve o faro de gol, fazendo dois contra o Náutico.

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Segunda-feira, Maio 11, 2009

Seleção da primeira rodada da Série B

  • Fábio (Portuguesa) - Garantiu o 0 a 0, fora de casa, com o Vila Nova, com boas defesas. A Lusa está bem servida em sua meta
  • Marrom (Ponte Preta) - Zagueiro de origem, jogou improvisado na lateral-direita, mas não comprometeu e ainda fez um gol de cabeça na vitória sobre o ABC, por 2 a 0.
  • Gum (Ponte Preta) - Foi fundamental para segurar o ataque do ABC, que atuou melhor.
  • Jean (Ponte Preta) - Outro a se destacar contra o ABC
  • Alysson (Atlético Goianiense) - Ajudou o Atlético a vencer o América fora de casa por 2 a 1
  • Erandir (ABC) - O bom jogador fez uma boa estreia, mas não foi suficiente para evitar a derrota para a Ponte Preta, por 2 a 0, fora de casa
  • Léo Medeiros (Bahia) - Cada vez mais recuado, ainda não é o mesmo das primeiras partidas com a camisa do tricolor, mas foi muito importante para o triunfo contra o Paraná
  • Walter Minhoca (Guarani) - O meia foi fundamental para a goleada do Guarani, por 4 a 2, fora de casa, contra o Fortaleza, e ainda fez um gol.
  • Caíque (Guarani) - Outro jogador determinante para a vitória do Bugre. Ainda fez dois gols.
  • Paulo Roberto (Bahia) - O menino fez o primeiro gol tricolor na competição e ainda conseguiu duas expulsões de jogadores do Paraná. Uma estreia memorável para mostrar que tem condições de ser titular.
  • Rafael Coelho (Figueirense) - Fez dois gols e foi fundamental para a grande vitória, em casa, do Figueirense, por 3 a 0, sobre o Ipatinga.

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Quinta-feira, Maio 07, 2009

Guia da Série A 2009

Leandro Silva

Vitória

Destaques: Ramon, Apodi, Bida

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Prováveis surpresas: Kleyton, Uelliton

Passaram pela Seleção: Ramon, Jackson

Ex-Bahia: Rafael Bastos, Ramon

Time-base: Viáfara, Apodi, Marco Aurélio, Anderson Martins e Luciano Almeida; Vanderson, Carlos Alberto, Bida, Ramon, Jackson; Neto Baiano.

Elenco:

Goleiros: Viáfara, Gléguer, Baggio

Zagueiros: Marco Aurélio, Anderson Martins, Wallace, Victor Ramos, Thiago Gomes, Luis Henrique

Laterais-direitos: Apodi, Bosco

Laterais-esquerdos: Luciano Almeida, Robinho, Ernandes, Nill

Volantes: Vanderson, Carlos Alberto, Bida, Uelliton, Xavier, Ramirez

Meias: Ramon, Jackson, Leandro Domingues, Cristian, Willian, Rafael Bastos, Gláucio, Javier Reina, Rafael, Kleyton Domingues

Atacantes: Neto Baiano, Nadson, Roger, Washington, Neto Berola, Adriano, André Luiz

Técnico: Paulo César Carpegiani

Corinthians

Destaques: Ronaldo, Elias, Jorge Henrique

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Prováveis surpresas: Marcinho, Diogo, Diego

Passaram pela Seleção: Ronaldo, Morais, Dentinho (sub-20), William (sub-17), Lulinha (sub-17)

Ex-Vitória: Felipe

Time-base: Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristhian, Elias e Douglas; Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo.

Elenco:

Goleiros: 1 Felipe, 22 Julio César

Zagueiros: 3 Chicão, 4 William, 14 Jean, 18 Diego

Laterais-direitos: 5 Alessandro, 33 Diogo

Laterais-esquerdos: 27 André Santos, 34 Wellington Saci, 2 Escudero

Volantes: 6 Cristhian, 7 Elias, 32 Fabinho, Jucilei, 16 Marcelo Oliveira

Meias: 10 Douglas, 11 Morais, Marcinho, 19 Lulinha e 30 Boquita

Atacantes: 9 Ronaldo, 23 Jorge Henrique, 31 Dentinho, 20 Otacílio Neto, 50 Souza, 25 Acosta, Henrique

Técnico: Mano Menezes

Internacional

Destaques: Nilmar, D´alessandro, Taison

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Prováveis surpresas: Giuliano, Marcelo Cordeiro

Passaram pela Seleção: Nilmar, Kleber, Magrão, Álvaro (sub-23), Andrezinho (sub-20), Walter (sub-20), Tales (sub-20), Giuliano (sub-20)

Ex-Vitória: Marcelo Cordeiro, Alecsandro

Time-base: Lauro, Bolívar, Índio, Álvaro e Kléber; Sandro, Guiñazu, Magrão e D´alessandro; Taison e Nilmar.

Elenco:

Goleiros: Lauro, Michel Alves, Clemer

Zagueiros: Bolívar, Índio, Álvaro, Sorondo, Danny Morais, Danilo Silva

Laterais-direitos: Arilton

Laterais-esquerdos: Kléber, Marcelo Cordeiro

Volantes: Guiñazu, Magrão, Sandro, Glaydson

Meias: D´alessandro, Andrezinho, Giuliano, Rosinei, Marinho, Tales

Atacantes: Taison, Nilmar, Alecsandro, Walter, Leandrão

Técnico: Tite

Cruzeiro

Destaques: Kleber, Wagner, Athirson

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Prováveis surpresas: Zé Carlos, Bernardo

Passaram pela Seleção: Fabio, Anderson, Athirson, Wagner, Kleber (sub-20), Thiago Heleno (sub-20), Jancarlos (sub-20)

Ex-Bahia: Leonardo Silva

Ex-Vitória: Leonardo Silva, Fernandinho

Time-base: Fabio, Jonathan, Leonardo Silva, Thiago Heleno e Athirson; Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Wellington Paulista e Kleber.

Elenco:

Goleiros: Fabio, Andrey

Zagueiros: Leonardo Silva, Thiago Heleno, Gustavo, Anderson, Léo Fortunato

Laterais-direitos: Jonathan, Jancarlos

Laterais-esquerdos: Athirson, Sorin, Fernandinho

Volantes: Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires, Henrique, Elicarlos, Zé Eduardo

Meias: Wagner, Gerson Magrão, Bernardo, Camilo

Atacantes: Kleber, Soares, Wellington Paulista, Zé Carlos, Wanderley

Técnico: Adilson Batista

Flamengo

Destaques: Adriano, Ibson, Kleberson, Leonardo Moura

                Adriano sorri e mostra o escudo do Fla

Prováveis surpresas: Everton, Airton e Erick Flores

Passaram pela Seleção: Adriano, Kleberson, Leonardo Moura, Juan, Jonatas, Wellinton (sub-20)

Baianos: Obina

Ex-Vitória: Obina, Zé Roberto

Time-base: Bruno, Airton, Wellinton, Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Willians, Kleberson, Ibson e Juan; Zé Roberto e Adriano.

Elenco:

Goleiros: 1 Bruno, 20 Diego

Zagueiros: 23 Wellinton, 4 Ronaldo Angelim, 25 Douglas, 13 Thiago Sales

Laterais-direitos: 2 Leonardo Moura, 14 Everton Silva

Laterais-esquerdos: 6 Juan, 26 Egídio

Volantes: 8 Willians, 15 Kleberson, 14 Airton, 21 Toró

Meias: 10 Zé Roberto, 7 Ibson, 5 Jonatas, 30 Erick Flores, 22 Everton, 16 Gonzalo Fierro

Atacantes: Adriano, Josiel, 11 Emerson, 18 Obina, 17 Maxi

Técnico: Cuca

São Paulo

Destaques: Jorge Wagner, Borges, Hernanes

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Prováveis surpresas: Aislan

Passaram pela Seleção: Rogério Ceni, Miranda, Hernanes, Arouca, Eduardo Costa, Richarlyson, Washington, Dagoberto

Baianos: Jorge Wagner, Zé Luís, Borges, Fabiano

Ex-Bahia: Jorge Wagner, Zé Luís

Ex-Vitória: Wagner Diniz, Richarlyson

Time-base: Bosco, André Dias, Renato Silva, Miranda; Dagoberto, Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Borges e Washington.

Elenco:

Goleiros: 1 Rogério Ceni, 22 Bosco, Fabiano

Zagueiros: 3 André Dias, 14 Renato Silva, 5 Miranda, Aislan

Laterais-direitos: 2 Wagner Diniz

Laterais-esquerdos: 6 Junior César

Volantes: Jean, 10 Hernanes, 11 Arouca, 23 Zé Luís, 8 Eduardo Costa, 20 Richarlyson

Meias: 7 Jorge Wagner, 18 Hugo

Atacantes: 17 Borges, 9 Washington, 25 Dagoberto, 19 André Lima

Técnico: Muricy Ramalho

Palmeiras

Destaques: Keirrison, Diego Souza, Marcos

http://jogabonitobr.files.wordpress.com/2009/03/keirrisonpalmeiraspotosi29012009.jpg

Prováveis surpresas: Wendell, Willans

Passaram pela Seleção: Marcos, Edmilson, Mozart, Diego Souza (sub-20), Marquinhos (sub-20)

Baianos: Marquinhos, Jefferson

Ex-Bahia: Jefferson

Ex-Vitória: Marquinhos, Willans

Time-base: Marcos, Wendell, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Pierre, Edmilson, Cleiton Xavier e Diego Souza; Willans e Keirrison.

Elenco:

Goleiros: 12 Marcos, 45 Bruno

Zagueiros: 15 Maurício Ramos, 23 Danilo, 13 Marcão, 33 Maurício, 4 Jéci

Laterais-direitos: 14 Fabinho Capixaba

Laterais-esquerdos: 6 Armero, 16 Jefferson

Volantes: 5 Pierre, 3 Edmilson, Mozart, 2 Sandro Silva, 18 Jumar, Souza

Meias: 7 Diego Souza, 10 Cleiton Xavier, 8 Willans, 27 Evandro, Deyvid

Atacantes: 9 Keirrison, 30 Ortigoza, 19 Lenny, 11 Marquinhos, 20 Max

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Santos

Destaques: Kleber Pereira, Madson

http://colunas.gazetaweb.globo.com/files/472/2009/03/2008864madson.jpg

Prováveis surpresas: Maikon Leite, Neymar, Paulo Henrique Ganso

Passaram pela Seleção: Fabio Costa, Fabiano Eller, Adailton (sub-23), Léo

Baianos: Fabão, Domingos, Adailton

Ex-Bahia: Fabão, Fabiano Santos

Ex-Vitória: Adailton, Fabio Costa

Time-base: Fabio Costa, Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Léo; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique e Madson; Neymar e Kleber Pereira

Elenco:

Goleiros: Fabio Costa, Douglas

Zagueiros: Fabão, Fabiano Eller, Adailton, Domingos, Paulo Henrique,

Laterais-direitos: Luizinho, Pará, Fabiano Santos

Laterais-esquerdos: Léo, Triguinho

Volantes: Roberto Brum, Rodrigo Souto, Germano, Adriano

Meias: Paulo Henrique Ganso, Madson, Lúcio Flávio, Molina, Robinho

Atacantes: Kleber Pereira, Neymar, Roni, Bolaños, Maikon Leite, Tiago Luís

Técnico: Vagner Mancini

Sport

Destaques: Wilson, Paulo Baier, Daniel Paulista

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Prováveis surpresas: Ciro, Moacir

Time-base: Magrão, César Lucena, Igor, Durval; Moacir, Hamilton, Daniel Paulista, Paulo Baier e Dutra; Wilson e Vandinho

Elenco:

Goleiros: Magrão, Cléber, Saulo

Zagueiros: César Lucena, Igor, Durval, Gabriel, Juliano

Laterais-direitos: Jonas

Laterais-esquerdos: Dutra, Bruno Teles

Volantes: Moacir, Hamilton, Daniel Paulista, Andrade, Sandro Goiano

Meias: Paulo Baier, Luciano Henrique, Fumagalli

Atacantes: Vandinho, Wilson, Ciro, Weldon, Guto

Técnico: Nelsinho Baptista

Grêmio

Destaques: Tcheco, Souza, Maxi Lopez

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Prováveis surpresas: Douglas Costa, Adilson

Passaram pela Seleção: Fabio Santos (sub-20)

Time-base: Victor, Léo, Réver, Rafael Marques; Ruy, Makelele, Tcheco, Souza, Fabio Santos; Jonas e Maxi Lopez.

Elenco:

Goleiros: Victor, Marcelo Grohe

Zagueiros: Léo, Réver, Rafael Marques , Fábio Ferreira

Laterais-direitos: Ruy, Joilson

Laterais-esquerdos: Fabio Santos, Jadilson, Hélder

Volantes: Makelele, Adilson, Túlio, Orteman, Diogo, William Magrão

Meias: Tcheco, Souza, Douglas Costa

Atacantes: Alex Mineiro, German Herrera, Maxi Lopez, Edixon Perea, Jonas, Reinaldo

Técnico: Marcelo Rospide

Fluminense

Destaques: Fred, Conca, Luis Alberto

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Prováveis surpresas: Maicon, João Paulo

Passaram pela Seleção: Fred, Thiago Neves, Luis Alberto, Leandro Amaral, Edcarlos (sub-20), Eduardo Ratinho (sub-20), Leandro Bomfim (sub-20)

Baianos: Edcarlos, Leandro Bomfim

Ex-Vitória: Leandro Bomfim

Time-base: Fernando Henrique, Mariano, Luis Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellington Monteiro, Diguinho, Conca e Thiago Neves; Maicon e Fred.

Elenco:

Goleiros: Fernando Henrique, Rafael, Ricardo Berna

Zagueiros: Luis Alberto, Edcarlos, Cássio, Digão

Laterais-direitos: Mariano, Eduardo Ratinho

Laterais-esquerdos: João Paulo

Volantes: Jailton, Diguinho, Wellington Monteiro, Fabinho, Romeu, Maurício

Meias: Thiago Neves, Conca, Leandro Bomfim, Tartá, Marquinho

Atacantes: Fred, Leandro Amaral, Maicon, Everton Santos, Alan

Técnico: Carlos Alberto Parreira

Botafogo

Destaques: Reinaldo, Maicosuel

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Prováveis surpresas: Eduardo, Jean Carioca

Baianos: Eduardo

Ex-Bahia: Eduardo, Túlio Souza

Time-base: Renan, Alessandro, Juninho, Emerson e Thiaguinho; Léo Silva, Leandro Guerreiro, Fahel e Maicosuel; Reinaldo e Victor Simões.

Elenco:

Goleiros: Renan, Castillo

Zagueiros: Juninho, Emerson, Eduardo, Teco, Wellington

Laterais-direitos: Alessandro, Thiaguinho

Laterais-esquerdos: Gabriel

Volantes: Léo Silva, Leandro Guerreiro, Fahel, Túlio Souza, Batista

Meias: Maicosuel, Jean Carioca, Renato, Lucas Silva

Atacantes: Reinaldo, Victor Simões, Diego, Jean Coral

Técnico: Ney Franco

Atlético Mineiro

Destaques: Diego Tardelli, Junior, Éder Luís

http://plins.blog.uol.com.br/images/1720096.jpg

Prováveis surpresas: Marcos Rocha

Passaram pela Seleção: Junior Nagata, Marques, Carlos Alberto (sub-20), Fabiano Costa (sub-23), Juninho (sub-23), Renan Oliveira (sub-20), Tchô (sub-20)

Baianos: Juninho, Junior,

Ex-Vitória: Juninho, Marcos, Junior, Renan,

Time-base: Juninho, Elder Granja, Marcos, Leandro Almeida e Junior; Carlos Alberto, Renan, Marcio Araújo e Fabiano Costa; Éder Luís e Diego Tardelli

Elenco:

Goleiros: Juninho, Edson

Zagueiros: Marcos, Leandro Almeida, Welton Felipe, Werley

Laterais-direitos: Marcos Rocha, Elder Granja, Sheslon

Laterais-esquerdos: Junior Nagata, Thiago Feltri, Luis Gustavo

Volantes: Carlos Alberto, Renan, Marcio Araújo, Rafael Miranda, Serginho Mineiro

Meias: Fabiano Costa, Renan Oliveira, Lopes, Tchô, Chiquinho, Hugo

Atacantes: Éder Luís, Diego Tardelli, Marques, Alessandro, Raphael Aguiar, Pedro Paulo, Kléber

Técnico: Celso Roth

Atlético Paranaense

Destaques: Rafael Moura, Marcinho

http://www.futebolparanaense.net/images/noticias/rafael_moura1.jpg

Prováveis surpresas: Raul, Wallysson

Passaram pela Seleção: Alberto

Baianos: Pimba

Ex-Vitória: Rafael Moura

Time-base: Gallatto, Antonio Carlos, Rodholfo, Chico; Raul, Edwin Valencia, Julio dos Santos, Marcinho, Marcio Azevedo; Julio César e Rafael Moura.

Elenco:

Goleiros: Gallatto, Vinicius

Zagueiros: Antonio Carlos, Rodholfo, Chico, Gustavo Lazzaretti

Laterais-direitos: Raul, Nei, Alberto, Douglas Maia

Laterais-esquerdos: Marcio Azevedo, Alex Sandro

Volantes: Edwin Valencia, Fransérgio, Jairo, Zé Antonio

Meias: Marcinho, Julio dos Santos, Netinho, Pimba, Rodrigo Diaz

Atacantes: Rafael Moura, Wallysson, Julio César, Lima, Jorge Preá, Wesley

Técnico: Geninho

Coritiba

Destaques: Marcelinho Paraíba, Carlinhos Paraíba

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Prováveis surpresas: Renatinho, Cleiton, Leandro Silva

Passaram pela Seleção: Marcelinho Paraíba, Leandro Silva (sub-20)

Time-base: Vanderlei, Felipe, pereira, Cleiton; Marcio Gabriel, Rodrigo Mancha, Douglas Silva, Pedro Ken e Carlinhos Paraíba; Marcelinho Paraíba e Marcos Aurélio.

Elenco:

Goleiros: 12 Vanderlei, 1 Edson Bastos

Zagueiros: 4 Felipe, 3 Pereira, 27 Cleiton, 34 Leandro Silva, 32 Lucas Mendes

Laterais-direitos: 13 Marcio Gabriel, 2 Rodrigo Heffner

Laterais-esquerdos: 26 Vicente, 6 Guaru

Volantes: 5 Rodrigo Mancha, 8 Douglas Silva, 17 Rodrigo Pontes, 30 Leandro Donizete, 15 William, 21 Dirceu

Meias: 10 Carlinhos Paraíba, 11 Marlos, 7 Pedro Ken, 28 Renatinho, 31 João Henrique, 29 Ramon

Atacantes: 9 Marcelinho Paraíba, 20 Marcos Aurélio, 37 Ariel Nahuelpan, 25 Hugo

Técnico: René Simões

Goiás

Destaques: Iarley, Felipe

http://www.iarley10.net/_files/noticias/noticia_105_43c59b61.jpg

Prováveis surpresas: Eduardo Ramos, Rafael Tolói

Passaram pela Seleção: Rafael Tolói (sub-20)

Ex-Bahia: Bruno Meneghel

Ex-Vitória: Ramalho

Time-base: Harley, Ernando, Rafael Tolói e Leandro Euzébio; Vitor, Ramalho, Everton, Eduardo Ramos e Julio César; Iarley e Felipe

Elenco:

Goleiros: Harley, Calaça, Leonan

Zagueiros: Ernando, Rafael Tolói, Leandro Euzébio, Henrique, Gomes, João Paulo

Laterais-direitos: Vítor, Douglas

Laterais-esquerdos: Julio César

Volantes: Everton, Ramalho, Fabio Bahia, Amaral

Meias: Zé Carlos, Eduardo Ramos, Romerito, Rafinha, Felipe Menezes

Atacantes: Iarley, Felipe, Bruno Meneghel, Jael, Anderson Gomes, Wendell

Técnico: Hélio dos Anjos

Náutico

Destaques: Gilmar, Carlinhos Bala

http://video.globo.com/GMC/foto/0,,15212071-EX,00.jpg

Prováveis surpresas: Anderson Lessa

Passaram pela Seleção: Gladstone

Baianos: Gilmar

Ex-Vitória: Gilmar

Time-base: Eduardo, Sidny, Vagner Silva, Gladstone, Alex; Derley, Johny, Junior Carioca e Daniel Gonzáles; Carlinhos Bala e Gilmar.

Elenco:

Goleiros: Eduardo, Gledson, André Sangalli

Zagueiros: Vagner Silva, Asprilla, Galiardo, Gladstone, Onildo, Negretti

Laterais-direitos: Sidny, Alex

Laterais-esquerdos: Edson Miolo, Anderson Santana

Volantes: Junior Carioca, Johny, Derley, Eduardo Eré

Meias: Daniel Gonzáles, Juliano, David, Dinda

Atacantes: Gilmar, Carlinhos Bala, Adriano Magrão, Anderson Lessa, Kuki

Técnico: Waldemar Lemos

Avaí

Destaques: Marquinhos, Caio e Lima

http://futebolsc.uol.com.br/imagens/item_7983.jpg

Prováveis surpresas: Medina, Anderson, Davi, Luis Ricardo

Passaram pela Seleção: Evando (sub-20), Anderson (sub-20), Abuda (sub-17)

Ex-Bahia: Caio

Ex-Vitória: Evando, Muriqui, Ferdinando, Ricardinho

Time-base: Eduardo Martini, Medina, Emerson, Turatto e Uendel; Marcus Winicius, Léo Gago, Marquinhos e Caio; Evando e Lima.

Elenco:

Goleiros: Eduardo Martini, Paes

Zagueiros: André Turatto, Emerson, Leandro Bambu, Anderson

Laterais-direitos: Medina

Laterais-esquerdos: Uendel, Eltinho

Volantes: Marcus Winicius, Léo Gago, Pingo, Xaves, Ferdinando, Wendell

Meias: Caio, Marquinhos, Ricardinho, Davi, Odair

Atacantes: Evando, Lima, Willian, Luís Ricardo, Abuda, Muriqui, Roberto

Técnico: Silas

http://www.campeoesdofutebol.com.br/imagens/santo_andre_escudo.gif

Santo André

Destaques: Marcelinho, Gustavo Nery e Dininho

http://www.atarde.com.br/arquivos/2008/08/43408.jpg

Prováveis surpresas: Cicinho, Junior Dutra

Passaram pela Seleção: Marcelinho, Gustavo Nery, Rodrigo Fabri

Ex-Bahia: Bruno César

Ex-Vitória: Élvis

Time-base: Diego, Cicinho, Marcel, Dininho e Gustavo Nery; Fernando, Dirceu, Marcelinho, Escobar; Rodrigo Fabri e Nunes.

Elenco:

Goleiros: Diego, Neneca

Zagueiros: Marcel, Dininho, Vinicius, Cesinha

Laterais-direitos: Cicinho, Alexandre

Laterais-esquerdos: Gustavo Nery, Arthur

Volantes: Fernando, Dirceu, Ricardo Conceição

Meias: Marcelinho Carioca, Pablo Escobar, Rodrigo Fabri, Elvis, Junior Dutra

Atacantes: Osny, Nunes, Alexandro, Bruno César

Técnico: Sérgio Guedes

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Barueri

Destaques: Pedrão, André Luiz, Ewerton

http://www.lance.com.br/resources/1310205.jpg

Prováveis surpresas: Fernandinho, Marcos Pimentel

Baianos: Val Baiano

Ex-Bahia: Ewerton

Time-base: Renê; Marcos Pimentel, Daniel Marques, André Luiz e Márcio Careca; Ralf, Everton e Xuxa; Thiago Humberto, Pedrão e Fernandinho.

Elenco:

Goleiros: Renê, Marcio

Zagueiros: Daniel Marques, André Luiz, Xandão, Leandro Castán, Duílio, João Leonardo

Laterais-direitos: Marcos Pimentel, Éder, Bruno Ribeiro

Laterais-esquerdos: Márcio Careca

Volantes: Ralf, Flávio Luís, Marcio Hahn, Leanderson

Meias: Ewerton, Xuxa, Flavinho

Atacantes: Pedrão, Thiago Humberto, Fernandinho, Luís, Basílio, Val Baiano

Técnico: Estevam Soares

Marcadores: , ,

Guia da Série B 2009

Leandro Silva


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Bahia

http://2.bp.blogspot.com/_h8MWoxHlf-E/SbSX5XdGouI/AAAAAAAACe8/WzqVY0Ycxtg/s320/baeavic.jpg

Destaques: Nen, Léo Medeiros, Reinaldo Alagoano

Prováveis surpresas: Ávine, Ananias, Paulo Roberto

Passaram pela Seleção: Elton (sub-23), Marcone (sub-20)

Time-base: Marcelo, Dedé, Evaldo, Nen e Rubens Cardoso; Leandro, Rogério, Elton e Léo Medeiros; Joãozinho e Reinaldo Alagoano.

Elenco:

Goleiros: Marcelo, Fernando, Waldson

Zagueiros: Evaldo, Nen, Alison, Paraíba, Menezes

Laterais-direitos: Dedé, Marcos

Laterais-esquerdos: Ávine, Rubens Cardoso

Volantes: Leandro Makelele, Elton, Rogério, Marcone, Willames, Diogo

Meias: Léo Medeiros, Ananias, Hélton Luiz, Alex Maranhão

Atacantes: Reinaldo Alagoano, Joãozinho, Beto, Lima, Paulo Roberto, Alex Terra

Técnico:Alexandre Gallo


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Vasco

Destaques: Carlos Alberto, Elton, Jefferson

http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/5809251.jpg

Prováveis surpresas: Alex Teixeira

Passaram pela Seleção: Leonardo (sub-20), Léo Lima (sub-23), Carlos Alberto (sub-20)

Baianos: Elton

Ex-Vitória: Faioli

Time-base: Tiago, Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton, Carlos Alberto e Jefferson; Rodrigo Pimpão e Elton.

Elenco:

Goleiros: Tiago, Fernando

Zagueiros: Fernando, Titi, Gian, Leonardo, Rafael Morisco

Laterais-direitos: Paulo Sérgio, Fagner

Laterais-esquerdos: Ramon, Edu Pina

Volantes: Nilton, Amaral, Mateus

Meias: Carlos Alberto, Jefferson, Léo Lima, Alex Teixeira, Fernandinho, Magno

Atacantes: Rodrigo Pimpão, Elton, Alan Kardec, Enrico, Edgar, Faioli,

Técnico: Dorival Júnior

Portuguesa

Destaques: Edno, Cristhian

http://dominiocomunic.files.wordpress.com/2009/04/edno1.jpg

Prováveis surpresas: Acleisson

Passaram pela Seleção: Cristhian, César Prates, Fellype Gabryel (sub-20)

Ex-Vitória: Vitor, Marco Antônio, Heverton

Time-base: Fabio, Alex Bruno, Bruno Rodrigo, Erick César; César Prates, Acleisson, Marco Antônio, Fellype Gabryel e Anderson Paim; Edno e Cristhian.

Elenco:

Goleiros: Fabio, Vítor, Dida

Zagueiros: Alex Bruno, Bruno Rodrigo, Ediglê, Erick César, Preto Costa

Laterais-direitos: César Prates, Wilton Goiano, Fernandinho

Laterais-esquerdos: Anderson Paim, Guigov

Volantes: Acleisson, Ygor, Fernando Gomes, Rai

Meias: Fellype Gabryel, Marco Antônio, Preto, Heverton

Atacantes: Edno, Cristhian, Dinei, Piraju, Tatá

Técnico: Bonamigo

Ponte Preta

Destaques: Aranha, Leandrinho, Jean

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Prováveis surpresas: Danilo Neco

Passaram pela Seleção: Edílson (sub-20)

Ex-Vitória: Jean, Edilson

Time-base: Aranha, Gum, Jean e Marinho; Dedê, Deda, William, Tinga e Juan; Leandrinho e Danilo Neco.

Elenco:

Goleiros: Aranha, Gilson

Zagueiros: Gum, Jean, Marinho, Dezinho, Tales, André Gaúcho

Laterais-direitos: Guilherme, Edílson, Eduardo Arroz, Dedê

Laterais-esquerdos: Marrom, Fabinho

Volantes: Deda, William, Tinga

Meias: Leandrinho, Fabiano Gadelha, Juan Marchísio, Bilu, Kim, Dener

Atacantes: Danilo Neco, Márcio Mixirica, Gustavo Savoia, Danilo Luís,

Técnico: Marco Aurélio

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Atlético Goianiense

Destaques: Elias, Márcio, Anailson

http://site.atleticocg.com.br/admin/images/30722900_1231175846.JPG

Prováveis surpresas: Marcão, Gil, Rafael Cruz

Passaram pela Seleção: Jair (sub-23), Anailson (sub-20)

Time-base: Marcio, Rafael Cruz, Gilson, Gil e Chiquinho; Pituca, Robston, Lindomar e Anailson; Elias e Marcão.

Baianos: Chiquinho, Jair, Alysson, Jair

Ex-Bahia: Marcio, França, Chiquinho, Jair, Elias

Ex-Vitória: França, Alysson, Jair, Elcimar

Elenco:

Goleiros: Marcio, França, Douglas

Zagueiros: Gil, Gilson, Jairo, Rafael Mattos, Ferreira

Laterais-direitos: Rafael Cruz, Edylton

Laterais-esquerdos: Chiquinho, Alysson

Volantes: Jair, Robston, Pituca, Romeu

Meias: Elias, Anailson, Lindomar, Francismar, Wesley

Atacantes: Marcão, André Leonel, Jailson, Elcimar, Juninho, Boka

Técnico: Mauro Fernandes

http://1.bp.blogspot.com/_x-cUJCvylIk/R31Q4EKthXI/AAAAAAAABZM/GPwTknlQwtQ/s200/sao_caetano_sp.gif

São Caetano

Destaques: Luan, Perdigão

A imagem “http://3.bp.blogspot.com/__czwW1wke9c/Sbgjxqby0KI/AAAAAAAADHY/yyi6q-XrjVo/s400/Luan+no+S%C3%A3o+Caetano.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Prováveis surpresas: Cascata, Vando

Passaram pela Seleção: Everton Ribeiro (sub-20)

Baianos: Danilo Rios, Adivaldo, Tatu, Everaldo, Cascata

Ex-Bahia: Bruno Recife

Ex-Vitória: Adivaldo, Marcelo Batatais

Time-base: Luiz, Nêgo, Marcelo Batatais, Everaldo e Bruno Recife; Dias, Perdigão, Roger, Everton Ribeiro; Marinho e Luan.

Elenco:

Goleiros: Luiz, Julio César

Zagueiros: Marcelo Batatais, Everaldo, Diego Padilha, Anderson Marques

Laterais-direitos: Nêgo, Iran

Laterais-esquerdos: Vando, Bruno Recife, Everton Ribeiro

Volantes: Perdigão, Tobi, Ademir Sopa, Dias, Diogo Orlando

Meias: Danilo Rios, Roger, Cascata, Gerson, Adivaldo, Marcinho

Atacantes: Luan, Marinho, Betinho, Anderson, Vandinho, Tatu

Técnico: Sérgio Soares

http://www.distintivos.com.br/Escudos/20050612-figueirense_sc.gif

Figueirense

Destaques: Pedrinho, Ricardinho, Marcelo Macedo

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Prováveis surpresas: Rafael Coelho, Rômulo, Kássio

Passaram pela Seleção:Pedrinho

Time-base: Wilson, Anderson Luís, Toninho, Régis e Anderson Pico; Alê, Rômulo, Roger Bernardo e Pedrinho; Rafael Coelho e Schwenk.

Elenco:

Goleiros: Wilson, Dalton, Gustavo

Zagueiros: Toninho, Régis, Rafael Lima, João Filipe, Bruno Perone

Laterais-direitos: Anderson Luís, Davidson, Lucas

Laterais-esquerdos: Anderson Pico, Wellington

Volantes: Alê, Roger Bernardo, Rômulo, Carlinhos, Michel, Sidnei

Meias: Pedrinho, Kássio, Fernandes, Talheti, Jairo

Atacantes: Rafael Coelho, Schwenk, Ricardinho, Marcelo Macedo, Douglas

Técnico: Roberto Fernandes

Ipatinga

Destaques: Marcelo Ramos

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Prováveis surpresas: Luiz Fernando

Passaram pela Seleção: Marcelo Ramos

Baianos: Marcelo Ramos

Ex-Bahia: Marcelo Ramos, Marcelo Cruz

Ex-Vitória: Marcelo Ramos, Diego Silva, Marcelo Moscatelli, Gustavo

Time-base: Marcelo Cruz, Cláudio, Thiago Mathias, Alessandro Lopes e Gustavo; Max carrasco, Evandro, Marcelo Moscatelli e Luiz Fernando; Diego Silva e Marcelo Ramos

Elenco:

Goleiros: Marcelo Cruz, Thiago Braga, Fred

Zagueiros: Thiago Mathias, Alessandro Lopes, Thiago Junio

Laterais-direitos: Cláudio, Marinho Donizete

Laterais-esquerdos: Gustavo, Julio César

Volantes: Max Carrasco, Evandro, Lucas, Caetano

Meias: Marcelo Moscatelli, Luiz Fernando, Leandro Brasília

Atacantes: Marcelo Ramos, Diego Silva, Amilton, Márcio Diogo, Rafael Grampola, Muller

Técnico: Marcelo Oliveira

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Paraná

Destaques: Alex Afonso, Lenilson

http://globoesporte.globo.com/ESP/Home/foto/0,,9841265-EX,00.jpg

Prováveis surpresas: Kleber

Baianos: Gabriel, Kleber, Edimar

Ex-Vitória: Aderaldo, Gabriel, Ney

Time-base: Ney, Marcelo Toscano, Gabriel, Aderaldo e Fabinho; Edimar, Agenor, Kleber e Bruninho; Wellington Silva e Alex Afonso.

Elenco:

Goleiros: Ney, Rodolfo, Luis Carlos

Zagueiros: Gabriel, Aderaldo, Marcelo, Luis Henrique

Laterais-direitos: Marcelo Toscano, Alex, Murilo

Laterais-esquerdos: Murilo Ceará, Fabinho

Volantes: Edimar, Agenor, João Paulo, Thiago Araújo

Meias: Kleber, Bruninho, Élvis, Everton

Atacantes: Alex Afonso, Wellington Silva, Wando, Danielzinho

Técnico: Zetti

http://www.futebolnarede.com/noticias/ban_int/juventude.gif

Juventude

Destaques: Alysson, Zé Carlos e Mendes

http://colunas.globoesporte.com/files/178/2009/04/ze-do-gol-esta-voltando.jpg

Prováveis surpresas: Maycon e Ivo

Passaram pela Seleção: Zezinho (sub-17)

Baianos: Mendes, Zé Carlos

Ex-Bahia: Thiago Maciel, Alysson, Léo Dias

Ex-Vitória: Mendes

Time-base: Gatti, Luiz Felipe, Alysson, Rogélio e Mineiro; Walker, Juan Perez, Léo Dias e Lauro; Zé Carlos e Mendes

Elenco:

Goleiros: Gatti, Carlos

Zagueiros: Alysson, Rogelio, Alex Moraes, Dirley, Da Silva

Laterais-direitos: Luiz Felipe, Cicinho e Thiago Maciel, Naydion

Laterais-esquerdos: Mineiro, Fábio, Paulinho

Volantes: Juan Perez, Walker, Renan, Tiago Renz

Meias: Léo Dias, Peter, Lauro, Edimar, Zezinho, Alan

Atacantes: Mendes, Zé Carlos, Maycon, Ivo, Felipe, Kyto, Jandson

Técnico: Gilmar Iser

http://br.geocities.com/so_quer_futebol/brasiliense_n.jpg

Brasiliense

Destaques: Iranildo, Éder e Fábio Junior

http://www.correiobraziliense.com.br/arquivos/noticia/20090404093908419.jpg

Prováveis surpresas: Chefe

Passaram pela Seleção: Fabio Junior, Iranildo

Baianos: Cláudio Luiz

Ex-Bahia: Fabio Junior, Iranildo

Ex-Vitória: Cláudio Luiz, Allan Dellon e Edinho

Time-base: Guto, Fabio Braz, Cláudio Luiz e Ailson; Julio César, Coquinho, Iranildo, Éder, Adrianinho e Edinho;Fabio Junior.

Elenco:

Goleiros: Guto, Osmar

Zagueiros: Fabio Braz, Cláudio Luiz, Cris, César Gaúcho, Perivaldo, Ailson, Raphael

Laterais-direitos: Julio César, Rogério

Laterais-esquerdos: Edinho, Everton

Volantes: Coquinho, Patrick, Juninho, Pedro Ayub

Meias: Iranildo, Éder, Adrianinho, Rodriguinho, Allan Dellon

Atacantes: Fabio Junior, Leandro Neto, Chefe, Gustavo, Ricardinho, Wellington Dias, Chimba

Técnico: Roberto Davino

http://esporte.ig.com.br/images/461/210/8/788033.bragantino_73_89.jpg

Bragantino

Destaques: Moradei

http://2.bp.blogspot.com/_-o9tej1Trkc/SCW4pZhBKxI/AAAAAAAAAHM/I97Uv7CpoJQ/s400/Moradei.jpg

Prováveis surpresas: Bill

Ex-Vitória:Danilo Bueno

Time-base: Gilvan, Thiago Almeida, Gustavo, Kadu e Anderson; Adriano, Moradei, Danilo Bueno e Sérgio Manoel; Bill e Vinícius.

Elenco:

Goleiros: Gilvan, Sérvulo, Renato

Zagueiros: Gustavo, Kadu, Marcelo Godri, Anderson Salles, Cris, Carlinhos

Laterais-direitos: Thiago Almeida, Diego Macedo

Laterais-esquerdos: Anderson

Volantes: Moradei, Adriano, Juninho, Alan, Rodrigo Costa, Artur

Meias: Danilo Bueno, Sérgio Manoel, Everton, Sandro Silva

Atacantes: Bill, Vinícius, Kleberson, Everton Isidoro

Técnico: Marcelo Veiga

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Fortaleza

Destaques: Marcelo Nicácio, Cleysson e Rodrigo Mendes

http://www.jangadeiroonline.com.br/blogs/esportes/wp-content/uploads/2009/03/marcelo_nicacio002.jpg

Prováveis surpresas: Bambam, Adailton, Bismarck

Baianos: Marcelo Nicácio

Ex-Bahia: Marcelo Nicácio

Ex-Vitória: Cleysson

Time-base: Douglas, Maisena, Gilmack, Edson e Guto; Coutinho, Cleysson, Bismarck e Rodrigo Mendes; Marcelo Nicácio e Luiz Carlos.

Elenco:

Goleiros: Douglas, Alexandre Favaro, Raul

Zagueiros: Sílvio, Edson, Danilo, Romário, Gilmack

Laterais-direitos: Maisena, Neto, Élvis

Laterais-esquerdos: Guto, Eusébio, Felipe Soares

Volantes: Álvaro, Coutinho, Denílson, Igor, Julio, Leandro

Meias: Cleysson, Rodrigo Mendes, Bismarck, Sidnei

Atacantes: Marcelo Nicácio, Adailton, Bambam, Wanderley, Luiz Carlos, Cleiton

Técnico: Mirandinha

http://asmilcamisas.files.wordpress.com/2008/10/simbol5.jpg

Ceará

Destaques: Geraldo, Sérgio Alves, Arlindo Maracanã

http://www.jangadeiroonline.com.br/imagens/noticias/860120090402061418.jpg

Prováveis surpresas: Alex Gaibu

Ex-Bahia: Geraldo, Sérgio Alves, Arlindo Maracanã

Ex-Vitória: André Balada

Time-base: Adilson Paredão, Boiadeiro, Eerivelton, Fabrício e Fabio Vidal; Careca, João Marcos, Arlindo Maracanã, Geraldo; Sérgio Alves e Wellington Amorim

Elenco:

Goleiros: Adilson Paredão, Marcelo Bonan, Jefferson

Zagueiros: Henrique, Erivelton, Fabrício, Anderson

Laterais-direitos: Arlindo Maracanã, Andrezinho, Boiadeiro

Laterais-esquerdos: Marcel, Fabio Vidal

Volantes: Jardel, Careca, Heleno, João Marcos, Michel, Chicão

Meias: Geraldo, Reinaldo, Alex Gaibu, Esley, Luisinho

Atacantes: Sérgio Alves, Wellington Amorim, Alberto, André Neles (Balada), Branquinho, Preto, Marcelo Brás, Misael

Técnico: Zé Teodoro

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Guarani

Destaques: Adriano Gabiru, Rodriguinho, Walter Minhoca

Prováveis surpresas: Maranhão

Passaram pela Seleção: Adriano Gabiru

Ex-Bahia: Rodriguinho

Ex-Vitória: Caíque

Time-base: Douglas, Maranhão, Márcio Alemão, Bruno Aguiar e Andrezinho; Cléber Goiano, Luciano Santos, Rodriguinho, Walter Minhoca e Adriano Gabiru; Ricardo Xavier.

Elenco:

Goleiros: Gisiel, Douglas

Zagueiros: Márcio Alemão, Dão, Luiz Eduardo, Bruno Aguiar, Cássio

Laterais-direitos: Maranhão, Murilo

Laterais-esquerdos: Andrezinho, Itaqui

Volantes: Nunes, Luciano Santos, Cléber Goiano

Meias: Rodriguinho, Adriano Gabiru, Walter Minhoca, Mário César, Caíque, Alex William

Atacantes: Ricardo Xavier, Fernando Gaúcho, Diego, Fabinho, Marquinhos, Dairo

Técnico: Vadão

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ABC

Destaques: Valdir Papel, Fábio Silva, Sandro, Erandir

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Prováveis surpresas: Rogerinho

Ex-Vitória: Valdir Papel, Marco Aurélio

Time-base: Tiago Cardoso, Gaúcho, Ben-Hur, Juninho; Marco Aurélio, Audálio, Erandir, Sandro e Rogerinho; Valdir Papel e Fábio Silva

Elenco:

Goleiros: Tiago Cardoso e Ranieri

Zagueiros: Gaúcho, Bem-Hur, Juninho, Fabiano

Laterais-direitos: Simão, Marco Aurélio, Paulinho

Laterais-esquerdos: Rogerinho, Delano

Volantes: Erandir, Rogério, Alexandre Oliveira, Audálio, Marquinhos Mossoró, Elton

Meias: Kel, Sandro, Rodriguinho

Atacantes: Valdir Papel, Fábio Silva, Paulinho Macaíba, Leandro Love, Hamilton, Ivan, Gabriel, Ricardinho e João Paulo

Técnico: Heriberto da Cunha

Vila Nova

Destaques: Galvão, Osmar

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Prováveis surpresas: Alisson

Ex-Bahia: Galvão

Time-base: Juninho, Osmar, Edson Borges, Leonardo e Cazumba; Cocito, Alisson, Marcel e Canindé; Vanderlei e Galvão

Elenco:

Goleiros: Juninho, Weverton

Zagueiros: Edson Borges, Leonardo, Thiago Carvalho, Victor, Tiago Prado

Laterais-direitos: Osmar, Dida

Laterais-esquerdos: Cazumba

Volantes: Alisson, Cocito, Otacílio, Leandro,

Meias: Marcel, Luciano Ratinho, Washington, Canindé

Atacantes: Vanderlei, Galvão, Willian, Kenedy, Eric, Marco Aurélio

Técnico: Gilson Kleina

América de Natal

Destaques: Souza, Sandro Hiroshi, Alexandre

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Prováveis surpresas: Jackson, Lúcio

Passaram pela Seleção: Souza, Alexandre, Sandro Hiroshi (sub-20)

Ex-Bahia: Guaru

Ex-Vitória: Xavier, Vinicius

Time-base: Weverton, Breno, Edson Rocha, Plínio e Xavier; Alexandre, Vinicius, Jackson, Souza; Guaru e Lúcio

Elenco:

Goleiros:Weverton, Rodolpho

Zagueiros: Edson Rocha, Plínio, Geriel, Luis Henrique, Adalberto, Tiago Messias, Alexandre

Laterais-direitos: Breno

Laterais-esquerdos: Xavier, Berg

Volantes: Alexandre, Jackson, Vinicius, Ricardo Oliveira, Chapinha, Julio Terceiro

Meias: Souza, Guaru, Leto, Fabio Neves, Davi

Atacantes: Sandro Hiroshi, Alisson, Vitor Hugo, Helinho, Patrick, Tiquinho, Bibi

Técnico: Guilherme Macuglia

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Duque de Caxias

Destaques: Paulo Rodrigues, Edivaldo

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Prováveis surpresas: Geovani

Passaram pela Seleção: Anderson Costa (sub-20)

Baianos: Paulo Rodrigues

Ex-Bahia: Santiago, Alberoni, Victor Boleta, Anderson Costa

Ex-Vitória: Paulo Rodrigues

Time-base: Vinicius, Oziel, Eduardo Teles, Santiago e Paulo Rodrigues; Mancuso, Thiaguinho, Leandro Chaves, Cleiton; Geovani e Edivaldo

Elenco:

Goleiros: Vinicius, Borges, Marcos Paulo

Zagueiros: Santiago, Eduardo Teles, Silva, Bruno Costa, Peçanha, Gustavo, Zé Carlos

Laterais-direitos: Arilson, Oziel, Marquinho

Laterais-esquerdos: Paulo Rodrigues, Victor Boleta, Edson

Volantes: Mancuso, Thiaguinho, Bruno Moreno, Fernando Bob

Meias: Leandro Chaves, Cleiton, Silva, Alberoni

Atacantes: Edivaldo, Geovani, Gilcimar, Anderson Costa, John

Técnico: Rodney Gonçalves

Campinense

Destaques: Edmundo, Jorginho Paulista



Prováveis surpresas: Giuliano

Ex-Bahia: Edmundo

Time-base: Fabiano, Emerson, Marcio Bahia e Tiago Saletti; Aderlan, Junior Maranhão, Adelmo, Giuliano e Jorginho Paulista; Tiago Cavalcanti e Edmundo

Elenco:

Goleiros: Fabiano, Rodrigues, Anderson

Zagueiros: Tiago Saleti, Emerson, Marcio Bahia, Marcio Giovannini, Marcio Paraíba, Kleber

Laterais-direitos: Aderlan

Laterais-esquerdos: Jorginho Paulista, Fernandes

Volantes: Junior Maranhão, Adelmo, Charles Wagner, Henrique, Lessandro

Meias: Giuliano, China, Marcelinho, Rodrigo Broa, Edson Sá, Neto Mineiro, Diego

Atacantes: Edmundo, Tiago Cavalcanti, Fabio Junior, Ronaldo Capixaba, Marabá, Jailson

Técnico: Ferdinando Teixeira

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Quarta-feira, Maio 06, 2009

Só falta Robinho

Leandro Silva

http://oglobo.globo.com/fotos/2009/03/31/31_MVG_RONALDO.jpgA imagem “http://www.flesp.com.br/adriano/imagens/biomaraca.jpg” contém erros e não pode ser exibida.http://extra.globo.com/fotos/2009/03/15/15_MVG_ESP_fredgol.jpg

Depois da volta de Adriano, ao Flamengo, apenas Robinho, dos quatro atacantes brasileiros na Copa do Mundo de 2006 ainda está pela Europa, no Manchester City. Fred está no Fluminense e Ronaldo, no Corinthians. Melhor para Dunga, que pode observar melhor seus possíveis convocados.

Ótimo também para os torcedores dos times brasileiros, que verão grandes atacantes. Se a artilharia do último brasileiro foi dividida por três, a de agora também deverá ter grandes concorrentes.

Veja aqueles que devem carregar as esperanças de gol das torcidas da Série A :

  1. Ronaldo (Corinthians)
  2. Adriano (Flamengo)
  3. Fred (Fluminense)
  4. Nilmar (Internacional)
  5. Kléber (Cruzeiro)
  6. Kléber Pereira (Santos)
  7. Washington/ Borges (São Paulo)
  8. Keirrison (Palmeiras)
  9. Diego Tardelli (Atlético Mineiro)
  10. Reinaldo (Botafogo)
  11. Rafael Moura (Atlético Paranaense)
  12. Felipe (Goiás)
  13. Marcelinho Paraíba (Coritiba)
  14. Vandinho/Ciro (Sport)
  15. Alex Mineiro/Herrera/Maxi Lopez (Grêmio)
  16. Gilmar (Náutico)
  17. Pedrão (Barueri)
  18. Neto Baiano/ Nadson (Vitória)
  19. Lima (Avaí)
  20. Nunes (Santo André)

O Império contra-ataca

Leandro Silva

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Ele voltou para o seu berço. De onde saiu ainda menino para brilhar no Mundo. No ano passado, Adriano já provou, com a camisa do São Paulo, que pode fazer estrago nas defesas brasileiras.

Agora, no Flamengo, clube do coração o Imperador tem tudo para recuperar o seu bom futebol e o aguçadíssimo faro de gol para quem sabe ajudar a recuperar o Império do Flamengo no Brasil.

Um atacante como ele era justamente o que faltava ao time rubro-negro. E, com o ex-jogador da Internazionale assumindo a responsabilidade, pode dar a tranquilidade para que Josiel, Emerson e Obina também façam seus golzinhos quando solicitados.

Ótimo para o Flameng. Ótimo para Adriano. Ótimo para o futebol brasileiro. Sou muito fã do Imperador e já estou na espera de quando vier jogar em Salvador, para vê-lo em ação.

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Uma final que promete

Leandro Silva

http://apartmentsinbarcelona.files.wordpress.com/2009/01/messi.jpghttp://oeclipse.files.wordpress.com/2008/07/cristiano_ronaldo_manchester_united_arsenal_p_783877.jpg

Depois de muita bola rolando, eis que a Liga dos Campeões já tem os seus finalistas, que decidirão o posto de melhor do continente, em Roma. E foram, indiscutivelmente, as duas melhores equipes: Barcelona e Manchester United. De quebra, o confronto pode influenciar diretamente na escolha do melhor jogador da temporada. De um lado, estará o português Cristiano Ronaldo, pelo time inglês, e do outro, o argentino Lionel Messi, pelo time espanhol.

Nas semifinais, o Manchester não teve qualquer dificuldade para vencer o Arsenal duas vezes, por 1 a 0, em casa, e 3 a 1, fora. nem parecia que valia vaga na final. Já os espanhóis tiveram muita, mas muita dificuldade mesmo para passar pelo Chelsea, hoje. Com dois empates. O primeiro por 0 a 0, na Espanha, e o segundo hoje, por 1 a 1, na Inglaterra, após um golaço de Iniesta aos 47 minutos do segundo tempo.

Agora, novamente, não há favoritismo. Os dois times que deverão terminar com a taça dos seus nacionais na temporada, brigam pelo troféu mais importante. Vai ser um desfile de craques. Pena que o baiano Daniel Alves, do Barcelona recebeu um cartão amarelo hoje e está fora do jogão.

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Terça-feira, Maio 05, 2009

Minha Seleção do Baiano

  1. Marcelo (Bahia)
  2. Apodi (Vitória)
  3. Nen (Bahia)
  4. Anderson Martins (Vitória)
  5. Ávine (Bahia)
  6. Leandro Makelele (Bahia)
  7. Bida (Vitória)
  8. Garrinchinha (Atlético)
  9. Dudu (Fluminense)
  10. Neto Berola (Itabuna)
  11. Neto Baiano (Vitória)

Melhor jogador: Nen (Bahia)

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Bahia e Ipatinga: quem se deu bem?

Leandro Silva

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As torcidas do Bahia e do Ipatinga sonhavam com os gols, respectivamente, de Marcelo Ramos e Joãozinho, na Série B deste ano. Pois agora estão com as artilharias trocadas para o Brasileirão que já se inicia essa semana. Quem se deu bem com essa troca de planos?

Pelo profissionalismo e pelo faro de gols que permanece inabálavel, como a artilharia do pernambucano comprova, Marcelo tem tudo para dar muitas alegrias para a torcida do time mineiro. Joãozinho também tem um futebol incontestável, mas não consegue se firmar em nenhum time desde que deixou o Vitória no início do ano passado.

Na minha opinião, só o tempo dirá quais das duas torcidas terá mais motivos para comemorar. Acredito que os dois farão muitos gols, mas acho que, ainda assim, cada torcida ainda irá sentir falta do seu ídolo, pois, em forma, os dois se complementariam e formariam uma dupla de frente invejável.

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Cinco ex-tricolores são artilheiros estaduais

Leandro Silva

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Reinaldo Alagoano não conseguiu a artilharia do Campeonato Baiano, mas cinco atacantes com passagem pelo Fazendão conseguiram ser os goleadores dos seus estaduais. Três deles não deixaram muita saudade para grande parte da torcida tricolor. O veterano Fabio Junior nem chegou a jogar. Chegou no ano passado, de Israel, mas por problemas burocráticos envolvendo a transferência internacional não pôde ser inscrito na Série B e foi embora. Esse ano, foi o artilheiro do Distrito Federal, pelo Brasiliense.

Marcelo Nicácio surgiu como promessa em 2003. Tricolor assumido, que fazia parte de torcida organizada do clube, Nicácio não correspondeu em campo e foi embora. Agora, foi artilheiro do cearense, e fez o gol do título, pelo Fortaleza. Bruno Cazarine, a quem meu irmão, Lucas, costuma se referir como "o atacante que só Leandro acha que joga bola", mostrou que eu tinha alguma razão quando defendia a permanência do mesmo para o grupo desse ano. Foi artilheiro do catarinense pela Chapecoense. Enquanto isso, o ex-atacante do clube catarinense, Cadu, não fez nenhum por aqui e ainda foi expulso na decisão.

Os outros dois são lembrados com carinho pela torcida. Edmundo, muito por causa de um gol, contra o Flamengo, na última rodada do Brasileiro de 1996, que salvou o tricolor do rebaixamento. Agora, foi artilheiro do paraibano, e campeão, pelo Sousa, com 18 gols, o dobro de Nonato, vice-artilheiro do estadual pelo Treze. Já Marcelo Ramos foi goleador do pernambucano. Ídolo incontestável do Bahia, grande parte da torcida sonhava com o seu regresso após o estadual, mas ele fechou com o Ipatinga.

O Vitória teve dois ex-atacantes como artilheiros de seus estaduais. Felipe, do goiano, pelo Goiás, e Rafael Moura, do paranaense, pelo Atlético.

Artilheiros dos estaduais

Leandro Silva

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Edmundo, Marcelo Ramos e Neto Baiano fizeram 18 gols em seus estaduais

Bahia

18 gols

Neto Baiano (Vitória)

Rio de Janeiro

12 gols

Maicosuel (Botafogo)

11 gols

Bruno Meneghel (Resende)

São Paulo

16 gols

Pedrão (Barueri)

Rio Grande do Sul

15 gols

Taison (Internacional)

Minas Gerais

16 gols

Diego Tardelli (Atlético-MG)

Paranaense

14 gols

Rafael Moura (Atlético-PR)

Santa Catarina

17 gols

Bruno Cazarine (Chapecoense)

Pernambuco

18 gols

Marcelo Ramos (Santa Cruz)

Ceará

13 gols

Marcelo Nicácio (Fortaleza)

Distrito Federal

8 gols

Fabio Junior (Brasiliense)

Goiás

16 gols

Felipe (Goiás)

Paraíba

18 gols

Edmundo (Sousa)

9 gols

Nonato (Treze)

Rio Grande do Norte

15 gols

Lúcio (América-RN)

Acre

10 gols

Josa (Atlético)

Araújo (Juventus)

Aílton (Vasco)

Despedida de craque

http://rjfutebol.files.wordpress.com/2008/08/fabio20luciano.jpg

Leandro Silva

O capitão do Flamengo Fábio Luciano colocou uma ponta de tristeza na comemoração do título carioca do rubro-negro, confirmando que a decisão contra o Botafogo foi a sua última partida como jogador de futebol, aos 34 anos.

Guardando as devidas proporções, a despedida do camisa 3 lembrou a de um grande craque do futebol mundial, Zidane, que também foi expulso em sua última partida como profissional, que também era uma final e também foi decidida nos pênaltis. As diferenças ficam no detalhe de que o francês estava em uma final de Copa do Mundo e que saiu de campo derrotado.

Fabio Luciano foi um exemplo de jogador e profissional em todo otempo em que esteve no Flamengo, desde 2007, quando chegou para consertar um ambiente sempre tumultuado como o da Gávea.

Foram apenas 13 anos de carreira, desde 1996, quando surgiu na Ponte Preta, mas o beque conseguiu escrever seu nome na história dos dois clubes de maior torcida do País. Primeiro o Corinthians, por onde foi campeão mundial em 2000. E agora no Flamengo, muito mais por seus exemplos e atitudes do que por troféus, que srestringiram a dois cariocas.

Também fez sucesso no Internacional, onde foi campeão gaúcho e no Fenerbahçe, da Turquia, quando foi bicampeão nacional. Infelizmente, inexplicavelmente, fez apenas duas partidas pela Seleção Brasileira, onde tinha condições de ter brilhado. No período da Copa de 2002, por exemplo, ele jogava muito mais do que o campeão Anderson Polga.

Parabéns, capitão!!!

Segunda-feira, Maio 04, 2009

Estaduais

Leandro Silva

São Paulo

O troféu ficou com o melhor time do Estado neste momento, o Corinthians. E de forma invicta. A presença de Ronaldo desviou um pouco o foco da organização e da qualidade técnica do time, mas só veio a acrescentar dentro das quatro linhas. Ontem, após a final, cheguei a ouvir em um programa que o Fenômeno teria sido, indiscutivelmente, o melhor da competição. Exagero desnecessário. Pela situação em que estava, Ronaldo fez muito mais do que se podia cobrar dele, inclusive marcando contra os três grandes rivais. Mas nem mesmo do Corinthians ele foi o melhor. Na minha opinião, Elias, Cristhian, André Santos e Chicão brigariam por essa honraria. Nos outros times, acho que Madson, Cleiton Xavier e Edno também foram superiores.

Rio de Janeiro

O Flamengo poderia ter ganho os dois turnos, não fosse o vexame das semifinais da Taça Guanabara, quando perdeu para o Resende. Pelo menos, serviu para que o time crescesse no segundo turno. O equilíbrio com o Botafogo ficou refletido pela competição ter sido decidida nos pênaltis. Difícil destacar o melhor jogador do campeonato. Mas, para mim, ficaria entre Carlos Alberto, Elton, Maicossuel, Kleberson e Leonardo Moura.

Minas Gerais

Também invicto, o Cruzeiro deixou para trás os seus adversários, inclusive o Atlético Mineiro, com uma goleada de 5 a 0, no primeiro jogo da final. Título merecido e esperado. Os melhores do campeonato, para mim, são duas crias do São Paulo: Kléber, do Cruzeiro, e Diego Tardelli, do Atlético.

Rio Grande do Sul

Invicto, o Internacional atropelou todos os adversários. D´alessandro, Taison e Nilmar foram os destaques.

Domingo, Maio 03, 2009

Ele evitou o octacampeonato

Leandro Silva

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A torcida do Bahia até hoje se orgulha do feito conquistado pelo clube na década de 1970, com o heptacampeonato, entre 1973 e 1979. Pois, exatamente, hoje, o seu maior rival, o Vitória poderia ter superado essa sequência, com um octacampeonato, de 2002 a 2009. Poderia, se não fosse ele: Ednei.

O atacante, em 2006, quando atuava pelo Colo-Colo foi carrasco do rubro-negro em jogos decisivos dos dois turnos e ajudou o Tigre de Ilhéus a conquistar seu único título baiano. Por isso, por mais que Ednei não tenha conseguido repetir suas boas atuações no Bahia por causa das seguidas lesões, alguns torcedores do Bahia podem considerá-lo ídolo.

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Vitória tricampeão baiano

Leandro Silva

O empate por 2 a 2 no Barradão, contra o Bahia deu o título ao Vitória, o tricampeonato e o sétimo em 8 anos. Neste milênio apenas duas vezes o rubro-negro não foi campeão, com a honra ficando a cargo de Bahia e Colo-Colo. O troféu ficou com a equipe que fez a melhor campanha e que já havia vencido o primeiro clássico da final, na semana passada por 2 a 1, em Pituaçu.

O Bahia precisava vencer por dois gols de diferença para acabar com o incômodo jejum de títulos, que já chegou a oito edições. Gallo fez algumas alterações no time com relação àquele que foi derrotado no jogo de ida. Com a suspensão de Patrício, Marcone foi improvisado na lateral-direita, abrindo espaço para a volta de Rogério na cabeça-de-área. Léo Medeiros pegou a camisa 10 de Ananias. Ávine assumiu a vaga de Rubens Cardoso, na lateral-esquerda, e o atacante Paulo Roberto ganhou a posição de Beto.

Já Carpegiani manteve a formação vencedora no primeiro Ba-Vi e no jogo do meio de semana contra o Atlético Mineiro, pela Copa do Brasil. Quando a bola rolou, debaixo de muita chuva, o que se via era um Bahia mais organizado e mais empenhado, mas o jogo era equilibrado, até que Paulo Roberto deu um ótimo passe para Reinaldo Alagoano, que chutou forte, com precisão, abrindo o placar, aos 10 minutos de jogo.

A superioridade tricolor permanecia. O Vitória não conseguia jogar como no jogo anterior. Apodi, por exemplo, que tinha sido decisivo no jogo anterior, tinha conseguido apenas chutar uma bola na trave, depois que Ávine recuou uma bola errada. No mais, o camisa 6 do Bahia levava a melhor nas disputas com o camisa 2 rubro-negro. E foi coroado no final da primeira etapa, com um gol depois de grande jogada tricolor.

Em apenas 45 minutos, o Bahia já tinha feito tudo o que precisava para ficar com o troféu. Nem tudo. Faltava resistir à pressão rubro-negra. E o tricolor não conseguiu repetir a atuação do primeiro tempo. O Vitória começou a se encontrar e foi beneficiado por erros de Gallo e do juiz Leandro Vuaden.

Primeiro, Gallo chamou o atacante Cadu, para substituir Reinaldo. O problema é que Alagoano fazia a sua melhor partida no tricolor e Cadu jogou mal em todas as suas chances anteriores. Antes mesmo de ele entrar, Neto Baiano fez falta em Evaldo na área, Vuaden ignorou, e fez o gol do Vitória.

Cadu entrou e, no seu primeiro lance, chutou um jogador do Vitória e foi expulso. Com um a menos, o Bahia ainda tentou, mas parecia muito mais longe do troféu. No final, Vuaden errou novamente. Deu um pênalti inexistente a favor do rubro-negro. O experiente Ramon, que não tinha nada a ver com isso, cobrou bem e garantiu o tri.No final, começou uma pancadaria generalizada no gramado , protagonizada por jogadores e funcionários dos dois clubes.

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Time titular X Elenco

Leandro Silva

Uma discussão recorrente no futebol é o que é mais importante: ter um time ou um elenco melhor do que o de um adversário? Na Bahia, é notório que o Vitória tem um elenco mais qualificado e equilibrado do que o do Bahia. Mas titulares por titulares, há um equilíbrio maior. E talvez o tricolor leve até vantagem.

Vejamos: Entre Marcelo, ou Fernando, e Viáfara não há muita disparidade. Quase um empate técnico. Já Apodi, pelo que representa pelo Vitória, e pela capacidade de desestabilizar o rival, leva vantagem sobre Patrício. Na zaga, na minha opinião, Evaldo leva vantagem sobre Wallace e Nen sobra no duelo com Anderson Martins. No entanto, este rubro-negro poderia duelar com Evaldo. Na esquerda, hoje Rubens Cardoso e Luciano Almeida estão se equivalendo, mas acho que, no momento, Ávine levaria a melhor contra os dois.

Na cabeça de área, Leandro é superior a Vanderson, apesar da importância do camisa 5 rubro-negro para a sua torcida. Elton e Carlos Alberto também são parelhos. Se recuperar o seu início de temporada, o tricolor leva vantagem. O duelo de ex-ipitanguenses Bida e Rogério é desequilibrado pela maior qualidade técnica do jogador do Leão. Mas precisa saber qual a função a ser analisada. Na marcação e na vontade, Rogério é superior. Com a camisa 10, Ramon leva vantagem hoje, principalmente, depois do último Ba-Vi, mas se Léo Medeiros recuperar o seu bom futebol, pela idade, leva vantagem.

Entre Beto e Jackson também há uma diferença de função. Mas são dois jogadores fundamentais para os seus clubes. Por isso, um equilíbrio. E com a camisa 9 um duelo esquisito. Eles não encantam suas torcidas mas seguem vestindo um dos números mais importantes para seus clubes. Neto Baiano tem méritos. É o artilheiro do Brasil no ano - ao lado de Tardelli -, mas a falta de qualidade técnica e a seca nos clássicos não o fazem muito superior a Reinaldo Alagoano, que fez menos gols, mas já balançou a rede do rival no ano.

Há algum desequilíbrio entre os times? Na minha opinião, não há. E, para mim, elenco é mais importante em competições de pontos corridos. E o time titular é mais decisivo em campeonatos com mata-mata. Por isso, o tricolor está vivo na disputa.

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O Campeonato está aberto. E ele tem culpa

Leandro Silva

Ele nunca foi unanimidade no Bahia. Nem em 2006, nem em 2008. Muito longe disso. Na verdade, poucos torcedores diziam gostar dele. Mesmo assim, é inegável a sua aptidão para os clássicos. E, mesmo depois de já ter saído do clube, o arqueiro Darci tem a sua importância sentida hoje. Inclusive sendo um dos responsáveis pela confiança da torcida do Bahia, que diz acreditar na reversão da vantagem rubro-negra na final de hoje.

Tudo por causa do clássico disputado no dia 21 de maio de 2006, há quase três anos. Quando o tricolor venceu por 1 a 0, acabando com um incômodo jejum de oito anos, no Barradão. Naquele período, bastava ver na tabela um clássico no estádio do rival para a torcida do Esquadrão se preocupar, mesmo com o último título do clube - o Campeonato do Nordeste de 2002 - tendo sido conquistado lá.

Naquele dia, o Bahia foi eliminado na semifinal do segundo turno do Baiano, mas devolveu a confiança de atuar, e vencer, no Manoel Barradas. De lá para cá, só deu Bahia, ou empates, nesta praça esportiva. “Não sei se é coincidência ou não, mas foi no meu primeiro Ba-Vi que o Bahia quebrou esse tabu”, me disse o goleiro, quando o entrevistei no ano passado.

Quando o jogo estava empatado, ele defendeu um pênalti que garantiu a igualdade no marcador até que no final, o zagueiro Laerte decretou a vitória tricolor. Nas quatro vezes em que atuou no estádio, Darci saiu vencedor. E ainda pegou um outro pênalti, na Série C de 2009.

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Quarta-feira, Abril 29, 2009

Por onde anda - Bahia

Goleiros:

Jean

Madre de Deus

1993 a 1996 e 1998

Márcio

Atlético-GO

2002 a 2006

Darci

Macaé-RJ

2006 e 2008

França

Atlético-GO

2006

Sérgio

Itumbiara-GO

2007

Marcio Angonese

Criciúma

2007

Paulo Musse

Botafogo-SP

2007

Fabiano Borges

Joinville

2008

Gessé

Vitória da Conquista

2007

Marcelo Cruz

Mogi-Mirim

2000

Zagueiros:

Fabão

Santos

1996 a 1998

Leonardo Silva

Cruzeiro

2004 e 2005

Nenê

Coritiba

1998

Jean Witte

F.C.Tokyo – Japão

2000 e 2001

Valdomiro

Trofense - Portugal

99 a 2004

Pereira

Brasil de Pelotas

2005 e 2006

Carlinhos Paulista

Marília

2002 e 2003

Cléber Carioca

Itumbiara-GO

2007 e 2008

Laterais-Direitos:

Daniel Alves

Barcelona Espanha

2001 e 2002

Paulinho

Portugal

2003 a 2005

Etto

Dínamo Zagreb - Croácia

2002

Arlindo Maracanã

Ceará

2003

Marcus Vinicius

Icasa

2003 e 2004

Laterais-esquerdos:

Calisto

Botafogo-SP

2002

Bruno

São Caetano

2004

Chiquinho

Atlético-GO

2001 a 2003

Adilson

Santa Cruz

2007 e 2008

Marcão

Palmeiras

2002

Volantes:

Luis Alberto

Nacional de Portugal

2002 a 2006

Fausto


2007 e 2008

Jair

Atlético-Go

2002 a 2005

Guilherme

Vila Nova

2006

Ramalho

Paulista de Jundiaí

2001 a 2002

Emerson Cris

Chapecoense

2007 e 2008

Eduardo

Botafogo

2007

Neto Apolônio

Treze-PB

2002 a 2005

Cícero

Hertha Berlim-ALE

2002 a 2005

Luciano Totó

Atlético-GO

2008

Meias:

Danilo Gomes


2003 a 2004 e 2007

Pretto


2001 a 2002 e 2003 e 2007

Jorge Wagner

São Paulo

1999 a 2000

Elias

Atlético-GO

2003 a 2008

Rafael Bastos

Vitória

2006 a 2007

Geraldo

Ceará

2002

Danilo Rios

Guarani

2006 e 2007

Capixaba


1999 a 2002

Guaru


2005

Inho Baiano

Salgueiro-PE

2007 e 2008

Rodriguinho

Mirassol

2004

Igor


2004

Juninho

Kawasaki Frontale – Japão

1996 a 1998

Robson Luís

Volta Redonda

1996 a 1999

Alessandro Azevedo

Vitória da Conquista

2006

Ernane


2004 e 2005

Caio

Avaí

2008

Ramon

Vitória

1993 e 1994

Iranildo

Brasiliense

2000

Possato


2003

Alex Oliveira


2000

Fábio Costa

Madre de Deus

2000

Rafael

Mesquita

2008

Atacantes:

Nonato

Treze-PB

1999 a 2003

Uéslei

Oita Trinita – Japão

1993 a 1996, 1998

2000 e 2005

Marcelo Ramos

Ipatinga

1990 a 1994 e 2008

Sérgio Alves

Ceará

2002

Anselmo Ramon

Cabofriense

2007

Moré

Icasa

2007

Paulo Cezar Spírito


2006

Sorato

Tigres-RJ

2006

Pantico

Crac-GO

2008

Dill


2005

Marcelinho Piano


2005

Fábio Saci

Bangu

2007

Dimba


1999

Neto Potiguar

Anápolis

2004 e 2005

Bruno Cazarine

Chapecoense

2008

Bruno Meneghel

Resende-RJ

2008

Galvão

Vila Nova

2008

Charles

Joinville

2006 a 2008

Diogo

Vitória da Conquista

2007

William

Farul-Romênia

2003 a 2005

Jajá

Yamagata - Japão

2005

Alex Alves

Mirassol

2001

Alex Mineiro

Grêmio

1999

Nicácio

2001

Segunda-feira, Abril 27, 2009

Vantagem ampliada

Leandro Silva

O Vitória já tinha a vantagem de poder empatar duas vezes e agora pode até perder por 1 a 0 no próximo Ba-Vi, no Barradão para ficar com o seu 25º título estadual, graças ao triunfo por 2 a 1 ontem em Pituaçu. No entanto, o campeonato ainda não está decidido.

Apesar de o fato de jogar fora de casa a próxima partida sugerir uma dificuldade ainda maior para o Bahia é justamente lá que o clube tem feito suas melhores apresentações nos clássicos. Nos três últimos embates, por exemplo, o tricolor fez placares que, se forem repetidos domingo, serão suficientes para a 44ª conquista estadual do Esquadrão. Foi 2 a 0 pela primeira fase do campeonato passado, 4 a 1, pela fase final, e mais 2 a 0 pela fase inicial desse ano.

Fora isso, as provocações exageradas de alguns jogadores do Leão, como Vanderson e Apodi após o resultado e Neto Baiano, imitando choro ainda no primeiro gol, podem servir de combustível para uma reação tricolor. Nunca é demais lembrar que em 2008 a competição já parecia finalizada após a goleada de 4 a 1 do tricolor mas, após uma semana de muita gozação, o rubro-negro venceu por 3 a 0, em Feira e acabou com o troféu.

O JOGO

O Vitória teve os seus méritos ontem, por saber explorar algumas falhas tricolores, mas deve muito do seu resultado a dois jogadores: Ramon e Apodi. O camisa 10 fez os dois gols e, com a sua experiência, ajudou a desestabilizar o rival, já o camisa 2 teria feito uma partida irrepreensível, não fossem atitudes desleais, como a voadora que aplicou no centroavante Reinaldo, do Bahia ainda no primeiro tempo, quando contou com a conivência da arbitragem para permanecer em campo e decidir o jogo ao sofrer o pênalti do segundo gol, após já ter sido o autor do cruzamento para o primeiro.

Já o Bahia errou demais. Nos dois primeiros Ba-Vis, o tricolor conseguiu anular completamente o lateral Apodi. No primeiro, o meia Ananias foi o responsável pela marcação. No segundo, foi o lateral-esquerdo Ávine. Apodi não fez rigorosamente nada de perigoso nesses dois clássicos. A escalação de ontem parecia indicar que o camisa 10 Ananias seria novamente o responsável pelo serviço, mas Gallo deve ter imaginado que o ala foi nulo por não possuir qualidades e não pelos méritos de terem bloqueado suas jogadas. Com liberdade, ele fez o que quis, deitando e rolando em cima de Rubens Cardoso.

Além disso, o meio-de-campo foi mal. A torcida já reclamou desde a escalação. Principalmente com a presença de Marcone, no lugar de Rogério, suspenso, e de Ananias, no lugar de Léo Medeiros, que ficou o jogo todo no banco. No entanto, Marcone foi o melhor do setor (volto a dizer que a torcida implica com o volante por ele ter atuado mal em algumas partidas sempre improvisado). Ananias, também, não estava mal até falhar no lance do segundo gol. Quem esteve muito abaixo do seu nível foi Elton. Como ele estava mal e Ananias não tem corpo para levar vantagem contra os volantes e zagueiros fortes do Vitória, o meio tricolor ficou entregue.

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Sábado, Abril 25, 2009

A União de uma Nação - pontos de venda e agradecimentos



Leandro Silva

Agradecimentos

Muito obrigado, de coração, a todos que prestigiaram à noite de autógrafos.
Foi maravilhosa!!!E foi muito bom bater papo e conhecer pessoas como José, Matheus, Victor Menezes, seu pai Nelson, Paulo, Geraldo e tantos e tantos outros. Agradeço muito, mesmo

Dois pontos

Para quem está perguntando como adquirir o livro, já está sendo vendido na Banca 365 dias, que fica no Imbuí.
Situada na Rua Alberto Fiúza, SN (Imbuí) em frente ao edificio Ibiporã,
ao lado da Barraca Boteco da Zurca.
Horário de funcionamento das 07 as 20h de domingo a domingo.

E na Casa do Tricolor, no Capemi.

A 30 reais.

Comentários

Estou adicionando alguns comentários sobre a obra que já foram feitos por e-mail ou orkut. Muito obrigado pelos elogios.

Leandro,
Parabéns pelo livro! Muito legal mesmo! Reiterando o que te falei na página de recados do seu Orkut, 'devorei' o livro em menos de um dia por não consegui parar de ler, ávido a saber mais histórias fantásticas sobre uma conquista fantástica. Como disse lá na Bienal, esse livro tem uma importância considerável pelo fato de ser um registro documental dos fatos ocorridos em 1988/89. Há muito material solto de reportagens, imagens, mas faltava algo que vissemos bem organizado e feito com tanto afinco quanto é o 'A união de uma nação'.
Um grande abraço e sucesso! Tenho certeza ser o primeiro de muitos livros que virão.

José Eliomar Filho

Quem vos escreve é um admirador do "sobrinho" e agora do escritor. Comecei a ler o seu rebento e confesso que estou adorando, pela leveza da narrativa e cuidado em ser fiel com os fatos (...)

Li seu livro em um dia (21/04) e como havia comentado é ótimo. Você me fez viajar no tunel do tempo e reviver emoções de 20 anos atrás. Não sabia de detalhes interessantes como o "Dunga II" e como também da homenagem que seu pai fez ao grande jogador Leandro ... Sucesso garoto! e bola pra frente.

Abraços

Antônio José Silva

Já estou quase na metade do livro e digo que é muito bom.

Arilde Júnior

Goianão 2009

A imagem “http://site.atleticocg.com.br/admin/images/59423900_1235947638.jpg” contém erros e não pode ser exibida.


Leandro Silva

Confesso que jamais acompanhei tanto o Campeonato Goiano como o fiz em 2009. Não assisti a nenhuma partida, mas busquei os resultados sempre e procurei ver os gols a cada rodada. Muito por causa da presença de dois amigos. Um, o zagueiro-revelação do atual campeão Itumbiara, Felipe Albiéri. E o outro, o meia Elias, ex-tricolor baiano, no Atlético Goianiense.

Mas também por causa dos outros ex-jogadores do futebol baiano, no Atlético, como o goleiro Márcio, os laterais Chiquinho e Alysson, os volantes Jair e Luciano Totó, o atacante Marcão. Os atacantes Pantico, do Crac, e Neto Potiguar, dispensado pelo Anápolis.

Elias e Felipe, ou melhor, Atlético e Itumbiara se cruzaram nas semi, e o time da capital e do ex-camisa 10 do Bahia, hoje número 11 e atacante em Goiânia, levou a melhor vencendo os dois jogos. Na outra semi, deu Goiás, o time da primeira divisão, contra o Crac, de Alex Dias.

A partir de domingo, então, começa a decisão. Atlético Goianiense contra o Goiás, que busca recuperar o domínio, já que nos últimos dois anos os campeões foram o próprio Atlético e o Itumbiara. Estarei torcendo pelo Atlético que perdeu o único confronto que teve na temporada contra o time esmeraldino na primeira fase da competição.

O Atlético poderá ter a volta de jogadores como os laterais Rafael Cruz e Chiquinho, o meia Francismar e o atacante Marcão, mas terá o desfalque do volante Jair, ex-seleção brasileira sub-23.

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Olheiro musical

Leandro Silva

Sei que o blog é sobre futebol e, por vezes, outros esportes. Mas hoje me senti como um olheiro, mas não de futebol e sim, musical. Estava no aeroporto e pensei que estava tocando o CD de Vanderlee, ouvi a música Esperando Aviões, que o grupo Doce Encontro também gravou, e parecia idêntica.

Até aí tudo bem porque não gosto tanto deste cantor, mas chegando à praça de alimentação, o repertório começou a mudar. Começaram as músicas de Belo, Sorriso Maroto, Os Travessos (do tempo de Rodriguinho), Sampa Crew. E depois até Ana Carolina e Seu Jorge. Além da voz, o repertório me agradou em cheio.

No final, fui perguntar onde ele estava tocando, para presenciar mais outras performances. Mas ele disse que atualmente está fazendo mais festas de aniversário, formaturas e outros eventos particulares. Arley Carvalho é o seu nome. Por coincidência, ele tem o cabelo pintado como o atacante Harley do Fluminense de Feira, que já atuou na dupla Ba-Vi (eu tinha que falar mais uma vez de futebol, não é?). Para quem gosta do estilo musical que eu falei, é uma boa pedida.

Os telefones de contato dele: 3403-6958 e 9122-0601

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Sexta-feira, Abril 24, 2009

Deu a lógica: Ba-Vi na final

Leandro Silva

Depois de dois anos com quadrangulares finais decidindo o campeonato e mais um em que a final foi entre Vitória e Colo-Colo, volta a ter Ba-Vi decidindo o Estadual. Tricolores e rubro-negros passaram por Fluminense de Feira e Atlético com placares idênticos: 2 a 1, no interior, e 3 a 1 na capital.

Por ter feito melhor campanha na primeira fase, o Vitória tem a vantagem dos dois empates nas decisões. A primeira já acontece domingo, em Pituaçu e a segunda, no outro domingo, no Barradão. Apesar de o Leão ter a melhor campanha, não há um favoritismo para os confrontos. Não só pela máxima de que em clássicos não existem favoritos, mas também porque os dois times têm um nível muito parecido - melhores do que do Baiano de 2008.

O que pode desequilibrar a balança a favor do Bahia é o fato de que o tricolor foi melhor nos dois clássicos da temporada. Venceu por 2 a 0, no Barradão, e empatou em 0 a 0, em Pituaçu, com um a menos desde o início do jogo por causa da expulsão do goleiro Marcelo.

O Bahia começou a temporada de maneira empolgante com grandes atuações e goleadas, mas depois irritou a torcida com alguns resultados ruins atuando com a equipe reserva. O time principal perdeu apenas uma vez na temporada, para o Feirense, em Feira. Desde que o time principal voltou a jogar, contra o Coritiba, no empate, no Paraná, que eliminou o time na Copa do Brasil, e nas duas semifinais foram três boas atuações, que devolveram a confiança.

Para as finais, os destaques são o zagueiro Nen, sempre seguro, seu companheiro Evaldo, que vem subindo de produção, o cabeça de área Leandro, também. E o atacante Beto. Mas o time depende muito da volta à boa fase de dois meio-campistas: Elton e Léo Medeiros. Se jogarem o que já jogaram poderão ser muito importantes para um triunfo. No último jogo, as entradas de Alex Maranhão, Ávine e Alex Terra deram outras opções para Gallo.

No Vitória, a campanha foi boa, o time eliminou o Juventude na Copa do Brasil, masa torcida parece sempre com um pé atrás com o time, talvez pelas más atuações justamente nos confrontos contra o maior rival. Fato é que, depois de uma queda de rendimento no tempo de Mauro Fernandes, o time cresceu sob o comando do interino Ricardo Silva e vem se mantendo com Paulo César Carpegiani.

Apesar de a torcida rubro-negra continuar pegando no pé, uma das principais armas do time é o atacante Neto Baiano, artilheiro do estadual. O lateral-direito Apodi sempre representa muito perigo e costuma atuar bem contra o rival. Na zaga, a entrada de Marcos Aurélio pode representar um aumento na segurança. No meio, a volta de Vanderson também é importante e os veteranos Jackson e Ramon podem ser fundamentais para tentarem manter a vantagem nos jogos finais.

Com muita rivalidade e equilíbrio, os Ba-vis prometem!!!

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Quinta-feira, Abril 23, 2009

Unificação dos títulos brasileiros

Leandro Silva

A polêmica quanto à unificação dos títulos brasileiros conquistados antes e depois de 1971 é muito complexa. Existem argumentos para quem quer defender ou atacar a unificação dos títulos. Por exemplo, PVC tem alguns argumentos para que não se unifique pois, para ele, seria até desnecessário já que reconhece como competições de importâncias semelhantes. O problema é que justamente por não serem unificados muita gente tenta desvalorizar as conquistas anteriores a 1971. E os próprios rankings valorizam menos ou até desvalorizam a história anterior a essa data.

Para o torcedor do Santos (ou do Bahia) os títulos valem a mesma coisa. Afinal, para os tricolores a Taça Brasil de 1959 vale o mesmo que a Copa União de 1988 e são representadas com a mesma importância pelas estrelas acima do distintivo do clube.

Mas a CBF não equipara e isso serve para torcedores rivais tentarem menosprezar os títulos. O que, para mim, importa e caracteriza as conquistas anteriores a 1971 exatamente iguais às posteriores é que eram as disputas mais importantes do País, assim como os atuais brasileiros e os vencedores eram chamados e reverenciados por imprensa e por torcida como campeões brasileiros.

Por exemplo, na Europa, a atual Liga dos Campeões antes era chamada de Copa dos Campeões. A forma de disputa e de classificação para a competição mudou. Nem por isso, os campeões anteriores são separados dos atuais. São os campeões europeus porque se tratava e continua sendo a competição mais importante do continente. Seria o mesmo se, de uma hora para outra, a Libertadores mudasse de nome para Liga da América do Sul. Os atuais campeões teriam importância menor do que os que venham a ganhar?

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Segunda-feira, Abril 20, 2009

A União de uma Nação


É hoje!!!

A partir das 19 horas, no Centro de Convenções, fazendo parte da programação da EGBA (Empresa Gráfica da Bahia), na Bienal do livro 2009, a noite de autógrafos do meu livro sobre a história título de 1988 do Bahia. A União de uma Nação.

É a realização de um grande sonho!!!

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Segunda-feira, Abril 13, 2009

As finais do Baiano 2009

Leandro Silva

Terminada a interminável primeira fase do Campeonato Baiano, enfim começarão as finais, no próximo final de semana. Com dois confrontos que prometem muito - entre Vitória e Atlético de Alagoinhas e Bahia e Fluminense de Feira. No entanto, os embates já desenham, mais uma vez, que a decisão pode se dar nos Ba-Vis. O que pode voltar a acontecer depois de quatro anos, já que nos últimos dois a fórmula de disputa previa um quadrangular decisivo, sem final. E, em 2006 o Colo-Colo foi campeão, derrotando o Vitória. Coincidentemente, em 2005, os confrontos que valem hoje pelas semifinais foram válidos pelas quartas, e os clubes da capital levaram a melhor.

O Bahia não deverá ter facilidade alguma nos embates contra o Touro do Sertão. Na primeira fase, conseguiu um importante triunfo, por 1 a 0, em Feira e apenas empatou, em 0 a 0, em Salvador. Para ilustrar a força do Flu, foi o único adversário que conseguiu vencer o líder Vitória duas vezes na competição. Para piorar, o primeiro confronto acontece no Jóia da Princesa, lar do Bahia na Série B do ano passado e onde o Esquadrão definitivamente não se sente em casa. Menos mal que o desempenho do tricolor de Feira esse ano não está tão bom em seus próprios domínios. Em 10 jogos como mandante no Alberto Oliveira, foram cinco vitórias, dois empates e três derrotas.

Já o Bahia é visto com desconfiança por causa da queda de rendimento no segundo turno depois de encantar a torcida no primeiro. O tricolor perdeu muitos pontos (9) por atuar em três partidas com o time reserva. Com esses 9 pontos, o Esquadrão poderia ter sido o primeiro colocado, com 55 pontos. O time principal perdeu apenas uma vez em 2009, contra o Feirense, no mesmo Jóia da Princesa que sediará a primeira partida das semifinais. Outro ponto preocupante é que a defesa não é mais a mesma desde a lesão de Alison. O ex-palmeirense Nen segue sendo um dos principais jogadores do elenco, atuando em altíssimo nível, mas Evaldo alterna grandes atuações, como contra o Coritiba pela Copa do Brasil, com outras muito ruins. A queda de produção do goleiro Marcelo e do meio-campista Léo Medeiros, depois de lesões também diminuem a confiança da torcida. O confronto marca o encontro entre os dois únicos treinadores que estão nas mesma equipes desde o início da competição: Alexandre Gallo e Nazareno Silva.

Do outro lado, a estabilidade no comando técnico não chega nem perto. O técnico Ferreira assumiu o Atlético na rodada final da primeira fase, depois da saída do ex-zagueiro Moisés Alves. E Paulo César Carpergiani estrearáno Baiano apenas nas semifinais, sendo o quarto treinador do ano. Primeiro, estiveram Vagner Mancini, Mauro Fernandes e Ricardo Silva. Mesmo sem ainda encantar a torcida, principalmente por causa do desempenho nos Ba-Vis, já que perdeu um em casa e empatou o outro atuando com um jogador a mais desde o primeiro tempo, o Leão usou or egulamento e conquistou a primeira colocação, terminando com 50 pontos. Mesmo tendo vencido apenas um confronto contra os três outros classificados para as finais - o Atlético. Empatou um Ba-Vi e perdeu os outros quatro confrontos.

O Atlético levou duas goleadas dos grandes no primeiro turno, mas no segundo, empatou com o Bahia e derrotou o Vitória. Dando claras mostras da evolução. Na partida contra o Bahia, Gallo chegou a dizer que o Carcará foi a equipe que mais deu trabalho ao tricolor. O atacante Robert, revelado pelo São Paulo, é o grande destaque do time.

CAIU

A briga contra o rebaixamento esse ano foi muito grande. No final, quem se deu mal foi o Poções, que jogou a competição fora de casa, em Jequié, e não teve forças para chegar à frente dos oponentes. No ano passado, a equipe que já decidiu um turno do Campeonato em 1994, com o Bahia, já correu risco de cair, mas conseguiu uma reação e empurrou o Juazeiro para a segundona. Dessa vez, não deu. Mesmo com as punições a Feirense e Madre de Deus por utilizarem jogadores irregulares e perderem 6 pontos. Essas duas equipes, além do Camaçari, do Colo-Colo e do Ipitanga precisam aprender com os erros desse ano para não correrem os mesmos riscos no próximo.

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Segunda-feira, Março 09, 2009

O cara tem estrela!!!

Leandro Silva

Esse meu texto deve soar repetitivo. Até porque tenho certeza que não fui o único a ter essa sensação hoje. Mas sabe aquele tipo de filme em que o enredo parece muito forçado para justificar uma grande redenção para o personagem principal e você perde até o interesse porque não tem nada de verossímil? Pois é. Esse foi o enredo do clássico de hoje entre Corinthians e Palmeiras. Mas ao contrário dos filmes. O que encanta no caso é que a história do protagonista Ronaldo é real.
Veja bem, há muito tempo ele já dizia que iria jogar contra o Palmeiras, como se já estivesse lido o script. Como todo bom filme, teve uma pré-estréia cercada de expectativa contra o Itumbiara. Gostaria de ver o clássico de hoje, meu irmão Renato, palmeirense, ficou em casa só para isso, mas fui para o estádio ver o Bahia, contra o Vitória da Conquista, pelo Campeonato Baiano. Enquanto o tricolor ganhava, fiquei sabendo que o Palmeiras fez 1 a 0. Depois, Renato ligou para meu outro irmão, Lucas, corintiano, para avisar que Ronaldo tinha entrado em campo.
Foi aí que comentei, como em um daqueles diálogos forçados de filme: já pensou se Ronaldo faz o gol do empate. Depois, Renato voltou a ligar para avisar que ele já tinha acertado uma bola na trave. Assistia ao Bahia, vencendo o Bode, e imaginava os lances do Fenômeno. Até que, no intervalo do jogo, ouvi um incrédulo torcedor à minha frente, perguntando: foi gol do Gordo, mesmo? Deu para ver que o apelido foi utilizado de maneira carinhosa porque o cara estava radiante. Logo depois, Renato voltou a ligar, para informar que seu Palmeiras tinha acabado de sofrer o gol do empate, aos 47 minutos. Pensa que ele estava arrasado, como seria previsível? Nada disso. A admiração pelo Fenômeno serviu como anestésico para o gol corintiano. Vou perguntar amanhã ao meu amigo Eraldo Rodrigues, palmeirense fanático. Este, eu acho que não deve ter gostado nem um pouco da redenção do camisa 9 das últimas Copas.
Confesso que não era muito fã dele nos seus melhores momentos de Barcelona, na década de 1990. Mas hoje o admiro por suas tantas histórias de superação. E entendo toda a admiração que o meu amigo Herbem Gramacho tem por ele. Plagiando o grande Milton Leite: Senhoras e senhores, o Fenômeno voltou!!!

Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009

Heróis - ontem, hoje e sempre

Leandro Silva e Nelson Barros Neto


“Triste do povo que precisa de heróis”, já dizia Bertolt Brecht. Experimente, então, perguntar a um torcedor do Bahia se ele concorda com o dramaturgo alemão. A maioria dirá que uma das maiores felicidades que já teve na vida foi proporcionada por um grupo que desafiou grandes potências do futebol brasileiro para recolocar o Esporte Clube Bahia no topo, 29 anos depois da turma de Nadinho, Leone, Marito & Cia, em março de 1960. Ainda antes do “fenômeno Raudinei”, em 94.

E esse grupo tinha fortes identificações com o tricolor. Dos 21 atletas que entraram em campo naquela Copa União, 13 eram baianos, e das mais diversas cidades. Foram reforçados por atletas de outros cantos do País, que vieram agregar temperos diferentes a um título que orgulhou toda a Região Nordeste. Hoje, muitos deles já retornaram para as suas terras de origem, mas guardam as lembranças de quando foram os donos da nação pentacampeã do futebol. Outros se estabeleceram em Salvador, permanecendo próximos da agremiação que ajudaram a erguer.

A montagem do plantel começou ainda durante a campanha do tricampeonato estadual. De uma só vez, chegaram Sidmar (do XV de Piracicaba/SP), Paulo Robson (São Bento/SP), Paulo Rodrigues (Botafogo/SP) e Renato (Porto Alegre/RJ). Encerrado o certame local, em agosto, foram contratados Tarantini (Flu de Feira) e Newmar (Pinheiros/PR). O Esquadrão estava pronto para a batalha.

O ex-goleiro Sidmar não foi encontrado, mas está treinando o Volare FC, no Japão, após ser ídolo no Shimizu S. Pulse. Centroavante do início da jornada, Renato é procurado até mesmo pelos colegas e a imprensa de sua Caxias do Sul/RS. Também participava do grupo o atacante Marcelino, que entrou no decorrer de uma partida, contra o Goiás, além de Rogério, Chiquinho, Ricardo Dantas, Maílson, Carlos Amadeu e Marcelo Jorge.

Entrevista com Paulo Maracajá

LEANDRO SILVA | O que essa data representa?
PAULO MARACAJÁ | Representa a maior conquista esportiva que já tive na minha vida. Afinal de contas, eu tive a honra de ser o presidente do Bahia na hora em que o clube conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988, concluído em 19 de fevereiro de
1989. É o ponto máximo ser campeão de um País chamado Brasil. É algo inesquecível que marcou a minha vida e a de todos os torcedores do Bahia, e deixa uma saudade
muito grande.

LS| Qual amaior contribuição do senhor para o título?
PM | Foi presidir,coordenar e liderar, porque você sabe que, para ter êxito, tem que ter liderança. E eu liderei um time de dirigentes dos mais competentes. Nós tínhamos
os falecidos Raimundo Deiró e Fernando Moreira como diretores de futebol, Francisco
Pernet, como diretor financeiro. E citaria Orlando Aragão, o maior supervisor de futebol que eu conheci...O inesquecível Alemão(massagista). Tivemos uma comissão
técnica chefiada por Evaristo de Macedo e o professor José Carlos Queiroz.

LS| O senhor não achou que as saídas de Sidmar e Pereira poderiam ter sido decisivas?
PM | Não foi, por causa da qualidade dos reservas. Eu nem diria reservas: a qualidade dos jogadores que entraram no lugar. Ronaldo fechou o gol e Claudir era um
gigante de ébano. A zaga formada por João Marcelo e Claudir foi excelente nos seis jogos finais.

LS | E qual a análise técnica daquele elenco?
PM | Eu acho que se dosou a mocidade com a experiência. Você tinha a mocidade de João Marcelo e Charles e a experiência de um Paulo Rodrigues, um Paulo Robson.
E nós tivemos a felicidade de ter o maior frente-de-zaga da história da Bahia, que eu conheci. Acompanho futebol desde os anos 50 e acho Paulo Rodrigues o melhor cabeça-de-área que vi.

LS | Por que o senhor acha que nenhum outro clube nordestino, nem o próprio Bahia,
conseguiu repetir o feito?

PM | O Bahia quase chega perto.Um ano depois, em 1990, ficou entre os quatro no Brasileiro, quando perdeu para o Corinthians, lá, por 2 a 1, e empatou aqui, em 0 a 0. Se ganhasse de 1 a 0, iria para a final novamente. Então, tentou. Em 1994, foi sexto colocado. Então, chegamos a brigar. Mas você sabe que o Brasileiro é muito difícil, principalmente para os clubes nordestinos. Você vê que o Sport Recife
foi campeão, ‘vírgula’, disputando o módulo amarelo, contra os times da Segunda Divisão.

LS| Logo depois da conquista, Bobô deu uma declaração de que a Bahia não veria um título como aquele nos próximos 30 anos. O que o senhor achou daquela declaração?
PM | Eu acho que 20 anos se passaram. Bobô disse 30. Então ainda faltam 10 anos para a gente quebrar esse vaticínio (risos). E tomara que seja quebrado pelo Bahia. E sejamos campeões brasileiros novamente.

LS | O senhor vê perspectivas de o Bahia voltar a ser campeão brasileiro?
PM | Eu acho que pode.O Sport,em 2008, foi campeão da Copa do Brasil. O Paulista de Jundiaí e o Santo André, também. Eu acho que pode, sim. É só contratar os jogadores certos, motivar a equipe, ter atrás de si um grande treinador e uma grande torcida. Basta abrir o estádio de Pituaçu pra lotar. Então, ter a torcida do Bahia por trás já é um handicap muito grande.

LS | Por que o Bahia não conseguiu aproveitar a oportunidade de crescimento?
PM | O Bahia aproveitou. Conseguimos bater o recorde de sócios, mais de 10 mil. E revitalizar a sede de praia do clube. Fizemos parque infantil, piscina, toboágua
e conseguimos com isso melhorar muito o quadro social do Bahia. Hoje, se o Bahia estivesse na Série A, teria R$ 1 milhão e meio por mês. Como está na Série B, só recebe 400 mil. A visibilidade da Série A é maior. Então, os contratos de patrocínio são mais baixos na Série B. O que desequilibra a favor do Bahia é a torcida porque lota, mesmo com ingressos de R$ 20 ou 30.

LS | Além do troféu e do orgulho do torcedor, o que o clube ganhou com a conquista?
PM | A rivalidade. Porque o Vitória não pode cartar com a gente em nível estadual. A maior sequência de títulos é nossa, com o heptacampeonato, que completa 30 anos em setembro. E no âmbito nacional, a gente pode dizer ao torcedor do Vitória: ‘a gente
tem duas estrelas no peito. E vocês,têm aonde?’. Não têm. No Nordeste, ninguém tem. O único bicampeão brasileiro é o Bahia. E você sabe que existe essa rivalidade
entre os torcedores. E esse é um título inesquecível para os torcedores.

LS | Do topo do País, em 1989, o senhor imaginava ser possível o Bahia chegar a uma
Série C de Brasileiro?

PM | Não. Eu nunca pensei nisso, tanto que eu estou repetindo pra você que, em 1990, o Bahia foi terceiro, e em 1994 foi sexto. Eu nunca pensei nisso, mas são coisas
que acontecem no futebol.Graças a Deus, já subimos para o purgatório e agora temos que ir para o céu, que será a Série A.

LS | Tanto tempo depois, existe alguma coisa de bastidores que nunca foi contada e que o senhor poderia contar agora?
PM | Tem muita coisa de bastidores que se passou. Mas eu acho que deve continuar nos bastidores ainda, porque eu acho que você não pode revelar tudo. Se houve indisciplina de algum jogador,ou algum problema, não temos que ficar contando. Nós
temos é que nos unir por termos sido campeões brasileiros que é o sonho de qualquer presidente e de qualquer jogador.

LS | Quer falar mais alguma coisa sobre aquela época?
PM | Agradecer à maior manifestação da minha vida. No aeroporto, no dia que o Bahia chegou. O avião pousou e milhares de baianos invadiram a pista e tiraram os jogadores do avião para o trio elétrico. Fomos até a sede de praia. E o povo vibrando nas casas. Uma emoção inesquecível. Eu fui uma vez ao aeroporto quando o Papa veio a Salvador. O Bahia suplantou até a recepção que o povo baiano deu ao Papa.
Porque o Bahia tem a torcida que mais ama seu clube. O torcedor mais apaixonado. Não tem torcedor mais fiel que o do Bahia.

Entrevista com Evaristo de Macedo

LEANDRO SILVA | Qual o segredo para grandes vitórias, a exemplo daquela contra
o São Paulo, no Morumbi, e a goleada contra o Santos?

EVARISTO DE MACEDO | Acho que o nosso time tinha uma coisa muito importante, que era a confiança.Quando nós fomos jogar contra o São Paulo, uma grande equipe, não tínhamos que estar preocupados com o ambiente que envolvia o jogo. Porque, às vezes, nos deixamos levar... Nós enfrentamos essas boas equipes conscientes da nossa qualidade. Nós não fomos para jogar recuados. Jogamos de igual pra igual. Eles também tinham que se preocupar. Eles que se preocupassem com a gente. E se preocupavam. A verdade é essa.

LS | Aquelas declarações atribuídas ao senhor de que o time era fraco, eram só jogada?
EM | Deixa eu te explicar. A gente recebia críticas no início. Então, no deboche, a gente dava respostas como ‘Nosso time não joga nada, mesmo. Você tem razão’. Era uma resposta que não dizia a verdade, mas estava no mesmo nível do que era falado sobre nós. A gente, às vezes, faz umas concordâncias mais para contrariar o que foi dito do que para concordar. Confiei plenamente desde o início.

LS | Paulo Rodrigues gosta de dizer que alcançou um tempo em que o jogador quando dava um bico ficava com vergonha e que o time do Bahia era muito técnico. Era uma preocupação só dos jogadores?
EM | Era uma preocupação nossa. Nós escolhíamos jogadores técnicos. O único do time que era discutível era o Tarantini, que eu trouxe do interior. Acho que até por ser baiano. Ele nos ajudava muito ali atrás. Os outros jogadores eram tecnicamente muito
bons. O Bobô, o Zé Carlos, o Paulo Rodrigues... A grande virtude do nosso time era saber partir pra cima desde o início, pegar o time adversário de surpresa.

LS | Falando nisso, até hoje muitos dizem que o Bahia foi campeão ‘apesar de Tarantini’. O que o senhor acha disso?
EM | É um preconceito porque na época o Bahia tinha um lateral chamado Zanata, só que ele não se enquadrava nos moldes da equipe. Nós tínhamos uma equipe de rapazes dedicados. E ele não era. Chegava atrasado, não tinha o mesmo comprometimento. Eu cheguei à conclusão de que era melhor afastá-lo. Eu achava ele muito bom,mas essa
convivência dele com o grupo foi desgastando. E ficou na imagem da torcida aquele lateral que atacava, que subia. Mas, pra mim, o que interessava eram laterais
mais defensivos. Precisávamos de um lateral que cobrisse melhor o lado dele e ajudasse os zagueiros. Até porque eu liberava os volantes. Ele era um bom jogador.
Um jogador forte, que conhecia bem a posição dele. E isso não era muito entendido. Porque a ação ofensiva do Zanata, Zé Carlos fazia muito bem.

LS| E o senhor tem acompanhado o Bahia?
EM | Tenho. É uma coisa interessante porque os outros times gostam do Bahia e de ir à Bahia.Mas vamos torcer para melhorar. Anteontem (domingo passado), eu vi a vitória do Bahia sobre o Vitória, no Barradão. Vamos ver se, vencendo o regional, ganha uma
força pra Segunda Divisão. Eu gosto muito do Gallo. Foi meu jogador no Santos, sempre foi muito inteligente. E eu tô torcendo muito por ele. No dia que eu for aí
na Bahia, quero ir dar uma força pra ele. Eu sou Flamengo, mas tenho um carinho muito grande pelo Bahia. Acompanho muito de perto, aqui no computador, sempre que o Bahia joga.

LS | Como o senhor vê essa situação do Bahia longe da Fonte Nova, hoje interditada?
EM | Para o Bahia, é fundamental. O Bahia é Bahia com a Fonte Nova. Todos os grandes títulos que consegui com o Bahia, todos os grandes jogos, foram na Fonte Nova. É a casa do Bahia. É onde o adversário tem respeito. É igual a aqui no Rio de Janeiro. Você vai jogar contra o Flamengo, aí perguntam: ‘É no Maracanã?’. Já entra preocupado. É a mesma coisa. É preciso que a Fonte Nova volte,para o Bahia ser forte de novo. Estou acompanhando que o Bahia está se identificando com Pituaçu. Não tem nada a ver. Pituaçu e os outros campos são iguais. Não deixa de ser Pituaçu. A ligação do Bahia com a Fonte é extraordinária. A torcida vai gostar.Mas fica aquela saudade, pode ter certeza. A história do clube se confunde com a da Fonte Nova.

Alguns textos especiais sobre o título brasileiro de 1988 do Bahia

Leandro Silva e Nelson Barros Neto

Zanata confessa. Arrepende-se de ter trocado o Bahia pelo Palmeiras pouco antes do início do
campeonato. “Infelizmente, eu via pela TV e queria estar ali. Mas como é que eu ia advinhar?”,
lamenta, admitindo ter tido uma “briga feia” com Evaristo de Macedo na reta final do Estadual – embora ampare sua saída numa “proposta dobrada e mais perto da família”.
Um dos principais ídolos tricolores da época, talvez mesmo o maior, o lateral-direito relata o
sucesso que teve nas equipes por onde passou depois. E não deixa de provocar, em declaração
que – verdade – encontra eco em boa parte da torcida: “O time de 86 era bem melhor. Naquele,
sim, só tinha alto nível”.

Além de Zanata, Zé Carlos e Bobô, o escrete de ‘Titio’ Fantoni, recordista de jogos invictos no País, ainda contava com um inspirado Claudio Adão. Mas por que, então, parou nas quartas-
de-final do Brasileiro, eliminado que foi para o Guarani?

Citado, Bobô diz não existir uma resposta objetiva para explicar o feito de 88, com peças até hoje criticadas e início de campanha cambaleante. Bastam minutos de conversa, entretanto, para se começar a entender. “Acho que combinou um monte de coisas. Um bom treinador, um excelente time, entrosado, e acho que o entrosamento ali foi diferencial, porque a gente já vinha jogando
junto há dois, três anos. Então, todos nós nos conhecíamos”.

Continua o camisa 8: “Era um time muito forte, e tecnicamente muito bom. Ele tinha velocidade,
mas com muita qualidade técnica. Nós tínhamos o Charles no esplendor da forma dele, sabe? Charles novinho era muito chato jogando. Prendia a bola, tinha o tempo certo de jogo. Sem falar na nossa velocidade extraordinária no momento dos contra-ataques”.

Em opinião que coincide com a dos colegas, o diretor-geral da Sudesb destaca que o Bahia
cresceu dentro da competição. “Foi ganhando maturidade e a confiança necessária pra poder
chegar aonde chegou. E o time jogava com alegria. A gente saía, ia comer um pastel, ia tomar
uma cerveja, as mulheres se reuniam com as namoradas. Então, não era um time de estrelas.
Pelo contrário. Era um time modesto, em que cada jogador tinha um sonho”, conclui.

Parceiro de meio de campo, Paulo Rodrigues endossa:“Chegamos a um ponto que as preleções
eram de cinco minutos nas finais. A gente perguntava era sobre a marcação. Se ia marcar
em cima ou esperar o adversário. O resto, a gente já sabia. Ele (Evaristo) conseguiu passar
tudo. Iam saindo as jogadas com a maior naturalidade”.

Zé Carlos, enfim, ressalta a importância da identificação dos atletas – em sua maioria de baianos – com o tricolor. “Eu fui criado pelo Bahia, subi da base e fui campeão. Era meu único clube até então. E isso faz você se entregar mais”, acredita.

O torcedor torce o nariz sobre eventuais “ajudas espirituais” ao tricolor, mas o lateral Paulo Robson conta um episódio engraçado, que mostra que elas realmente faziam parte do contexto. “Estávamos, eu e Paulo Rodrigues no quarto, aí bateram na porta. Disseram que a gente tinha que fechar a corrente. Eu vi um cara de quase dois metros de altura. E ele disse que tinha que dar uma surra de galo na gente! A gente não queria porque não sabia dessas coisas. Depois, o pessoal pressionou porque faltava só a gente pra fechar a corrente e eu entrei em um lugar com água, e o cara começou a me bater com o galo. Ninguém acredita, bicho, que eu tomei surra de galo aí na Bahia”, entrega, às gargalhadas.

Matéria publicada originalmente no jornal A Tarde do dia 15/02/2009

Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

Vitória 0 x 2 Bahia - no blog de Mauro Beting

Leandro Silva

O clima de rivalidade que tomou conta da cidade era visível por todas as partes: azul, vermelho e branco e vermelho e preto deixavam o verão de Salvador ainda mais colorido, desde cedo. Era o 415º Ba-Vi. No entanto, ao final do dia, apenas os tricolores tiveram razão para enfeitar as ruas da cidade com a conhecida combinação de cores, após os 2 a 0, que garantiram a liderança, mesmo com um jogo a menos que o rival e a manutenção de um tabu de 3 anos, ou 7 jogos, sem perder no Barradão, com 5 triunfos e 2 empates.

Quanto mais se aproximavam as 17 horas e a área do estádio Manoel Barradas, maior a concentração de cores na cidade. A festa nas arquibancadas era bonita e não parou, mesmo depois que cerca de 50 torcedores do Vitória ficaram feridos por causa de um tumulto envolvendo a polícia na maior torcida organizada do clube.

A rivalidade mostrou as caras logo em um dos primeiros lances do jogo, quando o tempo fechou depois que o volante Vanderson deu uma cabeçada no garoto Ananias.

A torcida do Bahia, assistia, assustada, a um primeiro tempo de pressão do Vitória, que desperdiçou grandes chances com o ídolo Nadson, ex-Corinthians, um gol feito, e vários chutes para o alto do veterano Jackson, ex-Palmeiras.

O término do primeiro tempo com o placar inalterado foi um alívio para a torcida do Esquadrão, mesmo com um esquema ofensivo com dois meias-atacantes e dois atacantes, o Tricolor foi encurralado.

No intervalo, Gallo começou a ser decisivo. Sacou o meia Hélton Luiz, ex-Náutico,destaque do clube no campeonato, e colocou o volante Léo Medeiros, ex-Flamengo. Parecia a senha para armar uma retranca para segurar o empate. Ledo engano. Foi aí que o time deslanchou. Com passes longos e precisos, Léo fez o time do Bahia voar em campo e surpreender o Vitória. Mas ainda faltava uma correção de rota. O treinador havia preferido improvisar o volante Marcone na lateral-direita, deixando o titular Patrício, no banco, por condições físicas, mas o garoto, apesar da vontade não conseguia colaborar ofensivamente. Com a entrada do veterano ex-gremista, o time ganhou mais opções ofensivas e foi ele quem descobriu o baixinho Beto, sozinho do canto da área, livre para colocar o Bahia na frente. Ele chutou cruzado, mas quem tocou contra a própria meta, tentando cortar, foi o ex-palmeirense Thiago Gomes.

Festa do lado tricolor das arquibancadas do Manoel Barradas. A partir daí, o Leão parecia nervoso. Melhor para o Bahia. Logo depois, Patrício fez um lançamento para o volante ex-atleticano Elton, mas a bola seria interceptada pelo goleirão colombiano Viáfara. Seria, porque o arqueiro vacilou e a bola passou por baixo das pernas. Atento, o volante pegou do outro lado, puxou para a perna esquerda e tocou para o gol vazio. A festa não tinha mais hora para acabar para a maior torcida da cidade.

Méritos para um time que conseguiu se reinventar no intervalo, graças ao olhar aguçado do paulista Alexandre Gallo, mas também pela entrega de todos, a exemplo dos zagueiros Alison e Nen, os volantes Leandro Makelele e Elton e o meia Ananias.

Ainda houve espaço para o ex-presidente rubro-negro Paulo Carneiro e o Governador Jaques Wagner serem cantados pela torcida tricolor e xingados pela torcida rubro-negra. Agora, o Bahia tem 16 pontos, invicto, contra 15, do Vitória, que tem um jogo a mais. Na teoria, o resultado de ontem deve servir apenas para ajudar a garantir vantagem em uma futura e possível final. Na prática, é como mais um título para o tricolor, no campeonato da rivalidade.

Texto postado no blog de Mauro Beting

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Domingo, Fevereiro 08, 2009

Texto no blog de Mauro Beting

Leandro Silva

O Vitória tinha 100% de aproveitamento, mas só tinha conseguido jogar bem mesmo na goleada de 7 a 0 sobre o Poções. Perdeu na quarta-feira para o Fluminense, em Feira de Santana. Já o Bahia empatou o primeiro jogo, mas ganhou os quatro seguintes e é o único invicto. Tem um jogo a menos e se vencer domingo assume a liderança. No meio de semana, deu 6 a 0 no Atlético de Alagoinhas, no estádio de Pituaçu.

É o segundo jogo do estádio depois da reinauguração e no primeiro o Bahia já havia goleado o Ipitanga por 4 a 0. A torcida do Bahia está em uma empolgação só. Primeiro, porque passou o ano todo com o time jogando fora de Salvador. No ano inteiro, só jogou dois jogos na capital (os dois clássicos, que venceu, no Barradão, por 2 a 0 e 4 a 1).
Além do mais, o time está aparentando ter mais qualidade que os dos últimos tempos. O goleiro Marcelo, ex-Corinthians, caiu nas graças da galera com as grandes atuações - até o momento, não sofreu gol com a bola rolando no campeonato, foi vazado apenas em duas cobranças de pênalti. Os laterais Patrício e Rubens Cardoso ainda não parecem 100%, mas já fizeram gols e ótimos cruzamentos. O zagueiro Nen, ex-Palmeiras e Atlético-MG, veio para arrumar a cozinha tricolor e dá tranquilidade pra quem joga do seu lado, seja Alison ou Rogério. Rogério Correia ainda não estreou. No meio, Leandro Makelele e Elton têm protegido bem a defesa, mas os xodós da hora são os baixinhos Hélton Luiz, ex-Náutico, e Beto, ex-Atlético Mineiro.

O Vitória perdeu muitos destaques da boa campanha do Brasileiro passado, como Willians, Marquinhos, Marcelo Cordeiro, Renan, Leonardo Silva, Dinei, mas segurou alguns como o goleiro Viáfara, o zagueiro Anderson Martins e ainda contou com a volta de Bida, Apodi e Nadson, e com a contratação de jogadores como Cristian, Willian, Rafael Bastos e Washington.
Dois fatores extra-campo também apimentam a rivalidade. É o primeiro clássico desde que Paulo Carneiro, que era presidente do Vitória por muitos anos, foi para o Bahia. E muitos rubro-negros estão mordidos com a migração. Do mesmo modo, a torcida do Vitória anda na bronca com o governador Jaques Wagner, tricolor declarado, que teria mostrado um empenho exagerado na reconstrução do estádio Roberto Santos, de Pituaçu.
É promessa de muita disputa no Barradão, onde o Bahia não perde há seis jogos.

Texto publicado originalmente no blog do Mauro Beting

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Entrevista com Elias sobre o Ba-Vi

Leandro Silva
Destaque do último Ba-Vi, no Barradão, o meia Elias agora está no Atlético Goianiense. Suspenso na rodada do Goianão, ele irá reforçar a torcida tricolor por mais um triunfo no Barradão. Confira o bate-papo do antigo camisa 10 com este blogueiro:
Leandro Silva: E aí, Elias? Está acompanhando o Bahia, mesmo de longe?
Elias: Tô, sim. Tenho muitos amigos aí, né? Tanto no Bahia quanto fora também que sempre me falam como o Bahia está.
L.S: Está torcendo por uma vitória domingo do Bahia? Ou, como profissional, prefere ficar isento?
E:
Com certeza. Apesar de ter saído daí, tenho um carinho enorme pelo clube. Se eu sou quem sou hoje, devo muito ao Bahia. Então não tem como eu esquecer.
L.S: Arrisca um placar?
E: 1 a 0 pro Bahia
L.S: E quem você acha que pode chamar a responsabilidade nesse clássico?
E: Acredito que Patrício e Rubens Cardoso, que são os mais experientes. Então, eles podem ajudar bastante num clássico difícil como esse. E pelo que eu tô acompahando, tem esse Hélton Luiz, né? Eu não conheço, mas parece que está se destacando bem. Pelas informações que eu tive de muitos amigos meus que assistiram aos jogos e falaram muito bem dele.
L.S: E de todos os Ba-Vis que você disputou, qual foi o que ficou mais marcado?
E: Com certeza, o de 4 a 1, no Barradão. Foi um dos jogos mais gostosos de minha carreira. Ganhar um Ba-vi no Barradão ja é gostoso, ainda mais de 4 a 1. Então, com certeza, foi esse. E ainda fiquei chateado quando saí do jogo justamente porque eu sabia que dava para a gente ganhar de uns 6 ou até 7. Porque, pra você ver, tava 4 a 1 com 10 minutos do segundo tempo, aí, se eu não me engano, com uns 15, Vanderson foi expulso. Aí, logo em seguida, Comelli me tirou. Achei que dava para a gente fazer mais gols e não recuar o time como ele fez. Mas foi uma opção dele, né? Não podia fazer nada.
L.S: Você se lembra quantos gols fez nos clássicos do profissional?
E: Acho que foram 4.
L.S: E na base, a rivalidade era maior, igual ou menor?
E: É claro que tem muita rivalidade também na divisão de base, mas, com certeza, nunca será igual à do profissional. A responsabilidade de um clássico no profissional é bem maior, mas é sempre bom vencer um clássico independente de onde seja.
L.S: E mesmo quem não é baiano se envolve nesse clima fácil, não é? Ou você já percebeu colegas que vieram de fora e pareciam um pouco alheios a essa rivalidade?
E: Já vi as duas coisas. Já vi colegas que não tavam nem aí. Não se envolviam muito. Como também já vi muitos colegas se envolverem bastante, também. Acho que isso é bem relativo. Alguns se envolvem, outros, não. Eu me envolvi bastante porque criei um carinho especial pelo clube. Sempre que entrava pra jogar, procurava fazer meu melhor para o bahia e quando chegava num jogo desses, que é especial, me envolvia até demais, eu acho (risos).
L.S: Até esquentava a cabeça, não, é?
E: Pra você ver. A vontade era tão grande de ajudar o bahia a vencer, que até acabei me excedendo um pouco em alguns jogos.
L.S: Conta como é que está aí, no Atlético Goianiense.
E: Graças a Deus, estamos fazendo um bom trabalho. Mas temos objetivos bem maiores do que ganhar 4 jogos. Queremos o título e depois subir para a Série A junto com o Bahia, com fé em Deus. Na verdade, aqui tá um mini-Bahia (risos). Tem Márcio, Chiquinho, Jair, eu e Luciano Totó. Jair tá bem demais aqui, cara. Nos 4 jogos, ele arrebentou. O time tá muito igual. Aqui, o elenco tá muito bom. Pra você ver, no jogo contra Itumbiara, que é o atual campeão e tem Túlio e Denilson, a gente tava com 7 desfalques e demos 3 a 1.

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Ba-Vi será de maior rivalidade dos últimos anos

Leandro Silva

A torcida baiana acompanha neste domingo o Ba-Vi de maior rivalidade dos últimos 10 anos. Em 1999, os dois times dividiram o título porque a final não aconteceu. O Vitória foi para o Barradão - palco do jogo deste domingo- e o Bahia, para a Fonte Nova. Os presidentes Marcelo Guimarães, do Bahia, e Paulo Carneiro, do Vitória, travaram uma violenta disputa de bastidores e microfones. Desde então, nenhum confronto reuniu tanto tempero para acirrar os corações das torcidas.

No ano passado, o Bahia, que mandava seus jogos em Feira de Santana, tentou o empréstimo do Barradão na Série B, mas a diretoria rubro-negra não concordou. Posteriormente, quando seria vantajoso para o Leão abrigar os jogos do tricolor, por atrair recursos da Petrobrás, foi a vez do rival não querer mais.

Outro chamariz para o clássico envolve o ex-chefão do Vitória, Paulo Carneiro, que deixou o clube em 2005, após a queda para a Série C. Depois de quatro anos afastado da bola, Carneiro foi contratado pelo atual presidente, Marcelo Guimarães Filho, para revolucionar o departamento de futebol do tricolor. A troca de camisa está lhe custando um processo de expulsão do conselho rubro-negro.

Mais um ingrediente do Ba-Vi fica por conta da bronca da torcida leonina com o governador Jaques Wagner, tricolor, por causa do empenho na reinauguração de Pituaçu - mando de campo do Bahia - e por supostos benefícios ao Esquadrão. E mais: o jogo acontece na semana em que a cidade respira futebol por causa da visita da Fifa, que vai indicar as subsedes para a Copa de 2014. A torcida do Vitória está contente com a classificação do time na Sul-Americana e a do Bahia recuperou a confiança com a mudança de diretoria.
Nos bastidores, mais pimenta. A ida de Carneiro ao Bahia não foi a única mudança de ares polêmica. A cozinheira Fernanda fez greve por não receber salários no Bahia e foi demitida. Logo depois, foi parar na cozinha rubro-negra. Com direito a apresentação para a imprensa em clima de deboche.

Tecnicamente, também, o jogo promete. Reúne as duas equipes de melhor campanha do Estadual. A igualdade de condições entre Bahia e Vitória para o jogo é tamanha que as duas torcidas podem reivindicar o fato de ter o melhor time da competição até o momento.

O Vitória é o líder com 15 pontos ganhos. O Bahia vem em segundo com 13 e reivindica o melhor aproveitamento do campeonato, uma vez que teve o jogo contra o Madre de Deus adiado para sábado de carnaval. O Leão, que tinha 100% de aproveitamento até a última quarta-feira, quando perdeu para o Fluminense, vem mordido.

Nos bancos, pela primeira vez em Ba-Vis, estarão os treinadores Alexandre Gallo, do Bahia, e Vagner Mancini, do Vitória, amigos de infância no interior paulista de Ribeirão Preto. Lá, eles também se dividiam no clássico local. Gallo torce para o Botafogo e Mancini, para o Comercial.
Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 8 de fevereiro de 2008

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Terça-feira, Junho 10, 2008

Levanta, sacode a poeira

Leandro Silva

Desde o dia 6 de abril quando o Bahia estreou no quadrangular decisivo do Campeonato Baiano com um empate por 0 a 0 com o Vitória da Conquista, Adilson não entrava em campo. Na partida seguinte, contra o Itabuna, Ávine se destacou e ficou com a camisa 6. O exílio das quatro linhas do lateral durou dois meses, até ele entrar e se destacar na vitória do Bahia por 2 a 1 contra o Criciúma no último sábado. Sua estréia coincidiu com a do técnico Arturzinho e da volta do bom futebol, esquecido desde a goleada contra o Vitória da Conquista pelo Baiano.

“Eu considerei sábado como uma reestréia e foi muito boa. Tanto pela minha atuação quanto da equipe, que teve uma pegada muito forte. A marcação foi muito boa”, disse o lateral.

Ele que costuma se destacar por causa dos cruzamentos aéreos deu logo uma amostra da sua especialidade na sua volta à equipe titular, com um ótimo cruzamento para o primeiro gol do jogo, marcado, de cabeça, por Galvão. Ele conta o segredo dos bons cruzamentos. “É o dom de Deus e muito trabalho. Um pouquinho de cada. Quando o jogador trabalha sério, cresce sempre”, disse.

No Campeonato Baiano deste ano, Adilson começou se destacando, até mais do que na Série C do ano passado, até se contundir na nona rodada, contra o Poções e voltar apenas na 19ª rodada contra o Feirense. Depois, sem repetir as boas atuações do início do ano foi perdendo espaço até ser retirado do exílio pelo seu comandante do ano passado, Arturzinho, que já o alçou à condição de titular.

“Ele me colocou por causa da confiança que ele tem por mim por eu ter mostrado um bom futebol e fiquei muito feliz”, disse.

Concorrência – Para completar o cenário favorável à sua permanência na equipe titular, seu concorrente à vaga, Ávine, foi testado no meio de campo e também realizou grande partida contra o Criciúma, podendo ser mantido nesta função quando voltar da suspensão pelo terceiro cartão amarelo, que vai tirá-lo da partida contra o Paraná, sábado.

Ávine ainda não foi o mesmo da atuação brilhante no primeiro Ba-Vi do quadrangular decisivo, quando o Bahia venceu por 4 a 1, mas não lembrou nem de longe a figura apagada que errava praticamente todos os lances nas últimas partidas pela Série B.
“Ávine é um excelente jogador. E é muito inteligente, tanto atuando na lateral quanto no meio. Por isso, ele vai se dar bem no meio de campo e ainda vai me ajudar”, diz Adilson, rindo.

O lateral tem 27 anos e está no maior clube da sua carreira. Antes, atuou no Marília, quando cruzou o caminho tricolor em uma das fases decisivas da segunda divisão de 2004, no Santo André, quando subiu para a Série B, no Noroeste, quando chegou a A-1 paulista, e agora luta por um segundo acesso pelo Bahia.

Outro lado – Se a torcida ficou satisfeita com o desempenho dos dois laterais canhotos do elenco na partida em Santa Catarina, o mesmo não se pode dizer da outra lateral. Luciano Baiano voltou a não convencer e a estréia de Thiago Maciel, ex-Vasco, no sábado já ganha força.

Não deve ser a única alteração com relação à equipe que venceu a segunda partida na competição. Com a suspensão de Ávine, uma vaga fica aberta no meio de campo, e a briga deve ser entre Rivaldo e Ananias. A escolha deve ser baseada na postura que o time deve ter, mais ofensiva, no caso de Ananias, ou mais defensiva, no caso de Rivaldo.

A outra mudança pode ser a aguardada estréia de Alison na Série B. Depois de passar quatro rodadas contundido e ter sido liberado da primeira pelo nascimento da filha, o beque finalmente deve ser liberado para atuar. Com isso, Cléber Carioca deve aguardar outra chance.

Além de Alison, Fábio já está liberado. Marcone deve voltar a treinar normalmente hoje. Seu retorno à equipe pode alterar o esquema, ou ele pode voltar a jogar no meio de campo.

Ontem, houve apenas treino físico no Fazendão visando a partida do próximo sábado contra o Paraná. O técnico Arturzinho estava no Rio de Janeiro, cuidando de detalhes da sua mudança.

Ataque – A julgar pelo aproveitamento na última partida, a dupla de ataque formada por Galvão e Bruno Cazarine deve ser mantida. Depois de quatro jogos, foi a primeira vez que uma dupla de frente que iniciou a partida pelo Bahia conseguiu marcar.
A última vez tinha sido na goleada de 5 a 0 sobre o Vitória da Conquista pela fase final do Baiano. Naquela partida atípica, Pantico fez três e Cristiano fez um. Os dois já foram embora. Charles, que entrou depois, também fez gol naquele jogo.
A última vez que dois atacantes marcaram no mesmo jogo tinha sido em 17 de fevereiro, quando Pantico e Didi marcaram contra o Fluminense de Feira.

Corpo Mole– A boa atuação da equipe na estréia de Arturzinho voltou a gerar as insinuações de que os jogadores estavam fazendo corpo mole para derrubar Comelli. Os atletas se apressam em negar.

“Não houve nada. Eu falo por mim. O que houve foi Arturzinho dar motivação até para quem não estava jogando, como eu. Ele deu muita moral para todos os jogadores”, diz Adilson.

Ainda em campo, depois da partida de sábado, Elias falou para a TV Bahia, negando a situação, mas criticando Comelli.


Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 10/6/2008

Quinta-feira, Junho 05, 2008

A Copa das estrelas

Leandro Silva

Amanhã, quando a bola rolar para Suíça e República Tcheca, vai começar a Copa do Mundo sem o Brasil e a Argentina, como é de costume se referir à Eurocopa, devido ao seu nível elevado. Mas se a Seleção Brasileira não participa da competição continental de maior prestígio do mundo, por questões geográficas, o País estará representado por seis jogadores e mais um treinador, o mesmo que levou o Brasil ao título mundial em 2002, na Alemanha, Luis Felipe Scolari.

Jogadores são seis: Pepe e Deco, de Portugal; Kuranyi, da Alemanha; Marcos Senna, da Espanha; Roger Guerreiro, da Polônia e Mehmet Aurélio, da Turquia. E poderia ser mais se Eduardo da Silva, atacante da Croácia, não estivesse fora por causa de uma lastimável lesão sofrida em um jogo pelo Arsenal.

A Argentina tem presença também na seleção italiana com o meia-atacante Camoranesi. Puro reflexo da naturalização desenfreada de jogadores com o intuito de atuar por outras seleções. O sentido de patriotismo é deixado de lado, mas não deixa de ser uma atração a mais para o torneio.

Na Euro de 2004, por exemplo, a presença de Deco e Felipão na seleção lusa fez com que muitos brasileiros torcessem pelo título português, que acabou não acontecendo depois de perder a final, em casa, para a Grécia, em uma zebra histórica.
Será que este ano o bicho listrado vai passear pelos gramados austríacos e suíços, também?

Antes mesmo de a bola rolar para a fase final, a zebra já fez estrago com a eliminação da Inglaterra, nas eliminatórias, desfalcando a competição com a ausência de uma seleção com a tradição inglesa e de grandes estrelas como Gerrard, Lampard, Rooney e John Terry. Melhor para as principais postulantes ao título que já se livraram de uma forte concorrente. Alemanha, Itália, França, Portugal, Holanda e Espanha são as favoritas, mas pelo menos uma delas vai cair na primeira fase, já que Itália, França e Holanda estão no mesmo grupo, garantindo um grande clássico em cada rodada da primeira fase desta 13ª Eurocopa.

História – A primeira Euro ocorreu na França em 1960, ainda chamada de Taça da Europa de Nações, e a extinta União Soviética ficou com o título ao vencer a anfitriã na final. Na Euro seguinte, ela voltou a enfrentar a seleção mandante na final, mas perdeu para a Espanha.

Apenas duas seleções já conseguiram repetir a dose e ficar com outro título. A recordista Alemanha, que venceu três vezes, e a França, com dois títulos.

Importância – Para demonstrar o prestígio que tem a Eurocopa, basta lembrar que, enquanto é muito comum ver os jogadores sul-americanos, principalmente brasileiros, pedindo dispensa para não jogar a Copa América, ninguém quer abrir mão de disputar a Euro. Exceto aqueles jogadores que resolveram se aposentar das seleções.

Com isso, o nível fica altíssimo e é possível ver tantas estrelas reunidas como Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic, Van Nistelrooy, Henry, Ballack, Luca Toni, Fernando Torres, etc. Em compensação, hoje, a Liga dos Campeões tem uma constelação ainda maior, com a presença dos astros sul-americanos e africanos.

Em comparação com a Copa do Mundo, a Euro leva uma certa vantagem. Como são apenas quatro grupos, os jogos tendem a ser mais equilibrados desde a primeira fase, pois não há espaço para equipes muito fracas. Por outro lado, a ausência de escolas de futebol diferentes faz com que os jogos percam um pouco do charme da Copa, e os jogos se tornem mais monótonos.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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EURO 2008 - A chave mais brasileira

Leandro Silva

O Grupo A deve ser marcado pelo equilíbrio. É a chave com mais brasileiros na competição. Nele, está a dona da casa com maiores chances de superar a primeira fase da competição, a Suíça, que deve brigar com República Tcheca e Turquia por uma segunda vaga ao lado do grande favorito do grupo, Portugal. Os lusos esperam subir um degrau com relação à última Euro, quando ficaram com o vice-campeonato em casa. E grande parte do otimismo com relação a uma boa campanha se deve à presença da maior estrela do futebol mundial atualmente: Cristiano Ronaldo.

O português, que está gastando a bola em 2008, tem a chance de unificar os títulos do Velho Continente, de clubes e seleções. O ponto fraco de Portugal é a falta de um centroavante de alto nível. Nuno Gomes, Hugo Almeida e Postiga não convencem.

A Suíça leva uma grande vantagem frente aos adversários por causa do apoio da torcida. O time chamou a atenção na Copa do Mundo da Alemanha por sair da competição sem sofrer um único gol, mas o guardião da meta mudou. O veterano Zuberbuhler foi convocado, mas perdeu a posição para Benaglio, que se destacou no Campeonato Alemão deste ano. O meia Inler e o atacante Frei são as esperanças ofensivas. Na defesa, Senderos, Djourou e Magnin se destacam.

A República Tcheca chega mais fraca que nas últimas competições. As ausências de Rosicky, machucado, e Nedved, aposentado da seleção, acabam com o meio de campo tcheco. Cech no gol e Koller, no ataque são as armas do mago Karel Brückner para tentar uma vaga.

Já a Turquia ainda tem alguns remanescentes da equipe que disputou a semifinal da Copa de 2002 contra o Brasil. Nihat é a principal arma ofensiva. O time ainda conta com o volante brasileiro Mehmet Aurélio.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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EURO 2008 - Passeio alemão preparado

Leandro Silva

Essa é a chave com menos estrelas de grande porte na competição. A Áustria, também dona da casa, ao contrário da Suíça não parece ter condições de passar de fase. A Alemanha é a grande favorita para ficar com o primeiro lugar do grupo. A Croácia deve disputar com a Polônia a segunda vaga, com favoritismo para a os croatas.

A Alemanha é uma seleção cada vez mais consistente e o técnico Joachim Low tem à sua disposição peças satisfatórias em todas as posições. O meia Ballack, vice-campeão europeu pelo Chelsea, continua sendo o maior destaque do time. É dele o papel de municiar um ataque que deverá ser formado por Klose e Mario Gómez.

No entanto, o goleiro Lehmann não é mais o mesmo. Adler está em melhor fase, mas o ex-goleiro do Arsenal deve ser mantido pelo nome.

A Croácia protagonizou uma das maiores zebras das eliminatórias ao eliminar a Inglaterra, mesmo já estando garantida na competição. Mas terá uma ausência que enfraquece muito o time. O brasileiro Eduardo da Silva chocou o mundo ao sofrer uma entrada violenta de Martin Taylor em um jogo pelo Arsenal e viu o sonho de defender a Croácia em uma grande competição adiado. O grande problema do técnico Bilic é encontrar um substituto para o brazuca. No meio de campo, no entanto, está a maior esperança da torcida croata: o meia Modric.

Enquanto a Croácia perdeu o seu brasileiro, a Polônia ganhou um: o meia Roger Guerreiro. Mas os destaques do time continuam sendo o meia Krzynowek e Smolarek, além do goleiro Boruc. Já a Áustria é a equipe mais fraca do grupo e só resta confiar na força da torcida para sonhar com uma classificação. O lateral Garics e os atacantes Harnik e Linz são os destaques do time.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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EURO 2008 - O verdadeiro grupo da morte

Leandro Silva

Jamais, em uma fase de grupos de uma grande competição, alguma equipe deve ter “reclamado” tanto da sorte com o resultado de um sorteio quanto a Romênia. Afinal o que dizer de cair no mesmo grupo que Itália, França e Holanda? Pedreira pura. Este é um incontestável Grupo da Morte e os dois sobreviventes devem seguir muito fortes na competição. É complicado eleger favoritos, mas Itália e França, que decidiram a última Copa do Mundo levam alguma vantagem.

A Itália tem desfalques do nível de Cannavaro e Totti que enfraquecem a equipe. O técnico Donadoni, no entanto, tem à sua disposição inúmeras armas como o veterano Del Piero, que fez um grande Campeonato Italiano pela Juventus, e Luca Toni, um dos melhores centroavantes de área do futebol atual. Di Natale, da Udinese, em ótima fase, é outro destaque, mas não pareceu prudente abrir mão do talismã Filipo Inzaghi.

A defesa perde em qualidade individual com a saída de Cannavaro, cortado para a entrada de Gamberini, mas deve manter a tradição de dar muito trabalho para os ataques adversários.

A França vai para a primeira grande competição pós-Zidane e tenta provar que vai conseguir sobreviver em alto nível sem o antigo maestro.

Thierry Henry permanece como maior destaque ofensivo da equipe, mas o jovem Karim Benzema é outro que pode brilhar. Além de Ribery, Nasri, Gomis, Anelka e Malouda, provando que Domenech está bem servido na frente. Na defesa, a ausência de Mexés pareceu inexplicável.

A Holanda pode ter problemas para se classificar por ter a defesa mais fraca. Apesar de ter grande poder ofensivo com Van Nistelrooy, Huntellar, Robben, Van Persie e Van der Vaart. Já a Romênia tem Mutu, Dica e Chivu como destaques.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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EURO 2008 - A Fúria contra uma nova zebra

Leandro Silva

O Grupo D é o da atual campeã Grécia, mas a Espanha pinta como maior força. Os gregos parecem em desvantagem para lutar por uma segunda vaga com suecos e russos.

Já virou tradição, a cada competição que se inicia, a Espanha parece estar com a seleção mais forte da sua história e o grupo atual passa a mesma sensação. Contando com destaques do nível dos meio-campistas Cesc Fábregas, do Arsenal; Xavi, do Barcelona, e David Silva, do Valencia, e atacantes como David Villa, do Valencia, e Fernando Torres, do Liverpool, a Fúria tem a chance de acabar com o estigma de amarelar nas grandes competições e reeditar a Euro de 1964, quando ficou com o título.

O poder ofensivo ainda é amparado por um grande goleiro: Iker Casillas, do Real Madrid. A zaga com Puyol e Marchena é questionável, mas o primeiro costuma contagiar o grupo com a sua garra.

Já a Suécia tem uma equipe consistente e amparada em um dos maiores destaques individuais do Velho Continente: o grandalhão Ibrahimovic, da Internazionale, considerado como responsável direto pelo tricampeonato nacional de seu clube. Os suecos ainda terão a presença do veterano Larson.

A Rússia chega a Euro, surpreendentemente, cheia de moral por dois motivos: ter conseguido se classificar, deixando a Inglaterra para trás, e pelo título da Copa da Uefa conquistado pelo Zenit, que fornece alguns destaques como Anyukov, Arshavin e Progrbnyak. O goleiro Afinkeev, do CSKA é outro destaque.

A Grécia precisa que aconteça outra grande zebra para conseguir chegar longe novamente este ano. O atacante Charisteas, que marcou o gol do título, permanece no comando do ataque grego. Karagounis e Katsouranis se destacam no meio.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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Os Cavaleiros do Rei Artur

Leandro Silva

O Rei Artur, segundo a lenda, contava com fiéis seguidores, os cavaleiros da Távola Redonda, que lhe davam respaldo para novas conquistas. No antigo reinado de Arturzinho no Bahia, ele também contava com os seus cavaleiros fiéis: entre eles Rogério, Adilson, Fausto, Emerson Cris e Elias, que ajudaram no acesso à Série B e acabam de ser convocados para uma nova missão: subir para a Série A. Dois deles estavam esquecidos por Comelli: o lateral Adilson e o volante Emerson Cris.

“A gente fica feliz por isso porque ele já conhece a maioria do grupo e sabe do meu potencial. Essa confiança é importante”, diz o antigo capitão.

“Por ter trabalhado recentemente no clube, sei que tem pessoas que eu confio e acredito que rendem mais comigo”, diz o treinador sobre o volante.

O meia Elias vivia em baixa no Bahia até que Arturzinho resolvou promovê-lo a titular na Série C do ano passado e ele guarda boas lembranças.

“Com ele que eu comecei a jogar bem e a fazer gols. Ele sempre me dizia que eu tinha que fazer mais gols. Tenho muito a agradecer a ele e espero retribuir em campo, agora”, diz Elias.

Apesar de toda a confiança adquirida, é melhor que os jogadores deixem as barbas de molho. “Eles têm que mostrar se o que eu conhecia deles é o suficiente para serem mantidos”, diz Arturzinho.

“Eles conhecem o meu perfil, de amizade, mas de muita cobrança. De não estar satisfeito com nada e exigir que eles tenham a mesma conduta”, diz.
Esse tal perfil foi evidenciado no coletivo da manhã de ontem. Ávine, que estava treinando na equipe reserva, cometeu um erro e recebeu uma ameaça de bate-pronto. “Você me conhece. Se continuar assim, nem viaja”.

O lateral briga por uma posição no meio de campo com o volante Rivaldo, que também foi contemplado pelas broncas do treinador. Irritado por um passe do volante quando poderia ter chutado a gol.

Treino– Arturzinho iniciou o coletivo ontem pela manhã no Fazendão com: Darci, Luciano Baiano, Cléber Carioca, Rogério e Adilson; Fausto, Emerson Cris, Rivaldo e Elias; Juca e Galvão. Da equipe do ano passado, foram substituídos apenas aqueles que foram embora e Alison, machucado.

Arturzinho ainda não confirmou o time. Além da dúvida entre Ávine e Rivaldo, existe uma indefinição no ataque. Juca, único atacante tricolor a balançar as redes no Nacional, deve reaparecer. Resta a dúvida entre Galvão e Cazarine, que fez um golaço no coletivo.

A mudança no esquema, agora com apenas dois zagueiros é uma das alternativas de Arturzinho para tentar a recuperação. “Vamos ver se está faltando qualidade ofensiva, ou se não estávamos tendo a ofensividade necessária”, disse. Além dos treze que estão mais cotados para o jogo, viajaram: Fabiano, Padovani, Diogo, Ananias e Meneghel.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 6 de junho de 2008

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Quarta-feira, Junho 04, 2008

Ping-pong com Arturzinho - técnico do Bahia

A TARDE Você estava assistindo aos jogos do Bahia na Série B?
Arturzinho Eu assisti um jogo diante do Santo André que o Bahia perdeu de 2 a 0. Assisti partes. Não assisti todos, não. Eu assinei os jogos dos Campeonatos da Série A e da Série B, mas tinha sábado que eu estava trabalhando lá no Centro Esportivo e não deu para acompanhar totalmente. Mas estou sempre em contato com as pessoas da Bahia e sei mais ou menos o que está ocorrendo.

ATEC Do grupo que está aí, você conhece praticamente todos. Dos novos jogadores que não estavam no ano passado, quem você conhece?
Arturzinho De futebol, a gente conece todo mundo. Mas trabalhar junto com alguns é a primeira vez. Já estamos analisando o comportamento deles tanto em termos individuais quanto coletivos. Comportamento disciplinar e um comportamento que acho importantíssimo que é a postura de um jogador que tem que atuar no Bahia. Tem que ter uma personalidade muito forte, tem que se impôr e tem que jogar em alto nível.

ATEC Com pouco tempo para armar a equipe para a próxima partida, você pretende priorizar a base que você montou ou o time que o técnico Paulo Comelli vinha escalando?
Arturzinho Um pouco de tudo. É óbvio que a gente não vai desmanchar o que o Comelli fez, até porque já vinha com o grupo treinando e jogando a maior parte dos jogos. Mas como eu já conhecia o grupo anteriormente e tem alguns jogadores que eu confio e que eu acho que poderão nos ajudar nesse início, vamos fazer algumas mudanças porque é importante que a gente dê uma sacudida no grupo e motive eles para esses jogos.

ATEC Esse é o caso de Emerson Cris?
Arturzinho Com certeza. Um jogador que era capitão da nossa equipe, que fez uma ótima Série C e que não estava sendo aproveitado. Como eu confio nesse atleta, ele vai retornar à equipe. Se ele não voltar a jogar o que vinha jogando na Série C, vai ser preterido por nós.

ATEC Com relação a Reinaldo Aleluia, ele estava afastado pela diretoria, só aguardando propostas. Como fica a situação dele?
Arturzinho A diretoria vai solucionar o problema dele. Quando eu cheguei, as coisas já estavam definidas. Não vou solucionar esse problema porque não é o caso de opinar porque a situação já estava definida.

ATEC E você pensa em utilizar esse jogador?
Arturzinho Muito difícil.

ATEC Qual o real objetivo do Bahia, na sua opinião? Subir ou se manter na Série B?
Arturzinho Subir. O Bahia sempre trabalha almejando o máximo e este é o objetivo pelo qual eu vim. Se eu não acreditasse na possibilidade de ascensão, eu não viria. Até porque eu sempre penso no máximo. Quem sabe, além de postular as quatro primeiras vagas, a gente possa também brigar pelo título. Até porque o campeonato é longo e se começarmos a pontuar, podemos chegar ao final brigando até pela competição.

ATEC Com relação ao lateral-direito Fábio, o contrato dele está para encerrar e o Bahia acabou de contratar o Tiago Maciel. Você pretende pedir que a diretoria renove o contrato dele, ou não?
Arturzinho Vamos analisar. É um jogador que parece que teve uma boa participação quando atuou. Tá machucado. Primeiro tem que se recuperar clinicamente para depois nós analisarmos qual será a posição definitiva da comissão técnica.

ATEC Você já chegou a pedir algum reforço?
Arturzinho Nós tivemos uma reunião, já vimos algumas carências. Já repassamos para a diretoria e acho que com boa vontade de todos, nós poderemos reforçar o grupo.

ATEC Boa parte da torcida não aprova a sua volta e a saída de Comelli. Você teme que a pressão se torne insustentável no caso de uma possível derrota do tricolor em Criciúma?
Arturzinho Pelo que eu vi, o torcedor estava chateado com os atletas e com os resultados. Com a minha presença, não. Até porque fiz o melhor possível no Bahia. São números que dizem por si só. Em relação a questionar ou não, a gente sabe que não existe unanimidade. E a gente sabe também que tem alguns problemas pessoais aqui que não vão ser solucionados nunca. (risos)

ATEC Uma das maiores críticas é que você mexe demais no time. Isso ocorre por causa dos problemas ou é uma característica sua?
Arturzinho É uma característica nossa. Eu não gosto de titularidade absoluta, mas se as pessoas perceberem, eu digo para você o time que jogou o ano passado e você vai saber de cor porque a base sempre fica. Quando há uma má fase desse ou daquele atleta, a gente tira. Mas se você analisar a Série C, você vai escalar meu time todinho com uma ou duas peças sendo trocadas. Era o Márcio, Carlos Alberto, Alison, Rogério, Adilson, Fausto, Emerson Cris, Ávine, Elias e o Nonato (esqueceu de Moré). Então, eu não mudo tanto assimo. É porque as pessoas gostam de criar alguma celeuma sem ter subsídios concretos.

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É mexer para motivar

Leandro Silva

Quem observa Arturzinho comandando a equipe, seja nos treinos ou nos jogos, fica impressionado com tanta gesticulação e gritos. Contrastando com o jeito mais comedido do antecessor Comelli. A impressão que dá é de que é impossível não ser contagiado por tamanha energia. E a expectativa da torcida tricolor é que os seus comandados sigam seus exemplos e tenham mais vibração em campo, para que os bons resultados retornem.

E, para o técnico, uma das principais formas de dar essa motivação, além da vibração, é uma outra característica sua. A intensa mudança na equipe titular. Muito criticado por essa mania, Arturzinho reconhece que faz isso para evitar a acomodação com a titularidade absoluta.

Pensando nisso, o carioca chegou fazendo mudanças no time titular de Comelli. Ontem pela tarde, ele iniciou o coletivo com Darci, Luciano Baiano, Cléber Carioca, Rogério e Adilson; Fausto, Emerson Cris, Ávine e Elias; Bruno Meneghel e Juca.
Destes, apenas seis começaram como titulares contra o Barueri no último sábado. O que comprova o gosto do treinador por mudanças na equipe titular.

Barrado – O técnico recebeu duas boas notícias no início da noite. O zagueiro Rogério e o volante Rivaldo foram julgados ontem pelas expulsões contra o Santo André e estão liberados para jogar contra o Criciúma.
A absolvição de Rogério foi a mais comemorada, afinal, com as contusões de Alison e Marcone, o novo técnico teria apenas Cléber Carioca e Padovani para escalar no sábado.

Rogério foi absolvido e Rivaldo pegou um jogo de suspensão. Como já cumpriu contra o Barueri, está liberado.

Antigo titular absoluto de Paulo Comelli, e um dos melhores do meio para a frente da equipe, Rivaldo perdeu a condição desde a chegada de Arturzinho, mas não se desanima. “Que nada. Sou funcionário do Bahia e ele está colocando quem ele já conhece. Agora é esperar uma oportunidade e aproveitar”, dizia o meio-campista, ainda preocupado com o resultado do julgamento que só seria conhecido depois do treino.

Muito criticado no início, atuando como meia, Rivaldo deu um salto de qualidade quando passou a jogar mais recuado. Mas quem pensa que foi um improviso do antigo chefe se engana. “Prefiro jogar de segundo volante, mas também de meia. O importante é jogar. Eu comecei jogando de volante, mas depois acharam que eu tinha qualidade para jogar mais avançado e me adiantaram”, diz.

Problemas – Hoje, a equipe embarca, às 13h52, para Criciúma, em busca de um resultado positivo que reverta a situação atual. Antes, pela manhã, haverá mais um treino que pode ajudar a definir a equipe titular de sábado. Arturzinho tem ainda alguns problemas. Alison participou apenas de treinos físicos durante a semana e deve adiar mais uma vez a estréia na Série B.

Já o garoto Marcone, ainda não conseguiu se recuperar da lesão no tornozelo, sofrida na derrota para o Barueri e as chances de voltar à equipe são remotíssimas.
Para piorar, o atacante Galvão sofreu uma pancada no joelho durante o coletivo de terça-feira e não treinou ontem. Se voltar a não treinar hoje, deve ficar fora da partida.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 5 de junho de 2008

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Bombeiro retorna para apagar o incêndio tricolor

Leandro Silva

“Não vou mais apagar fogo de ninguém, senão eu acabo me queimado”. Com essas palavras, um magoado Arturzinho se despedia do Fazendão no dia 3 de dezembro do ano passado, depois de alcançar o maior objetivo do clube no ano: subir para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Exatos seis meses depois, eis que o bombeiro está de volta para tentar apagar o incêndio no mesmo Fazendão. Provocado pelo péssimo início de Série B sob o comando de seu antecessor, o paulista Paulo Comelli. Inferior até ao da campanha do rebaixamento para a Série C, em 2005, quando nesta mesma rodada, tinha sete pontos.

E ele confirma a fama de bombeiro. “Eu nunca peguei nada fácil. Principalmente, na Bahia. Quando me convidam é porque a situação tá complicada”, disse.

Artur já passou por situações parecidas no Vitória, quando alcançava o objetivo e era mandado embora, para depois voltar.

Segundo ele, a negociação foi muito rápida. O contato teria acontecido na manhã de ontem e ele aceitou na hora.

Arturzinho explicou o que lhe fez concordar. “Três fatores me fizeram aceitar a proposta. O primeiro é que o convite demonstrou um reconhecimento pelo que foi feito no ano passado. O segundo é que trabalhar no Bahia é sempre uma satisfação. E o terceiro é que eu acredito, por mais que seja difícil, no acesso”.

Surpresa – Quem apostou na queda de Comelli apenas trocou dinheiro. Mas quem adivinhou Arturzinho seria o novo técnico tricolor pode jogar na Megasena que vai se dar bem demais.

Arturzinho leva uma ligeira vantagem no aproveitamento na comparação com Comelli.
“Surpresa” e “inacreditável” foram as palavras mais mencionadas pela cidade com relação à volta do comandante.

Se confiavam no trabalho do treinador, porque não o mantiveram no cargo quando subiu para a Série B?

A justificativa para a sua demissão na época foi o pedido de R$ 50 mil de salário entre outras exigências. Ele reclamou pela ausência de contra-proposta.
Dessa vez, o técnico evitou falar em valores. “Foi comprovado que não era a parte financeira”.

Seis meses afastado do comando de qualquer clube, Arturzinho chegou com fome de trabalho e encerrou a entrevista com pressa. “Deixa eu ir que eu já tô atrasadão”.

Novidades – Ele desceu para o campo principal de treino e já comandou o primeiro coletivo. O goleiro Darci, que pediu para deixar o clube no ano passado, incomodado em ser reserva de Paulo Musse, foi mantido na equipe titular no treino.

“Não teve problema algum. Ele que não quis trabalhar. Se eu guardasse mágoa, eu não estaria aqui”, disse Arturzinho. O arqueiro colaborou com o discurso do professor. “Isso ficou no passado e eu quero colocar uma pedra em cima”, disse.

Se a volta do antigo comandante pode ter causado calafrios no goleiro, deve ter sido comemorada por outros jogadores como o volante Emerson Cris, que ganhou o colete de titular.

Homem de confiança de Artur na Série C do ano passado, ele formou o meio de campo ao lado de Fausto, Elias e mais uma novidade, o garoto Ananias.

O zagueiro Cléber Carioca barrou Padovani. Galvão e Cazarine foram mantidos. Alison e Marcone continuaram de fora. O primeiro fez um treino físico, enquanto Marcone faria exames em decorrência de uma contusão no tornozelo direito. Outro que ficou de fora foi o volante Totó, com uma lesão na coxa.

Queda– A saída de Comelli foi desenhada desde a derrota diante do Santo André. Depois do jogo que o Bahia não conseguiu marcar mesmo com um jogador a mais. Ele se despediu pela manhã e demonstrou resignação. “Isso é natural do futebol”.


Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 4/6/2008

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Terça-feira, Junho 03, 2008

E o boné continua no seu devido lugar

Leandro Silva

Não adianta tentar fugir disso, o grande assunto de ontem no Fazendão era a permanência ou não de Paulo Comelli no comando técnico do Bahia. E ele está mantido e consciente de que os resultados vão decretar a sua longevidade. “Não vou ficar perdendo e ficar o tempo todo aqui. A gente sabe que futebol é resultado”, diz Paulo Comelli.

Na atual Série A, por exemplo, oito técnicos já deixaram seus clubes, mas apenas um foi demitido. Os outros pediram o boné. No Bahia, não aconteceu nem uma coisa nem outra. Para tentar sair da péssima situação em que se encontra, o técnico promete ser ousado já na próxima partida contra o Criciúma, sábado. “Não vou atuar com três zagueiros no próximo jogo, mesmo fora de casa, porque a equipe está criando pouco”.

Dos três zagueiros que se destacaram no estadual, apenas Marcone atuou contra o Barueri. E se contundiu. Agora é dúvida para o próximo jogo quando Rogério retorna após cumprir suspensão. Fechando o trio, Alison ainda não estreou na Série B, mas já está liberado pelo Departamento Médico. Resta ficar bem fisicamente para o jogo.

“Tenho que aguardar o Marcone, que dificilmente deve jogar. O próprio Alison não trabalhou com bola ainda. Vamos aguardar até quinta-feira para saber se podemos contar com eles”, diz o técnico.

As incertezas na defesa estão longe de ser as únicas do comandante. A sua maior dor de cabeça continua sendo escalar o ataque, pior da Série B, junto com o América de Natal. “Vamos analisar se cabe jogar os dois (Galvão e Bruno Cazarine) ou se vai o Galvão com um outro jogador”, diz Comelli, em dúvida se mantém o ataque com dois homens de características parecidas.

Também do ataque, Pantico, vice-artilheiro no ano, não faz mais parte do elenco do Bahia. Sem o contrato renovado, o baixinho deve disputar a Série C pelo Vitória da Conquista.

As mudanças esperadas no clube para a recuperação não são apenas nos nomes. “Precisa que um cobre o outro dentro de campo. Tem que retomar aquela identidade de um time aguerrido que sempre teve. Tá faltando esse espírito”, diz o volante Fausto.

Uma das causas para ele é a falta da Fonte Nova. “A gente perdeu muito porque o Bahia não é o Bahia sem o torcedor. Com a Fonte lotada, mesmo se tiver mal fisicamente você consegue se superar. Como não vamos ter a Fonte Nova, precisamos buscar essa motivação interna”, diz.

Bronca– O volante comentou sobre as críticas de Paulo Comelli aos comandados depois da derrota para o Barueri. “É complicado você ouvir alguém questionando as suas qualidades. O treinador sabe que isso repercute muito. Mas a gente vai poder demonstrar dentro de campo que somos capazes”, diz Fausto.

Mas ele acredita que a reclamação não vai atrapalhar. “Para mim, particularmente, me incentiva mais porque não é a declaração dele nem de ninguém que vai dizer se sou bom ou ruim porque eu tenho autocrítica. A gente respeita a opinião, mas não tem sempre que concordar.”

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 03 de junho de 2008

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Segunda-feira, Junho 02, 2008

A mais nova cria do Vitória

Leandro Silva

Marquinhos, Marcos ou Bebeto. Pode chamá-lo de qualquer jeito que ele vai atender com um sorriso aberto. E, realmente, o meia-atacante do Vitória tem tido motivos de sobra para sorrir neste ano de 2008, em que conseguiu um dos primeiros objetivos de qualquer aspirante a craque: aparecer para valer no elenco profissional do seu clube. É um ano de mudança, em que os holofotes baianos se voltaram para o garoto do Prado, pequena cidade do Estado da Bahia.

E ele roubou a atenção quando, em uma das suas primeiras aparições como titular, chamou a imprensa local e pediu para que passasse a ser chamado de Bebeto. A idéia não colou, mas o motivo seria homenagear seus conterrâneos que o conhecem desta maneira desde pequeno.

Seria a terceira geração de uma linhagem de muito sucesso na Toca do Leão, a começar pelo atacante Bebeto Gama, tetracampeão com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos e também revelado pelo rubro-negro. E o segundo seria o volante Bebeto Campos, incansável na marcação, que trocou a base do Bahia pelo Vitória, junto com Newton Mota.

Na temporada passada, ainda conhecido apenas como Marcos, ele chegou a participar de alguns jogos no final da campanha do acesso do Leão à Série A, com o técnico Vadão. Mas foi neste ano que começou a se destacar ainda no primeiro turno do Campeonato Baiano, jogando na meia. Nada parecia estar dando certo para o Vitória, mas as suas boas atuações eram imunes às críticas.

Depois, ele se contundiu e passou a não ser mais utilizado como titular porque perdia muito peso durante os jogos e não agüentava os 90 minutos. Além de sofrer com a intensa movimentação de mercado promovida pelo Leão que contratava aos montes desde o início do ano, tentando acertar.

Acabou sendo preterido para a utilização de veteranos como Jackson e Ramon, demonstrando uma mudança clara na filosofia que norteou o clube desde a década de 90, com a valorização máxima dos pratas-da-casa. No time titular do Vitória, hoje, além dele, apenas o zagueiro Anderson Martins, muito contestado, é titular.

Ascensão

Com a saída de Vadão, técnico que o lançou, temia-se que Marquinhos perdesse espaço e tivesse sua evolução prejudicada. Ledo engano. Foi aí que o garoto deslanchou. E a senha para o sucesso foi a sua utilização como segundo atacante ao lado do experiente Rodrigão, sob o comando de Vagner Mancini. Ele pode continuar rendendo bem no meio-de-campo, sua posição de origem, mas no elenco do Vitória, hoje, as suas chances de ser titular no ataque são maiores.

O ponto alto foi o segundo Ba-Vi da fase decisiva do Campeonato Estadual, quando Marquinhos foi considerado o melhor em campo e ainda marcou o segundo gol dos 3 x 0 que recolocaram o Leão nos trilhos do título estadual. No fim das contas, foi o único jogador do Vitória na seleção do torneio e já recebeu uma proposta do futebol croata.

Marquinhos já fez um período de testes no Manchester United. A experiência no atual campeão europeu não durou muito, e as versões para isso são muitas. Uma das mais comentadas é que o Manchester teria desconfiado da idade real do meia-atacante e, por isso, optou por não investir na sua contratação. Com a bola no pé, de fato, ele vem demonstrando ser um garoto maduro - e um dos candidatos a revelação na Série A.

Ficha técnica

Nome completo: Marcos Antônio da Silva Gonçalves

Data de nascimento: 19/10/1989

Local de nascimento: Prado, Bahia

Clube que defendeu: Vitória

Texto publicado originalmente no Olheiros.net

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Sexta-feira, Maio 30, 2008

Jogadores com idade olímpica

Goleiros:
Diego Alves (Almeria)
Renan (Internacional)
Cássio (PSV)
Felipe (Santos)

Zagueiros:
David Luiz (Benfica)
Alex Silva (São Paulo)
Léo (Grêmio)
David (Palmeiras)
Alcides (PSV)
Sidnei (Internacional)
Gladstone (Sporting Lisboa)
Lima (Bétis)
Breno (Bayern de Munique)
Henrique (Palmeiras)
Eduardo (Botafogo)
Digão (Milan)
Edcarlos (Benfica)

Laterais-Direitos:
Rafinha (Schalke 04)
Eduardo Ratinho (Corinthians)
Ilsinho (Shakhtar)
Apodi (Cruzeiro)
Nei (Atlético/PR)

Laterais-Esquerdos:
Marcelo (Real Madrid)
Carlinhos (Santos)
Filipe (La Coruña)
Leonardo (Olympiakos)

Volantes:
Lucas Leiva (Liverpool)
Diego Souza (Palmeiras)
Denilson (Arsenal)
Arouca (Fluminense)
Hernanes (São Paulo)
Roberto (Atlético-PR)
Ramires (Cruzeiro)
Charles (Cruzeiro)
Toró (Flamengo)

Meias:
Diego (Werder Bremen)
Anderson (Manchester United)
Renato Augusto (Flamengo)
Willian (Shakthar)
Wagner (Cruzeiro)
Tiago Neves (Fluminense)
Fernandinho (Shakhtar)
Rafael Bastos (Belenenses)
Ramon (CSKA Moscou)
Lulinha (Corinthians)
Pedro Ken (Coritiba)

Atacantes:
Alexandre Pato (Milan)
Guilherme (Cruzeiro)
Rafael Sóbis (Bétis)
Welliton (Spartak Moscou)
Carlos Eduardo (Hoffenheim)
André Lima (Hertha Berlim)
Soares (Grêmio)
Allan Kardec (Vasco)
Lenny (Palmeiras)
Danilinho (Atlético-MG)
Luiz Adriano (Shakhtar)
Celsinho (Sporting Lisboa)
Jô (CSKA Moscou)
Diego Tardelli (Flamengo)
Tiuí (Sporting Lisboa)
Keirrison (Coritiba)
Diogo (Portuguesa)
Bobô (Besiktas)

Suposta pré-lista de Dunga

Leandro Silva

com * os jogadores acima de 23 anos

Goleiros:
Diego Alves Almería-ESP

Diego foi revelado pelo Atlético Mineiro e se transferiu para o Almería, onde parecia se distanciar da seleção. Mas suas boas atuações no campeonato espanhol aumentaram suas chances de ir a Pequim.

Renan Internacional
É tido como o melhor goleiro com idade olímpica por muitos. Mas não tem conseguido uma seqüência como titular no Inter. Este ano, quando conseguiu, teve hepatite e teve que se afastar dos gramados por um tempo. Já está de volta.

Cássio PSV Eindhoven-HOL
Revelado pelo Grêmio se destacou no sul-americano sub-20 do ano passado e, mesmo reserva dos profissionais do Grêmio, se transferiu para a Europa, onde é reserva do brasileiro Gomes.

Felipe Santos
Com Fábio Costa no Santos, as suas chances no time principal são dificultadas. Mas atualmente é apenas o terceiro goleiro do Peixe. Já se envolveu com doping e não parece uma boa opção.

Julio César Internazionale-ITA*
Titular da Seleção principal, Julio César pode contribuir com experiência na Olímpiada se Dunga quiser levá-lo com um dos três sem a idade olímpica

Doni Roma-ITA*
Deve estar na lista apenas para constar. Não se justificaria gastar uma das vagas extra-olímpicas com o goleiro da Roma

Laterais:
Rafinha Schalke 04-ALE

Revelado pelo Coritiba, Rafinha agrada àqueles que acompanham o futebol europeu com atenção. Deve ser o dono da camisa 2.

Ilsinho Shakthar Donetsk-UCR
Depois de trocar o Palmeiras pelo São Paulo, ganhou destaque no Brasileiro do ano passado, mas se escondeu na Ucrânia onde ainda não encanta.

Nei Atlético Paranaense
É um bom lateral, revelado pela Ponte Preta e destaque no Furacão. Mas dificilmente deve conhecer a China.

Eduardo Ratinho Toulouse-FRA
Dificilmente será convocado. Reserva no Toulouse, o lateral nunca conseguiu se firmar no Corinthians.

Daniel Alves Sevilla-ESP*
Revelado pelo Bahia, o lateral baiano é titular da Seleção principal, mas Dunga não deve gastar uma das vagas acima da idade com um lateral.

Maicon Internazionale-ITA*
Revelado pelo Cruzeiro, Maicon reveza com Daniel na Seleção principal e não deve ter chances pelos mesmos motivos

Filipe La Coruña
Revelado pelo Figueirense e com passagens por Ajax e Real Madrid B, Filipe é o sonho de consumo do São Paulo, mas prefere ficar na Europa.

Leonardo Olympiakos-GRE
Foi um dos destaques da Portuguesa na Série B do ano passado e foi cotado pelo Palmeiras no início do ano, antes de ir para a Grécia.

Carlinhos Santos
Baiano de Vitória da Conquista, é mais uma das presenças inexplicáveis nessa pré-lista. É o terceiro lateral-esquerdo do Santos.

Fábio Santos Mônaco
Revelado pelo São Paulo, passou por Kashima Antlers e Cruzeiro e também não justifica a presença na lista.

Gilberto Tottenham-ING*
Titular contestado da Seleção principal, o lateral revelado pelo Flamengo, dificilmente deve ir a Pequim por causa da idade.

Kléber Santos*
Muitos cobram a titularidade da Seleção principal para ele, mas Kléber não deve ir a Pequim por causa da idade.

Maxwell Internazionale-ITA*
O lateral revelado pelo Cruzeiro deve estar na lista apenas para constar.

Zagueiros:
Breno Bayern de Munique-ALE

Foi considerado um dos melhores jogadores do último Brasileirão pelo São Paulo, mas ainda não se tornou titular em Munique. Parece ser o número 1 da zaga.

Alex Silva São Paulo
Revelado pelo Vitória, ´Pirulito´ é um dos pilares da defesa são-paulina e um dos favoritos a uma vaga em Pequim.

David Luiz Benfica-POR
Outro revelado pelo Leão, o habilidoso David Luiz tem moral em Portugal e se destacava no Mundial sub-20 do ano passado, antes de uma expulsão.

Alcides PSV Eindhoven-HOL
Também revelado pelo Vitória, Alcides já passou pelo Santos e pelo Benfica e já parece um veterano. Pela experiência pode pintar em Pequim.

Henrique Palmeiras
Quando atuava no Coritiba já tinha seu nome pedido na Seleção Olímpica. Depois do título paulista pelo Palmeiras, os pedidos aumentaram.

Léo Grêmio
É uma das grandes revelações da zaga brasileira nos últimos tempos e vem se destacando muito no Grêmio. Tem boas chances de ser convocado.

Leandro Almeida Atlético/MG
Bom zagueiro do Galo, mas que dificilmente irá a Pequim, por causa da concorrência.

Edcarlos Benfica-POR
Baiano de Lauro de Freitas, o ex-são-paulino não parece em condições de ir para Pequim.

Digão Milan-ITA
O seu currículo se restringe a ser irmão de Kaká. Não aproveitado no Milan nunca teve chance de mostrar se poderia ser convocado por méritos.

Gladstone Sporting-POR
Jovem cigano, Gladstone tem sua chance de convocação ancorada pela experiência em gramados europeus.

Juan Roma-ITA*
Depois de fazer uma ótima Copa em 2006, Juan se tornou unanimidade na Seleção principal. E se a Roma permitir, Dunga deve levá-lo como um dos três mais experientes.

Lúcio Bayern de Munique-ALE*
Também fez uma ótima Copa, mas parece estar um pouco abaixo no conceito de Dunga. Se Juan não puder ir, pode ganhar a vaga.

Thiago Silva Fluminense
Destaque na grande campanha do Flu na Libertadores, Thiago Silva deve ficar de fora dos Jogos por ter nascido com três meses de antecedência. A pouca idade não deve justificar a convocação como um dos experientes.

Miranda São Paulo*
Xerifão do tricolor, Miranda não deve ir a Pequim por causa da idade

Luisão Benfica*
Tem poucas chances também por causa da idade. Pode ficar em casa torcendo pelo irmão Alex Silva.

Volantes:
Lucas Liverpool-ING

Parece nome certo em Pequim. Revelado pelo Grêmio, ajudou a classificar o Brasil, através do sul-americano sub-20

Hernanes São Paulo
É um dos grandes destaques do tricolor paulista e está cotado para ir para Europa.

Arouca Fluminense
Está em alta com a grande campanha do Flu na Libertadores. Pode ficar com uma das vagas.

Ramires Cruzeiro
É um dos destaques do meio de campo do líder do Campeonato Brasileiro. Marca muito e ainda ataca com qualidade.

Charles Cruzeiro
Outro destaque do meio-de-campo da Raposa. Está um pouco abaixo de Ramires.

Denílson Arsenal-ING
Já teve mais espaço no Arsenal e era tido como imprescindível em Pequim. Parece ter perdido o bonde.

Maycon Internacional
Reserva do Inter, não deve ter chances.

Gilberto Silva Arsenal-ING*
Sem espaço no Arsenal, é muito difícil que vá.

Josué Wolfsburg-ALE*
Pela idade, também não deve ter chances.

Mineiro Hertha Berlim-ALE*
Situação idêntica à de Josué.

Fernando Bordeaux-FRA*
Sem chances.

Meias:
Diego Werder Bremen-ALE

Diego parece um veterano e poderia estar se preparando para a segunda Olímpiada se não fosse o fiasco do pré-olímpico do qual participou ao lado de Robinho. Nome certo, deve ter maior destaque se Kaká não for.

Anderson Manchester United
Parece ser nome certo em Pequim, por causa da qualidade e da versatilidade, já que pode fazer várias funções no meio de campo e até no ataque. Característica essencial já que Dunga poderá levar apenas 18 jogadores.

Wagner Cruzeiro
Está em ótima fase conduzindo o Cruzeiro à liderança do Brasileiro. O problema é a grande concorrência.

Thiago Neves Fluminense
No ano passado, já era dado como nome certo, mas este ano não está conseguindo acompanhar o ritmo do Fluminense.

Fernandinho Shakthar-UCR
Revelado pelo Atlético Paranaense, é versátil e atua também na lateral-direita. Bom jogador.

Renato Augusto Flamengo
Tido como grande revelação, ainda não conseguiu deslanchar.

Carlos Eduardo Hoffenheim-ALE
Revelado pelo Grêmio, ajudou o Hoffenheim a subir para a primeira divisão.

Éderson Nice-FRA
Desconhecido no Brasil, mas com moral na Europa. Mesmo assim, Éderson não deve ter chance.

Toró Flamengo
É o maior ladrão de bolas do Campeonato Brasileiro. Parece pouco ainda para carimbar o passaporte.

Pedro Ken Coritiba
Também joga na lateral-direita, mas não deve ter chances de ir.

Kaká Milan-ITA*
Pelo gosto de Dunga, está confirmado. Mas o Milan promete não liberá-lo.

Ronaldinho Barcelona-ESP*
Em baixa no Barcelona, tem poucas chances de ir.

Elano Manchester City-ING*
Não deve ter chances por causa da idade.

Jorge Wagner São Paulo*
O baiano é um grande jogador, mas nunca foi convocado por Dunga. Pouquíssimas chances.

Julio Baptista Real Madrid-ESP*
Outro que não deve ter chances por causa da idade

Morais Vasco*
Se tivesse idade poderia até ir.

Atacantes:
Alexandre Pato Milan-ITA

Revelado pelo Inter, é um dos nomes mais fortes para Pequim. É a esperança de gols da equipe.

Rafael Sóbis Bétis-ESP
Também revelado pelo Inter, saiu do País com muita moral, mas ainda não deslanchou na Europa. Dunga parece confiar em seu futebol.

Keirrison Coritiba
É um dos maiores goleadores do ano no Brasil e tem potencial para chegar bem em Pequim. Está machucado.

Jô CSKA Moscou-RUS
Revelado pelo Corinthians, Jô tem moral na Europa e pode beliscar uma vaga.

Pedro Oldoni Atlético-PR
Inexplicável presença na lista

Éder Luís São Paulo
Ainda não conseguiu mostrar no São Paulo o mesmo futebol do Atlético Mineiro.

Bobô Besiktas-TUR*
Muito criticado no Corinthians, Bobô é respeitado no Besiktas. Ainda assim, parece pouco.

Túlio Melo Le Mans-FRA
Um desconhecido no Brasil, mas que chama a atenção na Europa. Não deve ir por ser pouco conhecido.

Éder Empoli-ITA
Mais desconhecido do que Túlio Melo, e menos conceituado na Europa.

Robinho Real Madrid-ESP*
Entre os atacantes acima da idade olímpica, é o favorito de Dunga. Basta a liberação do Real.

Adriano São Paulo*
Está voltando à Seleção principal agora e, por isso, fica em desvantagem para ir à Pequim.

Luis Fabiano Sevilla-ESP*
Está em boa fase, é um grande atacante, mas a idade atrapalha.

Nilmar Internacional*
O atacante Colorado tem muita qualidade, mas nunca foi convocado por Dunga. Aí fica difícil.

Os caçadores do ouro perdido

Leandro Silva

A medalha de ouro olímpica é o único título de expressão que o Brasil ainda não conquistou no futebol. Então, neste ano de Olimpíada, a maior obsessão futebolística do País pentacampeão mundial é o Ouro Olímpico, certo?

Não parece ser o que pensa a CBF, entidade máxima do futebol nacional. Amanhã e no outro sábado, por exemplo, o Brasil faz dois amistosos, nos Estados Unidos, contra adversários questionáveis como Canadá e Venezuela, visando o reinício das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, quando enfrenta dois dos adversários mais complicados: Paraguai, no dia 14, e Argentina, no dia 18.

Será que amistosos como esses contra adversários desqualificados pode ajudar na preparação para as eliminatórias? E a seleção olímpica? Já existe?

O fato é que, faltando pouco mais de dois meses para o início do torneio de futebol em Pequim – o Brasil estréia contra a Bélgica no dia 7 de agosto –, a Seleção Brasileira olímpica jogou apenas um amistoso. E foi contra a seleção da Série A do último Campeonato Brasileiro. Os adversários estavam de férias e, ainda assim, venceram a seleção montada por Dunga.

Insucessos – Talvez escaldada por vários projetos olímpicos que tiveram resultados mal sucedidos, a CBF parece inclinada a não demonstrar estar dando muita importância para os Jogos Olímpicos, temendo uma crise com uma possível derrota em Pequim que possa atrapalhar a preparação para a próxima Copa do Mundo em que a Seleção espera apagar a péssima imagem do fiasco de 2006.

Afinal, as conseqüências de um fracasso em Pequim podem ser enormes e muitos já pagaram o pato por fracassos olímpicos, como o técnico Vanderlei Luxemburgo, que acumulou o comando das duas seleções e foi demitido, não por causa dos seus problemas na justiça, e sim pela eliminação frente a Camarões na Olimpíada de 2000. Zagallo também se queimou depois do bronze em 1996, mas conseguiu se manter no cargo da Seleção Principal até a Copa de 1998.

Dificuldades – Para dificultar ainda mais a formação de uma base, dessa vez, não houve pré-olímpico. O sul-americano sub-20 do ano passado serviu como eliminatória para os Jogos e o Brasil ficou com a vaga. Mas poucos jogadores que carimbaram o passaporte brasileiro devem estar presentes em Pequim, por causa das mudanças naturais de rendimento e também devido ao limite diferente de idade.

Por isso, apenas poucos como Alexandre Pato e Lucas Leiva deverão ter o esforço recompensado por uma participação olímpica depois de garantirem a classificação brasileira.

Para amenizar a falta de amistosos, Dunga tem convocado jogadores com idade olímpica para os amistosos da Seleção principal como o de amanhã, quando sete jogadores foram convocados: Diego Alves, Marcelo, Henrique, Anderson, Diego, Rafael Sóbis e Alexandre Pato.

Jeitinho – A idéia de Dunga é ambientar os garotos. Uma justificativa para tal atitude é que a CBF teria muito mais dificuldade para conseguir a liberação dos jogadores se os amistosos fossem da seleção olímpica.

Mas o ‘jeitinho’ encontrado por Dunga e pela CBF para contar com os jogadores poderia ser melhor aproveitado, com uma maior utilização deles nos amistosos. No último, contra a Suécia, por exemplo, apenas o meia Diego começou jogando. Mas no segundo tempo, aos 15 minutos, Alexandre Pato fez a sua estréia na Seleção principal, marcando um golaço. Anderson, Hernanes e Thiago Neves entraram depois na partida.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 30 de maio de 2008

Os comandantes das expedições pelo ouro

Leandro Silva

ZAGALLO
Campeão Mundial como auxiliar técnico na Copa de 1994, Zagallo assumiu a Seleção principal e a Olímpica após a Copa. Preparou a seleção olímpica com muitos amistosos, inclusive utilizando os jogadores olímpicos contra seleções principais, e chegou a ser vice-campeão na Copa Ouro.

Classificou o Brasil no Pré-Olímpico e não abriu mão de três jogadores mais experientes, chamando o zagueiro Aldair, o meia Rivaldo e o atacante Bebeto para mesclar com garotos na época, como Dida, Ronaldo e Roberto Carlos.

Em Atlanta, perdeu a semifinal para a Nigéria e ficou com o bronze. Permaneceu na Seleção até o vice na Copa de 98.

VANDERLEI LUXEMBURGO
Assumiu a Seleção principal, substituindo Zagallo e fez questão de comandar também a seleção olímpica.

Classificou o Brasil no Pré-Olímpico e abriu mão de jogadores acima de 23 anos, acreditando que o grupo estava fechado. Os destaques do time eram Ronaldinho Gaúcho e Alex que chegavam como favoritos.

Nas quartas-de-final, o Brasil foi eliminado diante de Camarões. M´Boma abriu o placar para Camarões e o Brasil empatou no último minuto com Ronaldinho. Com dois jogadores a mais, o Brasil levou um gol de M´Bami e foi eliminado. Luxemburgo foi demitido na volta ao Brasil logo depois da eliminação.

RICARDO GOMES
Depois das eliminações seguidas com treinadores que acumulavam os dois cargos, a CBF resolveu apostar em Ricardo Gomes para comandar exclusivamente a seleção olímpica, enquanto Parreira comandava a principal.

Com uma das gerações mais talentosas, o Brasil foi eliminado no Pré-Olímpico. Faziam parte daquela seleção: Diego, Robinho, Elano, Dudu Cearense e Adailton. E ainda poderiam contar com Kaká, Adriano e Daniel Alves na Olimpíada, pois ainda tinham idade olímpica, mas não foram liberados por ser um pré-olímpico. Gomes foi demitido a seguir, pois o projeto se encerrou com a eliminação.

DUNGA
A CBF levou muito tempo sem definir qual seria o treinador da seleção olímpica, até que resolveu que Dunga treinasse os dois grupos.

Só conseguiu reunir os jogadores com idade olímpica em um amistoso contra a seleção do Campeonato Brasileiro de 2007.

Ainda terá dificuldades para contar com os jogadores mais experientes na Olimpíada, já que os clubes ameaçam não liberá-los. Ainda assim, tem uma boa geração à sua disposição, mas a suposta pré-lista para os Jogos, assusta por presenças de nomes injustificáveis.

Dunga sabe que um mau resultado em Pequim, pode complicar sua permanência.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 30 de maio de 2008

Talento existe para chegar ao título olímpico

Leandro Silva

Independente da falta de uma preparação específica e das dificuldades para contar com força máxima na Olimpíada, o que não falta ao Brasil é talento. O técnico tem excelentes jogadores em todas as posições.

O problema é saber escolher as peças certas, o que pode não ocorrer, levando em consideração que um grande jornal do Rio de Janeiro divulgou uma pré-lista com 74 nomes que Dunga teria enviado ao Comitê Olímpico Internacional. Dessa lista, sairiam os 18 convocados definitivos para Pequim. A lista traz incoerências que fazem com que a sua veracidade seja posta em dúvida. Por exemplo, o lateral Marcelo, do Real Madrid, que está com a Seleção para os amistosos não aparece na lista.

A justificativa seria uma troca para que o Real liberasse o atacante Robinho. Mas o zagueiro Digão, do Milan, que tem o currículo reduzido a ser irmão de Kaká aparece na lista, em uma posição que conta com Henrique, Léo, David Luiz e Alex Silva. A justificativa para essa atitude seria uma tentativa de agradar Kaká para que ele se empenhe em buscar a sua liberação.

Opções – No ataque, Alexandre Pato e Rafael Sóbis, que estão junto com a Seleção para os amistosos, são os favoritos entre os que têm idade olímpica.
Guilherme, revelado pelo Real Salvador e artilheiro do Brasileiro pelo Cruzeiro, seria uma grande opção, mas não aparece na tal pré-lista, enquanto figuras apagadas como Pedro Oldoni e Éder Luís têm espaço.

O meio de campo é onde a concorrência é ainda maior. Diego e Anderson, que estão com a Seleção, levam vantagem se Kaká não for liberado. Diego poderia estar se preparando para a sua segunda Olimpíada, não fosse o fiasco no Pré-Olímpico. Diego Souza, do Palmeiras não aparece na lista. Ainda tem volantes de sobra também como Lucas, Arouca, Ramires, Hernanes, Charles e muitos outros.

Diego Alves se destacou no Espanhol com grandes atuações e está com o grupo que joga o amistoso de amanhã.

Renan, do Internacional, é seu maior concorrente, apesar de ainda não ter conseguido uma grande seqüencia no Inter. Este ano, quando assumiu a posição de titular, teve hepatite e ficou afastado por um tempo.
Cássio foi muito bem no sul-americano sub-20 e corre por fora. Felipe é apenas o terceiro goleiro do Santos. (L.S.)

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 30 de maio de 2008

Apenas um vértice do quadrado mágico amanhã

Leandro Silva

Do chamado quadrado mágico que enchia os brasileiros de esperança antes da Copa do Mundo de 2006, ele parece ter sido o vértice que ficou mais queimado no Mundial, chegando a perder a posição durante a competição. Mas, dois anos depois, o Imperador Adriano é o único remanescente do quadrado mágico presente para o jogo de amanhã contra a seleção do Canadá.

Ronaldo, o fenômeno, se transferiu pro Milan e, sem conseguir repetir as boas atuações, teve mais uma lesão grave no joelho. Hoje, está afastado dos gramados e com o futuro incerto nos gramados. Ainda se envolveu recentemente em um escândalo com travestis.

Enquanto isso, Ronaldinho Gaúcho, deixou de ser unanimidade no Barcelona, entrou em rota de colisão com o clube e depois ainda se contundiu. Também está parado e ainda não sabe se continua no Barcelona para a próxima temporada.

Kaká é um caso a parte. O meia não está nem passou por má fase, mas o atual melhor jogador do mundo, eleito pela FIFA, fez uma cirurgia no joelho e desfalca amanhã o time de Dunga. Ainda está se recuperando no Reffis do São Paulo, clube que o revelou.

A queda – Então só sobrou o Imperador para contar histórias do quadrado, mas a caminhada de volta de Adriano não foi tranqüila. O atacante passou por péssimos momentos dentro de campo, na Internazionale de Milão, e pior ainda fora deles, com os problemas com o alcoolismo.

A situação decadente, iniciada com a perda do pai, se tornou tão insuportável que a mãe dele, Dona Rosilda, chegou a admitir recentemente que o filho chegou a pensar em suicídio.

As portas começaram a se fechar para ele no Velho Continente e ficava cada vez mais desacreditado até na Internazionale, onde tinha tratamento digno de Imperador, anteriormente.

Recomeço– Decidido a recuperar a alegria de viver e também o bom futebol e os gols que o consagraram, Adriano resolveu recomeçar do zero. E voltou ao Brasil. O clube escolhido foi o São Paulo que já tinha recuperado recentemente Amoroso e Ricardo Oliveira preparando-os para o retorno ao futebol europeu.
No tricolor paulista, estreou fazendo dois gols contra o Guaratinguetá, mas logo se envolveu em polêmica ao atrasar para um treino. E ainda ‘exigiu’ que fosse chamado de Imperador.

Depois disso, deslanchou a balançar as redes, e já marcou 17 vezes com a camisa tricolor. Ele recuperou o futebol, a auto-estima e andou ausente dos noticiários negativos. O suficiente para voltar à Seleção como principal estrela para o jogo de amanhã contra o Canadá.

Também atacantes, Robinho e Luís Fabiano devem brigar com o Imperador por vagas no time e também pelos holofotes nas terras do Tio Sam. (L.S.)
Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 30 de maio de 2008

Sexta-feira, Maio 23, 2008

Um dos melhores jogadores do Bahia se contunde

Leandro Silva

No final do treino de ontem, o zagueiro Rogério torceu o joelho esquerdo e foi levado ao departamento médico para ser examinado pelo Dr. Itamar Monteiro. No entanto, ele viaja para São Paulo, hoje, mas não sabe se joga amanhã, às 16 horas, contra o Santo André.

Como Alison continua de fora, também contundido, o Bahia corre o risco de ficar sem sua zaga titular para o terceiro compromisso na Série B do Campeonato Brasileiro.
Nos dois primeiros jogos, o substituto de Alison foi Cléber Carioca, mas ontem Padovani iniciou o coletivo no time considerado titular.

O objetivo do Bahia ao final do ano é subir para a Série A, mas por enquanto, o que está subindo, mesmo, é a altura do time com as prováveis estréias amanhã do zagueiro Padovani e do atacante Bruno Cazarine.

O centroavante, de 1,88 m de altura, deve substituir o baixinho Pantico, de 1,58 m. Mas no decorrer do treino de ontem, o ex-jogador do Barras foi testado no lugar de Juca.

No youtube é possível ver vídeos com lances de Cazarine, revelado pelo Palmeiras, que fogem aos padrões desses tipos de vídeos. Pois mostram tanto os gols feitos quanto os perdidos. No treino de ontem ele já balançou as redes.

Já o beque, vindo do Brasiliense, aumenta a altura da zaga tricolor. Afinal, com seus 1,94 m, supera em oito centímetros os seus companheiros de setor mais altos: Alison e Cléber Carioca. Rogério e Marcone, volantes de origem, têm 1,80 m. Bruno Meneghel também pode fazer a sua estréia no decorrer do jogo.

Especulações – Mesmo após a contratação de Galvão, as especulações de novos atacantes continuam. O dirigente e ex-zagueiro do Corinthians Antônio Carlos declarou para o Uol que foi procurado pelo Bahia – a diretoria de futebol do tricolor nega – e pelo Coritiba.

Está marcada para hoje uma reunião do Sindicato da Indústria da Construção Civil Pesada, na Delegacia Regional do Trabalho, que interfere diretamente no futuro de Pituaçu. A greve dos funcionários da construção pesada pode voltar.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 23/05/2008

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Segunda-feira, Maio 19, 2008

E agora, meu craque?

Leandro Silva

O mal de Alzheimer (doença degenerativa do cérebro) está sendo impiedoso com o ex-zagueiro Onça, de 64 anos, vivendo da ajuda de parentes em sua cidade, Santaluz, onde reside sozinho numa casa simples próxima ao velho estádio municipal. Não é difícil ver o homem que já fez pose no Maracanã no time do Flamengo que tinha Ubirajara, Reyes, Tinteiro, Fio Maravilha e Caldeira, em 1971, perambulando pela cidade.

Onça é mais um ídolo do passado a enfrentar situações tristes, assim como o campeão mundial Nilton Santos, lateral campeão mundial pelo Brasil em 1958, que tem até verbete em enciclopédia, internado no Rio de Janeiro com a mesma doença, e muitos outros. Afinal, os heróis também sangram.

“Tem muita gente que não está em boa situação, não. Muitos também fizeram bobagem e perderam tudo que tinham. Existem jogadores que não tiveram a oportunidade de estudo e não têm uma profissão definida”, comenta Iberê, ex-goleiro do Vitória, hoje médico ortopedista.

psicológico – “A questão de transição da carreira é muito importante. Porque ela é breve e, se o jogador não tiver se preparado bem, pode ficar sem rumo. Por isso, é necessária essa preparação, principalmente porque alguns atletas têm medo desse momento e tentam protelar suas carreiras, mesmo sem ter o mesmo rendimento”, explica o psicólogo Rafael Tedesqui.

“O jogador imagina que nunca vai parar de jogar. Não que eu tenha feito uma programação em cima disso, mas fui convidado para trabalhar na (rádio ) Sociedade logo depois do final da carreira. Fui um dos primeiros a ser comentarista”, diz o ex-meia-esquerda Eliseu Godoy, apresentador e comentarista.

Quando consegue engrenar em uma outra profissão ligada ao futebol, logo em seguida ao final da carreira, essa transição é facilitada, como Eliseu, que jogou no Santos na época de Pelé e muitos anos no Bahia, no final da década de 60 e início dos anos 70.

Normalmente, as atividades preferidas dos ex-jogadores são a de treinador e comentarista. Mas nem sempre encontram vagas no mercado. Para Douglas, amigo de Eliseu desde menino, no Santos, ter se mantido sempre envolvido com o meio também ajudou. “Eu sou um privilegiado porque estou sempre trabalhando com ex-atletas e ainda jogando”, diz.

O ex-meia Zé Carlos, campeão brasileiro pelo Bahia, é outro que se mantém no futebol. Ele é responsável pelas escolinhas do Inter em Salvador.

opção - Enquanto alguns conseguem se manter, outros migram para áreas improváveis, como o ex-goleiro do Vitória e do Leônico Iberê, hoje médico.
“Fazia faculdade de Medicina quando jogava. As viagens atrapalhavam, mas depois recuperava. Sabia que no dia de parar precisaria continuar batalhando. Sem ter nada, fica difícil”, procura ensinar Iberê.

Alguns até abandonaram a carreira por causa dos estudos, como Pitada e Aliomar. Pitada jogou no Leônico e no Botafogo e abandonou a carreira com 24 anos para se dedicar aos livros. Hoje é médico.

Já Aliomar Britto, que defendeu Bahia e Vitória, abandonou o futebol aos 27 anos para se dedicar ao Direito. Hoje é juiz, atuando como desembargador substituto no Tribunal de Justiça. O ex-goleiro Ronaldo, campeão brasileiro com o Bahia em 88 e finalista da Série A em 93 com o Vitória, forma-se em Direito este ano.

Existem alguns ex-jogadores fominhas, que sentem falta, mesmo, é de estar dentro de campo fazendo o que mais gostam. O inesquecível Baiaco é um deles. “O que eu senti mais falta foi deixar de jogar bola. Se não é o meu joelho, eu tô até hoje jogando o Intermunicipal”.

Geralmente às quinta-feiras, aos 58 anos, sai de São Francisco do Conde, onde foi funcionário municipal, para bater uma bolinha na AABB com outras cobras-criadas como Zé Eduardo, Zé Augusto, Osmar e Maílson.

“Sinto a mesma falta do torcedor do Bahia: de um jogador como eu defendendo o clube hoje”, diz Baiaco. Não se arrepende de ter recusado propostas de clubes como o Flamengo, devido à identificação com o tricolor.

Irmão de Caetano, contratado com Baiaco pelo Bahia na década de 60, o ex-atacante Osmar, campeão brasileiro com o tricolor em 88 e também aposentado, é outro que não se afastou do futebol. “A minha parada foi precoce, ainda tinha gás”, diz. Ele deixou os gramados com 42 anos, idade de Romário.

O ex-meia Zé Eduardo, ídolo de Bahia e Vitória nas décadas de 60 e 70, também ainda bate sua bolinha na tranqüilidade da aposentadoria. “Mesmo em uma época em que não se ganhava dinheiro para ficar rico, deu para juntar um pouco e nunca passei dificuldade”, garante outro aposentado do INSS, que tentou o comércio, mas se quebrou no investimento no governo Collor.

O ex-zagueiro Zé Augusto, outro que conseguiu se aposentar graças a empregos na área privada, também não dispensa um baba. “A felicidade que eu tenho do futebol foi ter vestido a camisa 3 do Bahia por 10 anos, e o carinho da torcida, mas em termos de respaldo, não teve muito”.

Assédio – “Na hora que você é idolatrado, a auto-estima vai lá pra cima. Depois a gente cai no esquecimento. Conheço muita gente com depressão por causa disso. Vários continuaram achando que iam chegar no lugar e dizer eu sou fulano de tal e receber o mesmo tratamento, mas não é assim”, diz Eliseu.

Eliseu continua sendo parado nas ruas, não só pelo que fez nos campos. “O pessoal da faixa dos 40 pra cima ainda me pára pelo que me viu jogar. Aí o filho vem falar pois me conhece da TV”.

O ex-meia Emo, aposentado, prefere assistir aos jogos pela TV. “Não vou aos estádios, porque quando ouço a torcida gritar, dá vontade de estar lá dentro”.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 18/05/2008

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Exemplo de redenção após o final da carreira

Leandro Silva

O auxiliar técnico do Bahia Jorge Augusto Ferreira Aragão é um exemplo de profissional correto e admirado. Ele é uma peça respeitada no Fazendão e se prepara até para concorrer novamente à vereança de Salvador.

O ex-jogador Beijoca, lendário ídolo do mesmo clube na década de 70, era um artilheiro quetinha uma igual aptidão para arrumar confusões dentro e fora de campo. E ainda sofria com o alcoolismo. O que eles têm em comum, então?

Eles são a mesma pessoa. Ou melhor, Beijoca, aos 54 anos, não é mais o mesmo. E a redenção veio antes que aqueles que se alegraram com seus gols se entristecessem com sua morte. “Pra mim, foi a última tentativa. Teve momentos em que pensei em tirar minha vida”, confessa.

A salvação foi se tornar evangélico, anos atrás. “As pessoas pensavam que eu ia morrer bebendo depois que parei de jogar. Mudei para melhor, me converti, parei de beber e hoje prego nas igrejas. Tenho uma vida abençoada por Jesus”.

Mas essa mudança não aconteceu logo depois do final da carreira. “Eu ainda tive uma caminhada de dificuldades, envolvido com as coisas do mundo, muita farra, bebidas, muitas brigas. Mas há sete anos, eu conheci Jesus e minha vida mudou. Hoje sou missionário”.

Antes Beijoca chegou ao fundo do poço. “Na verdade, eu perdi tudo. E fiquei sem condições de pagar nem um aluguel de 50 a 70 reais. Passei a morar de favor com minha mulher e meu filho”, revela emocionado.

Mas a força de vontade e a fé fizeram com que ele se reconstruísse. “Deus me deu tudo de volta. Hoje eu sou uma peça importante aqui no Bahia”.

Passado – Apesar da mudança, o ex-craque não renega o passado. “Acho que tudo isso me ajudou. Aí você pode perguntar: ‘Pô. Você brigar, ajudou? Como? Ajudou porque eu fazia tudo aquilo diante de uma nação que é a torcida do Bahia. Eu fazia aquilo tudo pela torcida, para ganhar”.

E continua: “Dentro de campo, eu voltaria a fazer tudo porque o Bahia é minha paixão, meu orgulho”.

Ele não se furta a falar sobre nenhum assunto do seu passado. “Bebidas, prostitutas, envolvimento em alguma parte da minha vida até com drogas. Tudo isso eu larguei”, conta.

E os casos famosos de confusão? Uma vez, no Flamengo, ele estava no banco, entrou no jogo e deu um soco no jogador Mococa do Palmeiras.

Muitos afirmam que o técnico Cláudio Coutinho mandou que ele entrasse e fizesse isso. “Aquilo que aconteceu no Flamengo não foi mandado por ninguém. Isso que falam é uma mentira. Foi uma coisa de momento, mas o técnico me colocou em um momento que ele sabia que eu ia fazer besteira. Mas ele não mandou, nada”.

Outra: “Teve um jogo Bahia e Fluminense e dentro de uma briga generalizada, eu dei um murro em um jogador chamado Oliveira, do Fluminense, e ele perdeu a visão de um olho. Eu gostaria de encontrá-lo para pedir desculpas” diz emocionado.

E mais: “No Carnaval, quando saia nas Muquiranas, uma pessoa caiu em um tacho de acarajé. Falam que peguei o tacho fervendo e joguei em uma pessoa. Mentira. Se eu tivesse feito isso, minha mão não estaria assim (sem marcas)”.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 18/05/2008

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INSS não possui dados quantitativos de ex-jogadores aposentados

Leandro Silva

Um grande problema para os ex-jogadores é o direito à aposentadoria. Como a carreira é curta e passar 20 anos como profissional já é um fato raro, os jogadores precisam trabalhar em outra profissão ou continuar colaborando para completar o tempo de serviço e poder usufruir dos benefícios, como fizeram Douglas e Emo. O primeiro voltou a trabalhar e o segundo continuou colaborando com o Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS.

“Mas muitos jogadores não têm oportunidade e não conseguem entrar no mercado de trabalho depois do fim da carreira”, explica Douglas.

O número de jogadores que consegue aposentaria é desconhecido. Nem na Bahia e tampouco no País. A Ouvidoria do órgão explica que a categoria “atleta profissional de futebol” foi extinta em 1996 e os jogadores, hoje, são enquadrados como os outros trabalhadores comuns, não sendo possível, assim, chegar a tais dados quantitativos.
No Vitória e Bahia, a relação de emprego com os jogadores tem como base a CLT. O recolhimento ao INSS varia de acordo com o salário do jogador, aquele que é anotado na carteira de trabalho. O percentual de desconto varia de 8%, 9% e 11% conforme a faixa salarial, lembrando que o teto é de R$ 3.038,00.

Nem Bahia nem Vitória oferecem plano de saúde aos jogadores. O diretor financeiro e de Marketing do Bahia, Marco Costa, explica que está é uma prática comum aos clubes brasileiros. E diz a razão: “Os clubes oferecem assistência médica total a seus jogadores quase 24 horas por dia. E se eles necessitam de especialistas bancam tanto para ter o profissional em boas condições para atuar como também para proteger o seu empregado.

Ele cita o recente caso do meia gaúcho Cléber, falecido no final do ano passado quando atuava pelo tricolor, depois de sofrer aneurisma em Natal, para onde foi o Bahia disputar uma partida valendo pela Série C do Campeonato Brasileiro.
”O Bahia deu toda a assistência ao jogador, assumiu todas as despesas e sua família reconhece“. O jogador que antes defendera o Vitória não tinha plano
de saúde.

Segundo Marco Costa analisa, a questão de fazer planos de saúde para a família e previdência privada para si depende muito do perfil do jogador. ”Áí é questão de consciência, educação, origem. Nem todos são iguais. A maioria não pensa no futuro.

AGAP – Douglas da Silva Franklin, ex-ídolo do Bahia, é o presidente da Associação de Garantia ao Atleta Profissional da Bahia.

A meta da Agap é a inserção dos ex-atletas no mercado de trabalho, oferecendo cursos de computação, profissionalizantes e até universitários, além de oferecer assistência para os ex-atletas que estejam em dificuldade sobretudo financeira.
“Os cursos e benefícios são concedidos de acordo com a necessidade de cada um. Os casos são analisados individualmente”, explica Douglas.

Os benefícios são possíveis por causa das parcerias criadas, pela contribuição dos associados, que pagam 60 reais, por ano.

A Agap possui mais duas fontes de renda: uma delas refere-se a 1% das arrecadações nos jogos das competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol. A outra fonte de arrecadação refere-se a 1% dos contratos dos jogadores.

“Não precisa ser só atleta para se associar à Agap. Porque tem o sócio contribuinte. Estamos associando também pessoas que não são ex-atletas. Com mais sócios, é mais fácil fazer convênios e parcerias e a arrecadação aumenta”, explica Douglas.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 18/05/2008

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Ramon e Uéslei ainda não pensam em parar

Leandro Silva

O meia Ramon Menezes, com sucesso reconhecido nos clubes em que passou durante a carreira, que começou em 1990, voltou ao Vitória, este ano, aos 35 anos para resgatar seus grandes momentos. Revitalizado pelo bom desempenho, ainda não enxerga o final da carreira, nem de binóculo. “Não faço planos de quando vou parar. Até porque tem que ser uma decisão certa, porque não tem como voltar atrás e nem se arrepender”, diz.

Ele também diz não ter pensado no que pretende fazer após o final da carreira. “Cara, ainda não pensei. Espero continuar no meio do futebol. Não sei qual a função ainda. Vou jogar até quando tiver saúde e força”, planeja Ramon.
Ele já sabe de o que deve sentir falta quando parar. “Pelo menos todo mundo que eu converso diz que o que mais sente falta é a concentração, a rotina geral”.

Uéslei, que também já defendeu as cores de Bahia e Vitória, está com 37 anos e ainda não faz planos para quando se transformar em um ex-jogador.

Ele hoje defende o Oita Trinita, do Japão, país onde é ídolo, e diz não ter receio do momento da aposentadoria. “Uma hora eu vou ter que parar mesmo”. Perguntado sobre o que vai sentir mais falta do futebol quando parar, ele é direto: “De fazer gols”.
Ao contrário de muitos outros colegas que admitem que sentem ou irão sentir falta do assédio dos torcedores ao ser reconhecido nos locais, o pitbull pensa diferente. “Isso com certeza vai acontecer. Vai ser até melhor porque eu sou muito tímido”.

Quase – O goleiro Emerson, de 36 anos, um dos maiores ídolos da história recente do Bahia, ao lado de Uéslei, também defendeu os dois rivais e fala sobre a diminuição do assédio. “Isso é natural porque você não tá mais jogando, então as pessoas reconhecem o que você fez, mas você não tá mais jogando, né? Lógico que principalmente a passagem pelo Bahia ficou marcada, mas as pessoas vão esquecendo. Alguns mais jovens já conhecem só de nome”, diz.

O arqueiro ainda pode ser considerado um jogador profissional. “Eu ainda não oficializei o final da minha carreira, mas tudo está se encaminhando para isso. E eu achei que eu ia sentir mais. Não era o jeito que eu imaginava encerrar porque eu tinha contrato com o Vitória até o final do ano e o clube me mandou embora. Fui ficando 1, 2, 3 meses sem jogar, mas já tá fechando quase um ano. Se não fechar nada pro Brasileiro, acho que é o caminho natural”, revela Emerson.

“Não é uma decisão simples. Até fevereiro por exemplo eu recebi propostas, então a qualquer momento posso voltar. Não fechei as portas. Tem alguns times que me fariam voltar. Mas prefiro não citar nomes”, diz o arqueiro que cursa Administração. “Me ocupo com algo que agrega valor. Ainda treino pra manter a forma”. Uéslei também jogou no Vitória e Ramon no Bahia.

Matéria publicada originalmente no Jornal A Tarde do dia 18/05/2008

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Sexta-feira, Maio 09, 2008

GUIA DA SÉRIE B

Leandro Silva

A Série B a cada ano que passa ganha em prestígio. Se antes era esquecida, e dificilmente era transmitida pelas TVS, desde 1997 quando Bahia e Fluminense caíram só fez crescer, principalmente com a presença dos times grandes. Na atual edição, as duas grandes locomotivas são o Corinthians, quatro vezes campeão brasileiro, e o Bahia, duas vezes campeão nacional.

Mas já passaram pela competição: Fluminense, Botafogo, Palmeiras, Grêmio, Atlético Mineiro e Vitória entre outros times.

Apesar do maior respeito pela Série B, o grande objetivo da competição ainda é fugir dela. Ascendendo para a elite do futebol nacional.

Pelo terceiro ano consecutivo, o regulamento será o mesmo. Com os 20 times se enfrentando em grupo único, com jogos de ida e volta, em sistema de pontos corridos.
Ao final das 38 rodadas, aquele que tiver mais pontos - ou levar vantagem nos critérios de desempate - leva o troféu. Os quatro primeiros colocados sobem para a Série A. E os quatro últimos serão rebaixados para a Série C.

Equilíbrio – A Série B se destaca também por causa do equilíbrio entre as equipes. Por isso, arriscar qualquer prognóstico é arriscado. Mas levando em consideração as tradições dos clubes e as qualidades dos elencos atuais, a briga pelo título de 2008 deve ficar entre: Bahia, Corinthians, Juventude, Paraná e Ponte Preta. Mas a luta pelo acesso deve ter ainda: Fortaleza, Criciúma, Brasiliense, São Caetano, Marília, Barueri, Vila Nova.

Outros devem lutar para se manter na Série B, como Bragantino, Avaí, Ceará, Gama, ABC: mas os principais favoritos para o rebaixamento hoje são: América de Natal, CRB e Santo André.

O América de Natal, ao contrário dos outros três times que foram rebaixados no ano passado, não parece ter condições de retornar para a primeira divisão. Está mais próximo de cair para a terceira divisão.

Bahia - Para o alto e avante!


Leandro Silva

Inspirado no lema do Super-Homem, o seu mascote, ´para o alto e avante´ o Bahia vai em busca de subir para a Série A do futebol nacional, que já conquistou em 1988, mas está afastado desde 2003 quando foi rebaixado pela segunda vez para a Série B. No ano passado, depois de chegar ao fundo do poço em 2005 com o rebaixamento para a Série C, o Bahia deu o primeiro passo para voltar ao topo, ao conseguir o acesso como segundo colocado na Série C.

Do time titular que conseguiu o acesso, cinco se mantém no time-base para o início dessa Segundona: Luciano Baiano, Alison, Rogério, Fausto e Elias.

Quatro deles com funções defensivas. E é justamente na defesa que se destacou no Campeonato Baiano que o torcedor do Bahia confia para conseguir brigar pelo título e acabar com um jejum de seis anos sem títulos. Alison, Marcone, Rogério e Fausto formam um verdadeiro paredão à frente de Darci. Marcone, que defendeu o Brasil no Mundial sub-20 do ano passado como volante, passou para a zaga e foi um dos que mais cresceu neste ano.

Ponto fraco– Bem treinado por Paulo Comelli, o calcanhar de aquiles do Bahia até o momento no ano é o seu ataque. Didi se manteve na equipe durante muito tempo, apesar das pífias atuações e deixa o clube sem deixar a menor saudade. Já Cristiano, apesar de ter feito apenas dois gols, marcou nos dois jogos em que não atuou com Didi, e poderia ser um bom atacante na Série B, mas deixa o clube. Com isso, a briga pela titularidade deve ficar entre Pantico, Charles e Gilberto, novo contratado.

É preciso contratar mais, principalmente no ataque, mas a boa campanha no estadual em que terminou oito pontos à frente do campeão, fazem com que as perspectivas para uma volta à Série A sejam boas.

O que deixou o torcedor com uma pulga atrás da orelha foi a eliminação precoce na Copa do Brasil, na primeira fase, para o Icasa, vice-campeão cearense.

Retrospecto– A largada do tricolor na sua quinta Série B será exatamente contra o campeão do Ceará. Nas participações anteriores, o Bahia bateu duas vezes na trave, com um terceiro lugar em 99 e um quarto, em 2004 - posições que hoje dariam o acesso - mas caiu em 2005 e ficou próximo em 98.

Time-base: Darci, Luciano Baiano, Alison, Marcone e Ávine; Rogério, Fausto, Rivaldo; Ananias, Elias; Juca. Técnico: Paulo Comelli

ELENCO:
Darci G
Fabiano Borges G
Paulo César G
Alison Z
Marcone Z
Cléber Carioca Z
Santiago Z
Diego Martins Z
Douglas Z
Luciano Baiano LD
Fábio LD
Ávine LE
Adilson LE
Daniel LE
Rogério V (foto)
Fausto V
Rivaldo V
Oliveira V
Emerson Cris V
Willames V
Ananias M
Elias M
Cléverson M
Juca A
Gilberto A
Pantico A
Charles A
Reinaldo Aleluia A
Paulo Roberto A
Bruno Meneghel A
Bruno Cazarine A

Corinthians - Favoritismo para passagem curta


Leandro Silva

O Corinthians é a grande atração da Série B de 2008. Quatro vezes campeão da Série A, essa é a primeira vez que o Timão disputa a Segundona. Mas o alvinegro é o principal favorito para ficar com o título da competição e fazer com que a passagem pela Série B seja curta, assim como Palmeiras, Botafogo, Grêmio e Atlético Mineiro também fizeram.

O time teve um bom desempenho em parte do Paulistão, mas acabou ficando de fora das finais, terminando em quinto.

Os destaques do time são o goleiro Felipe, ex-Vitória, um dos poucos a se salvar no rebaixamento no ano passado, o excelente lateral-esquerdo André Santos. Além dos zagueiros Chicão e William.

Para o Nacional, a principal aposta é o meia Douglas, ex-São Caetano, antigo sonho de consumo.

Time-base: Felipe, Carlos Alberto, Chicão, William, André Santos; Fabinho, Perdigão, Diogo Rincón, Douglas; Dentinho e German Herrera. Técnico: Mano Menezes

ELENCO:
1 Felipe G
22 Julio Cesar G
3 Chicão Z
4 William Z
2 Fábio Ferreira Z
14 C. Suarez Z
30 Carlão Z
5 Alessandro LD
27 André Santos LE
6 Everton Ribeiro LE
Wellington Saci LE
8 Perdigão V
32 Fabinho V
20 Carlos Alberto V
28 Nilton V
55 Bóvio V
21 Bruno Octávio V
13 Marcelo Oliveira V
10 Douglas M
15 Diogo Rincon M
19 Lulinha M
29 Eduardo Ramos M
26 Rafinha M
23 Dinelson M
11 Marcel M
Elias M
25 Acosta A
17 German Herrera A
31 Dentinho A
9 Finazzi A
18 Lima A

Juventude - Estadual não se resume à final


Leandro Silva

O Juventude teve um início de ano surpreendente para uma equipe que havia acabado de ser rebaixada para a Série B, conseguindo chegar até a final contra o Internacional, depois de eliminar o Grêmio.

Mas, depois de ter vencido o Inter nos três primeiros encontros no ano, o time foi humilhado na final contra o próprio Colorado, levando uma goleada de 8 a 1.

O time deve entrar na Série B com um clima ruim depois dessa derrota, mas não pode jogar fora tudo que foi construído até o momento no ano.Se não sair dos trilhos tem boas chances de retornar à Série A já em 2009. Tem chances até para ficar com o título.

O baiano Mendes, ex-Vitória, é o grande ídolo do elenco atual do Juventude, ao lado do goleiro Michel Alves, sobrevivente no rebaixamento.

Time-base: Michel Alves, Élvis, Nunes, Laerte e Hélder; Hércules, Juan Pérez, Lauro, Xuxa;
Ivo e Mendes. Técnico: Zetti.

ELENCO:
Michel Alves Vila NovaG
Dida Náutico G
Carlos G
M. Alemão Criciúma Z
Laerte Bahia Z
Dirley São Luiz/RS Z
Alex Moraes Z
Nunes Peñarol Z
Alisson Prata da casa LD
Elvis Coritiba LD
Helder Prata da casa LE
Alexandre LE
M. Goiano Figueirense LE
Dionathan Joinville V
Hércules Ipitanga V
Juan Perez Panamenho V
Lauro Palmeiras V
Renan Esportivo/RS V
Tiago Renz V
Xuxa Mirassol M
Danilo Figueirense M
Fabinho Glória M
Leandro Cruz M
Paulo César M
Mendes Vitória A (foto)
Felipe Ituano A
Maycon Prata da casa A
Ivo Prata da casa A
Gabriel Prata da casa A

Paraná - Experiência em títulos e acessos


Leandro Silva

Apesar de freqüentar a primeira divisão do Brasileiro em 14 dos últimos 15 anos, o Paraná tem uma boa experiência de segunda divisão, pois nas duas últimas vezes que disputou uma divisão inferior do Campeonato Brasileiro, ele terminou com o troféu.

Foi em 1992, quando venceu o Vitória na final da Segunda Divisão e em 2000, quando derrotou o São Caetano na final de um módulo inferior da Copa João Havelange, o Brasileiro daquele ano.

Por isso, o Paraná é um dos favoritos para ficar com o título da Série B desse ano ou, pelo menos, voltar à primeira divisão.

Neste ano, o Paraná já eliminou o Vitória da Copa do Brasil e tem como principal destaque o talentoso meia Cristian, que já jogou no Palmeiras. O lateral Angelo, ex-Cruzeiro retorna ao clube.

Time-base: Fabiano Heves, Daniel Marques, João Paulo, Luis Henrique; Angelo, Léo, Cristian,
Giuliano, Everton; Joelson e Marcelinho. Técnico: Paulo Bonamigo.

ELENCO:
Fabiano Heves InterG
Gabriel Prata da casa G
Luís Carlos G
Daniel Marques Z
João Paulo Z
L. Henrique Bragantino Z
Ricardo Ehle Inter/SM Z
M. Ramos Náutico Z
Angelo Cruzeiro LD
Wellington LE
Léo Fortaleza V
Goiano V
Felipe Alves Avaí V
Agenor V
Naves V
Diego V
Cristian Palmeiras M (foto)
Giuliano base M
Éverton base M
Rodrigo Pimpão M
Élvis M
Marcelinho Náutico A
Joélson Avaí A
Fábio Luís São Caetano A
Clênio ABC A
Jônatas A
Diego Ratinho A

Fortaleza - título cearense dá moral ao Leão


Leandro Silva

Seja em que situação estiver, o Fortaleza costuma dar trabalho na Série B do Brasileiro, imagine quando está com moral depois do 37º título estadual. Por isso, o Leão pode sonhar em retornar mais uma vez para a elite do Nacional.

O Fortaleza começou mal o ano, ficando sem o título do primeiro turno do estadual, mas deu a volta por cima em uma emocionante recuperação que valeu o título em cima do Icasa, algoz do Bahia na Copa do Brasil.

O baiano Paulo Isidoro subiu com o América de Natal em 2006 e no ano passado pulou fora do naufrágio americano para tentar repetir o feito com o Fortaleza. Foi adiado para 2008. Outros conhecidos dos baianos são os atacantes Alex Alves, ex-Vitória, e Tailson, ex-Bahia, além do meia Juninho Cearense, ex-Bahia.

Time-base: Tiago Cardoso, Victor, Preto, Juninho; Simão, Erandir, Junior Cearense, Paulo Isidoro e Márcio Azevedo; Lúcio e Fábio Oliveira. Técnico: Heriberto da Cunha.

ELENCO:
Thiago Cardoso G
Douglas base G
Raul base G
Juninho Atlético/PR Z
Preto Goiás Z
Victor Z
Lucas Atlético/PR Z
Romário base Z
Simão Atlético/PR LD
B. Ribeiro Palmeiras LD
Gilberto Matuto LD
M. Azevedo Juventude LE
Guto base LE
Eusébio LE
Dude prata da casa V
Erandir Atlético/PR V
Rogério Prata da casa V
Leandro Prata da casa V
Junior Cearense V
Lúcio Atlético/MG M
Paulo Isidoro Vitória M (foto)
Juninho Cearense Bahia M
Bismark base M
Rômulo Ceará A
Léo Jaime A
Alex Alves Vitória A
Bambam base A
Tailson Bahia A
Osvaldo base A

Criciúma - Tigre em busca do Bi da Série B


Leandro Silva

O Criciúma vai em busca de um bicampeonato que muitos clubes torcem para não precisarem mais ter chances de alcançar. Mas já que está novamente na B, o jeito é tentar. As perspectivas para o título não são tão boas, mas o Tigre tem boas condições de lutar por mais um acesso para a Série B.

No estadual, perdeu o título para o Figueirense na prorrogação, mas começa a Série B com uma boa base para tentar repetir uma parte do Brasileiro do ano passado quando era o líder, mas depois, inesperadamente acabou o gás da equipe que ficou fora do G-4.

O time tem algumas figuras conhecidas como o goleiro Zé Carlos que fez um gol de falta no Vitória na Série C de 2006, os zagueiros Cláudio Luiz, ex-Vitória, e Wescley, ex-Corinthians, e o atacante Beto, ex-Flu.

Time-base: Zé Carlos, Patrick, Wescley, Cláudio Luiz e Uendel; Basílio, Luís André, Marcelo Rosa, Jael; Beto e Zulu. Técnico: Leandro Machado

ELENCO:
Zé Carlos base G
Pedro Paulo base G
Claudio Luiz Vitória Z
Wescley Corinthians Z
Sílvio Criciúma Goiás Z
William Chapecoense Z
Rodrigo Caxias Z
Patrick base LD
R. Araújo Flamengo LD
Carlos base LD
Uendel base LE
E. Ávila Figueirense LE
Basílio Chapecoense V
Coutinho Vasco V
Luis André A.Ibirama V
Mateus base V
M. Rosa Flamengo V
Valdeir Grêmio M
Adriano Chapecoense M
Jael base M (foto)
Jean Coral base A
Beto Fluminense A
Zulu Grêmio A
Fantick Joinville A

Brasiliense - Jacaré aposta na experiência


Leandro Silva

O Brasiliense, como sempre costuma fazer, investe na experiência de jogadores rodados por grandes clubes do país, principalmente o Flamengo, para repetir o feito de 2004, quando ficou com o título da Série B e adiou o sonho do acesso do Bahia.

O Jacaré conseguiu o título do Distrito Federal pela quarta vez consecutiva, mas ainda parece pouco para alcançar o acesso. Apesar disso, com o equilíbrio da competição devem lutar por esse objetivo.

Se destacam: Iranildo, Júnior Baiano, Athirson e Dimba. Os jogadores mais conhecidos dos baianos são o zagueiro Junior Baiano, feirense, e o atacante Moré, que se destacou no Bahia e teve uma passagem apagada pelo Vitória.

O garoto Jobson se destacou no título Distrito Federal e é promessa para arrebentar na Série B.

Time-base:

ELENCO:

Ponte Preta - Credenciada a brigar pelo troféu


Leandro Silva

Por ter sido vice-campeão do estadual que é considerado mais forte do país, a Ponte Preta é alçada a condição de uma das favoritas ao título da Série B, ou pelo menos do acesso para a Série A.

O problema é que no ano passado, o São Caetano também chegou ao Brasileiro com o mesmo cartaz e não passou de um fiasco na Série B, disputando a permanência na divisão muito mais do que o acesso.

A goleada sofrida para o Palmeiras na final não deve desfazer todo o bom trabalho de Sérgio Guedes e de seus comandados.

O goleiro Aranha, revelado pelo clube, foi um dos principais responsáveis pela classificação da Macaca para a final, depois de fechar o gol contra o Guaratinguetá. O meia Renato é outro destaque da equipe. Depois de ser rebaixado em 2007 com o Juventude.

Time-base: Aranha, Eduardo Arroz, Jean, César e Vicente; Ricardo Conceição, Dêda, Leandrinho e Renato; Danilo Neco e Luís Ricardo. Técnico: Sérgio Guedes

ELENCO:
Aranha base G (foto)
Denis base G
Jean Vitória Z
César Fortaleza Z
João Paulo N. Iguaçu Z
Célio base Z
Alexandre Black base Z
Raulen Fortaleza LD
Vicente Marília LE
Eduardo Arroz LD
Fabinho J. Malucelli/PR LD
Dêda Marilia/SP V
Gercimar base V
Bilica Sport V
R. Conceição base V
Renan Paraná M
Ezequiel base M
Leandrinho Noroeste M
Giuliano Barueri M
Renato Juventude M
Éverton base M
Rafael Ueta base M
Fabiano base M
Danilo Luís base A
Luis Ricardo M. Dias/SC A
Wanderley base A
D. Neco U.Barbarense A
Leandro Barueri A
Marcelo Soares A

São Caetano - em busca do caminho de volta


Leandro Silva

Do time que foi vice-campeão paulista no ano passado e entrou na Série B como favorito resta apenas o ótimo goleiro Luiz Silva e o meia Canindé. Os outros aproveitaram a boa campanha para alçarem vôos mais altos e deixaram o Azulão para trás.

No ano passado, o time fez uma campanha pífia e chegou a se preocupar com o rebaixamento para a Terceirona, não lembrando o clube que já foi campeão paulista, duas vezes vice-campeão da Série A do Brasileiro e vice-campeão da Libertadores.

Além de Luiz e Canindé, outros destaques são o veterano atacante Tuta, ex-Vitória, contratado para o Brasileiro e o habilidoso atacante Danilo Santos que chamou a atenção na Série C do ano passado atuando pelo Crac, de Goiás.
O atacante Tico, antigo sonho do Bahia, também está lá.

Time-base:Luís, Dedé, Leonardo, Galiardo e Rodrigo Ninja; Glaydson, Daniel, Rafinha e Rozembrick; Danilo Santos e Tuta. Técnico: Pintado

ELENCO:
Luís Mirassol G
Júlio César Marília G
Dedé Crac/GO LD
Andrezinho P. Preta LE
Rodrigo Ninja Gama LE
Leonardo Santos Z
Aderaldo Vitória Z
Kléber Sport Z
Galiardo Santo André Z
Neto Juventude Z
Lino Ituano Z
Rayan base Z
Tobi Guaratinguetá V
Hernani Marília V
Glaydson Paulista V
Daniel Cruzeiro V
Assis Sertãozinho M
Canindé Paulista M
Rozembrick Santa Cruz M
Rafinha São Paulo M
Ademir Sopa Avaí M
Danilo Santos Crac A
Tuta Vitória A (foto)
Tico Avaí A
Caiuby Guaratinguetá A
Luan União São João A
Vandinho Noroeste A
Patrick base A

Barueri - Campeão do interior na briga


Leandro Silva

O Barueri, que subiu da Série C para a Série B junto com o Vitória em 2006, chega com moral à Série B deste ano depois de ser o campeão do interior paulista de 2008.
Um dos destaques do time é o meia-esquerda Guaru que começou jogando muita bola no Bahia, mas depois desapareceu com o seu futebol no ano do rebaixamento para a Série C.

O atacante Alberto, campeão brasileiro pelo Santos em 2002, naquele time de Diego e Robinho é outra figura muito conhecida do Barueri. Além do volante veterano Amaral, que já defendeu o Vitória e o Palmeiras.

O clube perdeu, para o futebol coreano, o seu artilheiro Pedrão, mas mesmo assim deve ter força para ficar entre os primeiros da competição. A meta é o acesso, mas a permanência na Série B será bem-vinda.

Time-base: Márcio, Marcos Pimentel, Ávalos, Renato Santos, Márcio Careca, Amaral, R.Pontes, Flávio Luís, Guaru; Thiago Humberto, Alberto. Técnico: Emerson Ávila

ELENCO:
Márcio Paulista G
Renê América/RN G
Ávalos Santos Z
Duílio Criciúma Z
Montoya Mirassol Z
Leandro Internacional Z
Renato Corinthians Z
Diego Figueirense Z
M.Pimentel Ferroviário LD
Leyrielton Goiás LD
M. Careca Palmeiras LE
Guigov Ituano LE
Amaral Vitória V
R. Pontes Corinthians V
Goeber Flamengo V
Flávio Luís Vitória V
Leanderson Ceará V
Guaru Bahia M (foto)
Rodrigo base M
Julio Cesar Palmeiras M
Thiago Humberto base A
Alberto Santos A
Fernando A
André Vitória A
R.Paulista Internacional A

Vila Nova - tenta subir o próximo degrau


Leandro Silva

Aqueles que assistirem os jogos do Vila Nova na Série B deste ano terão ao menos uma boa atração. É ver o folclórico Túlio Maravilha em campo. Com a aposentadoria de Romário, ele é o maior artilheiro ainda em atividade no Brasil, com 39 anos. Artilheiro da Série C do ano passado, Túlio vai tentar ajudar o Vila a subir o próximo degrau, em busca da Série A, mas não será nada fácil.

A tendência é que o time lute pela permanência na Série B.Outros destaques do time são o, também veterano, meia Alex Oliveira, ex-Bahia, que é o grande garçom do time e o atacante Wando, ex-Goiás e Botafogo.

Outro ex-jogador do Bahia no Vila é o volante Guilherme, que no ano passado esteve no Vitória mas não conseguiu se destacar como nos tempos do tricolor. O beque Pereira deixou o clube.

Time-base: Max, Osmar, Carlinhos, André Leone e Elísio; Guilherme, Heleno, Reinaldo e Alex Oliveira; Wando e Túlio Maravilha. Técnico: Givanildo Oliveira.

ELENCO:
Max Botafogo G
Lauro Goiás G
Weverton G
Carlinhos Bahia Z
A. Leone Corinthians Z
Luiz Carlos Ceará Z
Thiago Carvalho Z
Osmar Portuguesa LD
Adriano Jaciara/MT LD
Elísio LE
Guilherme Bahia V
Heleno Santos V
Alisson V
Leandro V
Reinaldo São Paulo M
Alex Oliveira Bahia M
Daniel Hernandez M
Paulo Ramos Grêmio M
Amaral Madureira M
Felipe Oliveira M
Túlio Vitória A (foto)
Wando Goiás A
Jhonny Rio Preto A
Marco Aurélio A
Pereira Júnior A

Marília - MAC tenta se manter


Leandro Silva

O Marília chegou muito perto do acesso no ano passado. Lutou até o final, mesmo tendo perdido seis pontos pela escalação irregular de um jogador. Mas fez um mau Campeonato Paulista e, por isso, não está entre os mais cotados para conseguirem o acesso para a Série A do próximo ano.

O time perdeu o seu melhor jogador, o meia Camilo, que foi para o Cruzeiro. Em compensação, recebeu da Raposa cinco jogadores que podem ajudar a melhorar a situação do MAC neste ano de 2008.

Time-base: Giovanni, Chiquinho, Leandro Amaro, Gum e Adílio; Rafael Fêfo, João Marcos, Ricardinho e Thiago Rodrigues; Maranhão e Adriano. Técnico: Ruy Scarpino

ELENCO:
Giovani G
Mauro G
Leandro Amaro Z
Gum Inter Z
Alemão Mineiros Z
Emanuel C.Azul LD
Chiquinho LD
Adílio LE
R. Fêfo Corinthians V
João Marcos V (foto)
João Vítor V
Serginho V
Sandro Manoel V
Samuel M
Ricardinho Rio